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domingo, 13 de julho de 2014

A Nova Jerusalém

 Foto: Enquanto eu orava e agradecia a Deus por minha esposa; chorei por Israel. Não sou judeu, nem filho de judeu; a não ser pelo fato de ser filho espiritual de Abraão, pai dos crentes. No entanto, sei que sou filho da Promessa; assim como o famoso Patriarca. Tenho convicção de que não preciso adotar costumes ou ritos judaicos, para alcançar uma cota maior do amor de Deus; até porque, sei, das pedras Deus pode fazer filhos de Abraão. Respeito os que se esforçam para ser judeus - como se isto lhes conferisse graça maior - todavia, não vejo tal atitude como algo necessário. Sempre respeitei o judaísmo e os limites que me separam dele. Então, não preciso pular esta cerca divisória temporária; pois não me sinto menos servo nem menos filho de Deus por ser quem sou: Um gentio salvo pela graça.

No entanto, o que me fez chorar por Israel; é pelo fato de ser odiado por seus próprios parentes; e sem motivos justificáveis. E não estou pensando em ressentimento ligado a conflitos históricos; me refiro a ódio mesmo; algo como, desejar riscar Israel do mapa. E Jerusalém - tão cantada em verso e prosa - cidade da paz que não encontra descanso; sempre cobiçada, foi e continuará sendo uma pedra pesada, rolando, definindo o futuro do mundo; sem que a maioria se aperceba disso. Percebo que as filhas de Jerusalém chorarão muito ainda; até que o Salvador de Israel ponha fim ao seu sofrimento. E quando isso finalmente acontecer; ela não será mais a Jerusalém terrena, cansada de tanta guerra; mas... Será vista em toda a sua beleza e esplendor, vinda do céu de luz: A Nova Jerusalém!

Enquanto eu orava e agradecia a Deus por minha esposa; chorei por Israel. Não sou judeu, nem filho de judeu; a não ser pelo fato de ser filho espiritual de Abraão, pai dos crentes. No entanto, sei que sou filho da Promessa; assim como o famoso Patriarca. Tenho convicção de que não preciso adotar costumes ou ritos judaicos, para alcançar uma cota maior do amor de Deus; até porque, sei, das pedras Deus pode fazer filhos de Abraão. Respeito os que se esforçam para ser judeus (como se isto lhes conferisse graça maior); todavia, não vejo tal atitude como algo necessário. Sempre respeitei o judaísmo e os limites que me separam dele. Então, não preciso pular esta cerca divisória temporária; pois não me sinto menos servo nem menos filho de Deus por ser quem sou: Um gentio salvo pela graça. No entanto, o que me fez chorar por Israel; é pelo fato deste povo ser odiado por seus próprios parentes; e sem motivos justificáveis. E não estou pensando em ressentimento ligado aos conflitos históricos entre dois povos milenares, que vem atravessando os séculos; eu me refiro à intolerância e ódio extremado; algo como, desejo obstinado de riscar a nação de Israel do "Mapa Mundi".
 
Pelo que percebo, os adversários de Israel - ao perderem uma guerra - terão sempre a oportunidade de se recompor e buscar uma nova guerra, se assim desejarem. Israel, no entanto, sabe que se perder uma guerra, esta será provavelmente a última; pois, por aquilo que se vê, serão destruídos pelo poder de fogo de um inimigo implacável. Lamentavelmente, as Escrituras predizem um futuro doloroso e sombrio para esta sofrida nação bíblica; justamente por ter rejeitado o Príncipe da Paz que tanto desejam (Jesus). Portanto, como alcançarão a paz, da qual Jesus é o Autor, se não o reconhecem como Senhor? E Jerusalém - tão cantada em verso e prosa - a histórica cidade da paz que não encontra descanso... Posto que, sempre tão cobiçada, foi e continuará sendo uma pedra pesada, rolando, definindo o futuro do mundo; sem que a maioria se aperceba disso. Imagino que as filhas de Jerusalém chorarão muito ainda; até que o Salvador de Israel ponha fim ao seu sofrimento. E quando isso finalmente acontecer; ela não será mais a Jerusalém terrena, cansada de tanta guerra; mas... Será vista em toda a sua beleza e esplendor, vinda do céu de luz: A Nova Jerusalém!
 
