terça-feira, 17 de julho de 2018

É nosso dever


Hoje não levantei tão cedo; ainda que, logo mais, pretendamos viajar para Lisboa e Algarve (e sempre existem coisas a ser organizadas, antes de uma viagem). Enquanto orava, pensei na linguagem do céu. Percebo que, neste lado da vida, ela é cada vez menos utilizada; até mesmo pelos crentes (excepto por aqueles crentes que vivem sob ameaça de decapitação ou de fuzilamento). Até mesmo um segmento da Igreja tem motivado crentes a priorizar as coisas terrenas, em detrimento das celestiais; e nossa humanidade gosta, pois está sempre pensando de modo efêmero, atraída que é pelas coisas deste mundo.

Creio que é nosso dever investir mais na linguagem do céu, e menos na linguagem da terra; uma vez que ela será nossa linguagem futura e eterna. Sabemos ser normal, à quem tem esperança, idealizar e projetar pensando no futuro imediato (apenas os desesperançados e desajustados vivem presos ao passado). Todavia... Não devemos esquecer que a vida eterna é a nossa realidade última; porquanto, a morte física está determinada a todos os homens. E além disso, sabemos que o "Dia do Senhor" se aproxima. Portanto, não devemos olvidar esta realidade profética; jamais esquecendo a "parábola das dez virgens".

Volta e meia, meu pensamento se volta para este texto da Palavra de Deus: "Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória." (Colossenses 3:1-4). Esta exortação apostólica sempre me causa uma boa impressão, pelo modo como ela nos chama a priorizar as coisas do Alto. Amém. Vem Senhor Jesus!

Entre o presente e o futuro, em cada mortal, a dor e a mesma:
https://youtu.be/jwm4EOjabNQ

Cordialmente;
Bispo Calegari

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