quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Não peques mais


Duas declarações de Jesus chamaram a minha atenção nesta manhã: Uma foi proferida em uma casa entulhada de gente - à alguém que fora introduzido na mesma, pelo telhado: "Homem, os teus pecados te são perdoados." (Lucas 5:20). E outra foi dita à uma mulher que fora pega em adultério: "E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais." (João 8:11). Em ambas, aprendemos importantes lições: Na primeira, vemos que Jesus Cristo é o único capaz de perdoar pecados e livrar da condenação. Já na segunda, percebemos que o perdão de Jesus não significa indulgência ampla e irrestrita para pecados futuros.

É importante saber que o novo nascimento - embora nos liberte dos antigos pecados, não indulta a prática de novos pecados. Ou seja: A morte da natureza pecaminosa (mediante crucificação do velho homem) não é um atestado de impunidade aos que continuam a viver na prática do pecado. Isto significa que - sempre que houver a prática do pecado (bom seria se não houvesse) deve haver arrependimento e confissão do mesmo à Jesus, para que o perdão do Senhor o possa absolver. O próprio João diz que "se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." (1 João 2:1). Enfim... Pecado perdoado é pecado esquecido.

Este é um texto esclarecedor:

"Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado." (Romanos 6:1-6).

Que é para o bem de todos nós.

"Vai e não peques mais"! Esta canção destaca este mandamento:
https://youtu.be/0iUukqWEdHA

Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Muitos são arrastados


Segundo minha opinião, qualquer cristão deve perceber que vivemos dias marcados por engano e confusão (um derivado do outro). Precisamos buscar a presença de Deus no lugar de oração; pois aquilo que a Bíblia diz a respeito dos dias de hoje é suficiente para nos deixar em estado de alerta. Vemos o "homem do pecado" ser entronizado no coração de uma multidão sem conta. E para tanto, ele usa certas músicas eletrônicas, drogas, mídia, palanques, e a própria religiosidade humana, para dominar o coração e à alma das pessoas. Senhor! Tantos são arrastados aos braços do "homem do pecado", seduzidos por suas luzes coloridas e seus sons psicodélicos.

Vivemos tempos difíceis. Um tempo em que chamam de justiça aquilo que não é justiça; de liberdade ao que não é liberdade; de amor ao que não é amor... Tempo em que o Nome de Jesus é blasfemado; em que o Amor do Pai é recusado; em que a Palavra de Deus é atacada; em que a Presença do Espírito Santo é resistida; enfim... Falta muito pouco para que o anti-Cristo seja conduzido ao seu trono, nos braços das multidões seduzidas pelo espírito de engano. Causa dor ver preciosas vidas - que nasceram e cresceram à sombra da cruz - fazerem a escolha errada. Enfim... Satanás faz a sua festa, enquanto o Dono da Casa está ausente; mas, Jesus está prestes a voltar!

A Bíblia assim nos diz: "Ora irmãos, rogamos-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." (2 Tes 2:1-4). Devemos orar e vigiar!

Realmente... A Palavra de Deus está se cumprindo:
https://youtu.be/BdIv_HfdOPg

Cordialmente;
Bispo Calegari

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Tempos profanos


Tenho pensado nas tendências ousadas de certas igrejas, com suas coreografias e danças que ultrapassam os limites das Escrituras (alguns chegam a dizer que o que fazem não é anti-bíblico; e sim, extra-bíblico). Claro que nem tudo que é extra-bíblico é anti-bíblico e que algumas formas de culto são de caráter complexo e de difícil definição. Todavia, vejo sinal de desordem e confusão em atitudes que certos cristãos chamam de "alegria do Senhor" e "avivamento espiritual". Não nego que me traz preocupação a mudança de rumo de certas igrejas; afetando o modo de crer e de viver de muitos evangélicos.

A Bíblia nos alerta para estes tempos difíceis, condenando atos mundanos de crentes carnais e atos blasfemos de falsos cristãos. Não é de hoje, percebo uma certa cumplicidade entre crentes mundanos e ímpios simpatizantes; ambos extravasando suas emoções - ora em cultos cheios de unção e alegria (chegando até às lágrimas); ora em ambientes profanos, marcados por algazarra. Penso nestas afirmações de Paul Washer: A primeira que diz: "Lideres cristãos alimentam crentes carnais com métodos carnais"; e a segunda: "Alguns preferem se agarrar a uma esperança falsa do que a uma verdade dolorosa".

Vejo com preocupação a promoção de certas festas e eventos em algumas igrejas que nada tem a ver com os ensinos bíblicos. Na verdade, estas iniciativas parecem ser uma tentativa da dar certa feição evangélica à certas festas profanas - algumas de péssimo gosto; tais como: "festas juninas", "festas bregas", "festas country", e outras ainda piores. Então, fico a me perguntar: Quais serão as próximas inovações? Lamento ter de dizer que concordo plenamente com as advertências feitas na outra América. E proponho às igrejas evangélicas, um ensino bíblico de qualidade aos que têm perdido o rumo.

