sábado, 28 de setembro de 2013

Amor de Deus

 

Hoje, após ter estado em oração; veio ao meu espírito um texto sobre o amor; não o amor humano, cheio de condicionamentos e conveniências; mas o amor de Deus; o qual, quando experimentado por um crente e aplicado em seus relacionamentos, faz toda a diferença entre o santo e o profano; entre o conveniente e o simplesmente lícito; entre o andar com Deus e o crer em Deus. A Palavra declara que o amor é a única dívida que se justifica e que o seu cumprimento representa o cumprimento da própria lei de Deus (Rom. 13.7-10). Repito, isto não se refere ao amor humano; mas, ao amor de Deus, único capaz de santificar nossas relações, tanto de família como de amizade. Único que pode ser chamado de ágape.
 
Isto significa que aquele que vive sob o manto do amor de Deus, não adulterará ou matará; nem cobiçará algo de alguém ou furtará os seus pertences. Portanto, aquele que tem o amor de Deus, será capaz de amar o seu próximo; mesmo que o seu próximo não seja merecedor do seu amor. Isso mesmo! Pois, foi por causa deste amor que Jesus se entregou por todos nós; tendo nos amado até à morte de Cruz, antes que fôssemos capazes de amá-lo. E é devido à falta deste amor que o mundo se encontra em decadência; e até mesmo a própria Igreja do Senhor é afligida por aqueles que - mesmo sendo parte dela - são incapazes de edificá-la e abençoá-la por não possuírem o amor de Deus. Ah... Que falta faz este amor!
 
Neste texto eu vejo uma regra pela qual o crente devia se pautar: "Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor." (Rom. 13.7-10). Esta é uma das razões do céu ser CÉU. E sua falta faz o inferno ser INFERNO.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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