sexta-feira, 29 de junho de 2018

Dever e prazer



Hoje senti necessidade de orar bem mais cedo que de costume. Não sei a razão, mas... Deus sabe! Após orar ao Pai, fui levado a pensar na relação entre dever e prazer (isto no que tange à oração) e a procurar a relação de causa e efeito entre ambos. Na verdade, a ida ao lugar de oração é sempre um dever; pois, orar é dever a ser cumprido, ainda que estejamos indispostos. Precisamos buscar a face do Senhor, mesmo sem ter vontade; pois, existem muitos inimigos da oração que nos querem fora dela. E ela é segurança, para minha vida e para minha família!

Na relação entre o prazer e o dever; é o dever que nos leva a orar - como elemento propulsor. Já o prazer costuma vir depois da oração; pois, quando oramos, tudo aquilo que nos preocupa e aflige é posto em seu devido lugar: Diante de Deus. Quanto vamos ao lugar de oração, é notório o assédio do espírito de desânimo, pessimismo e incerteza; porém, ao sairmos do lugar de oração, a sensação é de paz e alívio. Enfim... Precisamos entender que, quando o dever de orar prevalece em nosso coração, ele sempre faz aflorar um santo e abençoado prazer.

Quanto entramos na presença do Senhor, em oração, a alegria sempre estará a nossa espera: "A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo. Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará. E naquele dia nada me perguntareis" (João 16:21-23). No lugar de oração, dever e prazer sempre se completam!

O dever de orar traz consigo o prazer de estar com Deus:
https://youtu.be/nXqbzyizha4

Cordialmente;
Bispo Calegari

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