Mas para nós, cristãos, Filadélfia é vera referência: "E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome. Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo. Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." (Apocalipse 3.7-13). Pois é o perfil da igreja desejada!
 
Cordialmente
Bispo Calegari

sábado, 25 de junho de 2011

Babilônia desperta

Não é necessário ser um expert em escatologia, para perceber o inevitável despertar de Babilônia. Pelo Espírito, tenho notado que - ao longo da história - Babilônia intercala períodos de hibernação e loucura. Cobiçada por Lúcifer; amaldiçoada por Deus; desejada pelos profanos; descartada pelos santos... Babilônia exerce um estranho fascínio sobre a humanidade. Reis e governantes da terra se rendem a seus pés, procurando satisfazer os seus caprichos. Esta é Babilônia: Não uma cidade - mas um sistema iníquo, prestes a se findar; e que não será lembrado na eternidade.

Babilônia desperta! E o seu despertar traz novamente os piores receios daqueles que vivem a esperar pela chegada de dias melhores. E no seu despertar, ela traz à tona todos os estilos de vida submersos na lama em que tem estado adormecida.

Babilônia desperta! E o seu despertar se constitui na realização dos sonhos dos profanos e no pesadelo dos santos. Enquanto aqueles que profanam a terra celebram nas praças e avenidas o seu despertar; aqueles que temperam e iluminam a terra elaboram o seu plano de fuga deste terrível sistema.

Babilônia desperta! E o seu despertar coloca este sistema corrupto e corruptor em evidência. Mas ela não é apenas um sistema iníquo: Babilônia é também uma besta tingida de vermelho - enfurecida e enlouquecida por sua sede de sangue, de poder e de luxúria. Com o seu despertar, ela promove a pornografia, o infanticidio, a pedofilia, e toda a espécie de prazer sexual impuro.

Babilônia desperta! E o seu despertar - tal e qual na Roma antiga - promove a insensatez e persegue o sagrado. Ao despertar do seu sono milenar, retoma o controle do mundo e faz com que os poderes nele dominantes se curvem perante ela, em total submissão. Em sua loucura desmedida, arrasta com sua cauda reis e governantes deste mundo - rumo ao seu eterno destino.

Babilônia desperta! E o seu despertar interfere nas tradições e nos bons costumes da crença, da família e da sociedade - alterando o equilíbrio e a normalidade do existir. Plenamente desperta, ela transforma os legisladores deste mundo em marionete em suas garras. Em sua sagacidade, manipula as mentes e perverte as motivações - usando como pretexto a defesa das minorias, para promover leis absurdas; leis aprovadas por seus súditos fiéis travestidos de legisladores.

Babilônia desperta! Sim - mas para a morte. Ela não subsistirá ao juízo Deus que cairá sobre ela. Tanto ela como seus seguidores e admiradores serão tragados pelo mar de fogo e enxofre - destino final de todos aqueles que se levantam contra Deus; de todos aqueles que amam e praticam a iniquidade e a mentira.

Babilônia tem sobrevivido ao longo da história - mergulhada em um mar de lama e excremento, no qual sobrevive mantendo suas narinas acima da linha de lama em que hiberna; e de onde sai de quando em vez. E o seu despertar em nossos dias, nada mais é do que a derradeira tentativa se se perpetuar - promovendo delinqüência, sadismo, luxúria, idolatria e feitiçaria. Mas o seu fim está previsto nas Escrituras Sagradas. Não há como escapar dele!

Vejamos o que as Escrituras Sagradas dizem sobre o fim de Babilônia:

"Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição"
(Apocalipse 14.8)

"e a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar o cálice do vinho do furor da sua ira"
(Apocalipse 16.19)

"e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra"
(Apocalipse 17.5)

"2 E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável. 10 e, estando de longe por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande cidade, Babilônia, a cidade forte! pois numa só hora veio o teu julgamento. 21 Um forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada"
(Apocalipse 18.2,10,21)

Cordialmente;
Bispo Calegari

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