terça-feira, 10 de outubro de 2017

Sempre me pergunto

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Dias atrás, li algures esta informação: "Em 1997 foi queimado vivo Galdino Pataxó em Brasília. Hoje, três dos quatro assassinos são funcionários públicos do alto escalão." Pode até ser que esta notícia não seja verdadeira. Entretanto, sendo verdadeira ou não, percebo tentar se infiltrar em mim um desagradável desânimo... Todavia, não me deixarei invadir por este sentimento. Pois, assim como eu creio nas transformações; também creio nas recompensas - tanto para quem faz o bem, como para quem faz o mal; ainda que nem sempre, as recompensas se manifestem nesta vida. Deus existe!

Que o Senhor tenha misericórdia do Brasil; nação onde as leis e a justiça parecem penalizar os seus trabalhadores e premiar os seus criminosos. E, para o caso de haver dúvida quanto ao que digo: é só comparar o valor da "bolsa presidiário" com o da "bolsa trabalhador". Ou, então, o tipo de justiça aplicada ao criminoso de "colarinho branco" com a justiça feita ao trabalhador de "macacão surrado". E, eu sempre me pergunto: até quando seremos submetidos ao acinte de legisladores, julgadores e governantes? Não se vê o menor sinal de mudança. Venha o teu reino Senhor!

Este texto da Palavra de Deus nos dá a entender o rigor da pena aos que usam a lei como pretexto para abater o inocente: "Ai dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que prescrevem opressão. Para desviarem os pobres do seu direito, e para arrebatarem o direito dos aflitos do meu povo; para despojarem as viúvas e roubarem os órfãos! Mas que fareis vós no dia da visitação, e na desolação, que há de vir de longe? A quem recorrereis para obter socorro, e onde deixareis a vossa glória" (Isaías 10:1-3). Creio na justiça divina, que é reta e justa - em sua absolvição e condenação.

Esta canção entoada por Bruna Karla edificou muitos crentes:
https://youtu.be/Sqz3lG_YjGU

Cordialmente;
Bispo Calegari

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