sábado, 11 de junho de 2016

Minha vocação de adorador


Acordei pensando em minha vocação de adorador... Em tudo que a isto se relaciona. Então, adoração e graça se entrelaçaram em meu raciocínio, como duas forças que se conjugam e me motivam. Que Bênção! Agradeci a Deus, pois sei que Ele não me vê como me vê o homem. Sei que os Seus olhos me sondam, desde minha breve permanência no ventre de minha mãe; e que, para Ele, sou como a criança carente de cuidado e proteção. Portanto, sinto segurança e paz, enquanto percorro o caminho da Vida; pois, se o sol me negar sua luz e calor, Ele envia o Seu Espírito para me cercar e guardar.

Bendito é o cristão dominado por sentimento de adoração ao Deus todo poderoso; pois, independente do fato de ser este o imperativo da existência (posto que até mesmo os demônios se curvam e o adoram); o Senhor tem prazer na adoração que lhe devota aquele que foi, por Ele, retirado do império das trevas e transportado para o reino do Filho do Seu amor (Colossenses 1.13). Assim, enquanto Sua graça me nutre e me sustenta, eu vou prosseguindo, em minha vocação e condição de adorador; pois sei que, quando minhas forças me faltarem e meus sonhos falharem, adorar será sempre meu prazer maior.

Ao longo de minha vida, este texto me tem inspirado a adorar o Deus eterno: "Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém." (Romanos 11:33-36). Como me sinto bem em ser um adorador do Deus verdadeiro, santificado e aceito em Sua presença! 

Esta canção do Nani Azevedo interpreta bem o meu sentimento:
https://youtu.be/gUFAFwrBU9w

Cordialmente;
Bispo Calegari

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