domingo, 9 de setembro de 2018

Quando oramos a Deus


Ontem a tarde, preguei no trabalho ao ar livre no largo do rossio, ao lado do farol da barra, aqui em Aveiro. Foi um trabalho abençoado. E nesta manhã bem cedo, enquanto eu ainda orava, me lembrei de ter pregado em muitas reuniões ao ar livre. E assim pensei: Estou fazendo algumas coisas, do mesmo modo como fiz ao longo da vida... E senti paz! Uma das alegrias que experimentamos no lugar de oração é a de lembrar os feitos do passado; a outra é aprimorar e fortalecer os feitos do presente - além da alegria de saber que é possível recuperar o tempo perdido; e de poder desfrutar um futuro bem melhor.

Quando oramos a Deus, antes de qualquer coisa, aproveitamos melhor o tempo (digo isto por experiência própria). Penso que duas coisas ajudam o prazer na velhice: Uma delas, é a lembrança de um passado bem vivido; e a outra é a renovação de uma boa experiência com Deus. Hoje, ao orar, lacrimejei... E pedi a Deus que me mantenha à beira do fogo, sentindo o calor do Espírito. Em uma noite de inverno é agradável conversar, ler e refletir sentado à beira de uma lareira acesa. Melhor ainda é estar no lugar de oração, junto às brasas vivas do altar de Deus; onde o socorro chega e as dores vão embora.

Ao lermos as orações de Devi, podemos entender melhor as vitórias que alcançou: "Ouve, ó Deus, o meu clamor; atende à minha oração. Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu. Pois tens sido um refúgio para mim, e uma torre forte contra o inimigo. Habitarei no teu tabernáculo para sempre; abrigar-me-ei no esconderijo das tuas asas. (Selá.) Pois tu, ó Deus, ouviste os meus votos; deste-me a herança dos que temem o teu nome." (Salmos 61:1-5). Na verdade, uma oração sincera e bem formulada move o coração de Deus.

Meu Senhor; perto quero estar, junto aos teus pés:
https://youtu.be/s6871xx3LBk

Cordialmente;
Bispo Calegari

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