terça-feira, 27 de julho de 2010

Tributo ao Senhor por quarenta anos de amor

Neste mês de julho Célia e eu, completamos 40 anos de feliz matrimônio. Parece que foi ontem que comparecemos perante o Senhor, no templo da IMW de Nilópolis, para nos unirmos pelos sagrados laços do matrimônio. E, no entanto, este tempo que temos vivido juntos corresponde a uma jornada de 480 meses; 14.600 dias; 350.400 horas! E durante todo este tempo, aliançados em perfeita comunhão e amizade, diante do Senhor que nos uniu (e isto, sem contar os 6 meses de noivado e os 16 dias que já se passaram após o bendito dia 11 de julho de 2010)!

Bodas de Rubi! É assim que é chamado o tempo de 40 anos de casados. Lembro-me que, quando comemoramos as nossas "Bodas de Prata", estavamos em Portugal; e a IMW de Aveiro promoveu um culto de gratidão a Deus por este tão importante marco em nossas vidas. Nele, Célia e eu pudemos renovar os nossos votos de amor e fidelidade, até que a morte nos separe. Para marcar a data, mandei fazer uma singela decoração em nossas alianças. Elas foram circundadas por 2 fios de ouro branco (ainda não encontrei uma aliança igual a nossa).

Depois vieram nossas "Bodas de Pérola", que é como chamam a comemoração dos 30 anos de casados. Estavamos ainda a pouco tempo na IV Região; e a IMW Central de Porto Velho comemorou em alto estilo, em um famoso clube da cidade, esta importante data em nossas vidas. Presenteei minha querida esposa com um par de brincos de pérolas, comprado com algum sacrifício (não é sempre que alguém comemora 30 anos de casamento). Mas a IMW Central de Porto velho supreendeu Maria Célia, oferecendo-lhe um colar de pérolas verdadeiras! Foi "chocante"! E me presenteou com um relógio de marca "Mido", que me deixou bastante comovido. Nos deu também uma noite no hotel mais "badalado"de Porto Velho (ah, e ela ficou belíssima com o lindo vestido branco que a Missionária Sofia lhe presenteou). À Cerimônia, compareceram todos os SD da Região, assim como meus sogros e filhos (com exceção do Elizeu, que se encontrava fazendo a Faculdade de Engenharia em Portugal). Foi algo muito especial!

Pois bem: chegamos aos 40 anos de casados! A II Região já estava articulando uma comemoração especial na cidade de Governador Valadares, onde temos uma importante história de vida e de ministério. No entanto, Célia me apresentou razões fortes o bastante, para que desistíssemos desta comemoração (nossos filhos distantes; nossas mães já bem idosas; tanta coisa a ser levada em conta). E Célia estava certa! Senti isso em meu espírito. Resolvemos então comemorar a data à nossa maneira: viajando para Porto Velho, para visitar nossos dois filhos que aqui permaneceram - Pastor Calegari e Daniela. E também rever irmãos e amigos que deixamos naquela Região, pois Deus fez grandes coisas por nós e através de nós no Norte do Brasil.

E não poderíamos ter feito melhor escolha! No dia 11 - data inesquecivel, almoçamos juntos na residencia do Bispo Jamir (ele e Mara também comemoraram 29 anos de abençoado casamento no dia 19 de julho). Ali, perante os olhares surpresos de todos, Maria Célia inclusive, fiz-lhe uma declaração de amor à moda antiga (minhas netas ficaram maravilhadas com a minha "coragem"). E presenteei-lhe com um anel de rubi, para marcar a data. Tive que fazer um parcelamento no seu pagamento, mas valeu a pena! Pois, quando olho para Maria Célia, vejo nela o exemplo daquela "mulher virtuosa" de Provérbios 31.10 - mulher, cujo "valor muito excede ao de rubis".

Pois é; foi uma comemoração e tanto! E os poucos dias que aqui passamos foram ainda mais ligeiros, devido ao fato de termos que nos despedir, mais uma vez, dos nossos dois filhos (Calinho e Dani); nossa primeira nora - Simone; nosso genro - Alessandro; e nossos netinhos - Isabela, Rafaela, Eduardo e Beatriz. Mas valeu, em muito à pena, pelo prazer de termos estado juntos, ainda que por tão poucos dias. Sentimos a ausência do nosso filho Ezequiel, que está cursando a Faculdade de Direito no Sul. E também do nosso filho Elizeu, que trabalha no INMETRO, no Rio de Janeiro; portanto, impedidos de comparecer; assim como nossa nora Synara e nossos netos: Ana Carolina, Alexandra e Artur.

Sabemos que se Deus não nos permitir chegarmos às "Bodas de Ouro"; já nos consideramos eternamente gratos a Ele, por nos ter proporcionado a ventura de viver as experiências de nossas "Bodas de Rubi", que foram marcantes e inesquecíveis.

Cordialmente;
Bispo Calegari

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