Este texto lança luz sobre o que postei: "Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te." (2 Tim 3:1-5). Neste tempo, "precaução e caldo de galinha não faz mal a ninguém". Amém.

Alerta ó povos da terra! O fim se aproxima:
https://youtu.be/5DK-mYpCasM

Cordialmente;
Bispo Calegari

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Vestir a capa de vítima


Nesta manhã, enquanto eu ainda orava, veio ao meu espírito este texto da Palavra de Deus: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei." (Mateus 11:28). Realmente, vivemos em um mundo de cansados e oprimidos; no qual o cristão é exceção (mas, nem sempre). Penso que - enquanto o cansaço gera desânimo, a opressão gera revolta. O pior é quando este desânimo afeta até mesmo a obra de Deus; e esta revolta é também contra o Deus eterno e Sua Igreja. Entretanto, o Senhor Jesus por sua cruz oferece paz, cura e descanso à todos os cansados e oprimidos, deste mundo tenebroso.

Se observarmos atentamente, logo percebemos que o número de cristãos revoltados contra a Igreja aumenta a cada dia. Na verdade, desde os dias primitivos, o Corpo de Cristo vem sofrendo - não só com a oposição e perseguição dos inimigos; mas também pelas dores causadas por palavras e atitudes impróprias de crentes revoltados que ferem o Senhor. Os tais, por falta de discernimento, se sentindo injustiçados por ofensas e injúrias impostas por irmãos de sua igreja (até de pastores); deixam de se congregar e passam a se vestir com a capa de vítima - trocando o fruto do Espírito pela raiz de amargura.

Este texto é de difícil cumprimento:

"Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos  perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos."
(Mateus 5:38-45)

Todavia, seus benefícios são eternos.

É verdade. Não há dor que seja sem divino fim:
https://youtu.be/CGXH4jadJ7Q

Cordialmente;
Bispo Calegari

domingo, 3 de novembro de 2019

A obra do Senhor


Fazer a obra do Senhor é bênção e grande honra, independente de nossa posição ou situação nela. Na verdade, Maria Célia e eu entendemos que servir a Deus é um privilégio - seja na linha de frente, seja na retaguarda; seja no combate aos inimigos da fé e da verdade, seja na defesa dos valores morais e espirituais da Palavra de Deus. E assim deve ser a vida... E nós com ela! Pois, segundo nosso sentimento, servir a Deus é sempre um dever vestido de prazer. Enfim... Louvado seja Deus para sempre!

Na verdade, para mal de muitos, a obra de Deus tem sido confundida com carreira política. Ou seja: como meio de auferir fama e projeção (não é de hoje, percebo esta triste realidade). E existem aqueles que fazem da obra de Deus uma espécie de propriedade particular e patrimônio pessoal, chegando a enriquecer à custa dele. Todavia, para fazer a obra de Deus em Seus termos, existem exigências que se somam aos frutos do Espírito... E devoção, humildade, mansidão, e renúncia, estão entre elas.

ASSIM A BÍBLIA FALA:

"Mas, como fomos aprovados de Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações." (1 Tessalonicenses 2:4). "Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus" (Efésios 6:6). "Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus." (Colossenses 3:22).

ASSIM DEVEMOS SER!

Que bênção! Só mesmo na presença do Senhor:
https://youtu.be/BkACHeMSZJ4

Cordialmente;
Bispo Calegari

sábado, 2 de novembro de 2019

Oração e combinações


Em qualquer língua falada neste mundo, existem certas palavras que combinam com muitas outras, em perfeita relação de causa e efeito. Ao examinar nosso vernáculo buscando exemplo ao que pretendo aqui dizer, vejo a palavra oração e suas combinações: Ela combina com graça; combina com misericórdia; combina com espiritualidade; combina com unção; combina com poder; combina com espiritualidade; combina com prostração; combina com devoção; enfim... Ela combina com fé, esperança, e amor.

Creio que a oração - além de suas múltiplas combinações; também apura o discernimento; aprimora a santidade; restaura a confiança; confere autoridade; melhora a credibilidade; prioriza a verdade; enfraquece a tentação; fortalece a vocação; amplia a visão; incrementa a comunhão; prioriza a revelação; consolida a conquista; define a posição... E por aí vai! Sem que tenhamos ideia do volume de acerto e eficácia que a mesma provoca na vida de quem a pratica. Enfim... seu real alcance é inimaginável.

Inúmeros livros foram escritos, e canções cristãs compostas, sobre a oração. A Palavra de Deus nos diz: "Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto." (Tiago 5:16-18). Portanto, o crente precisa orar sempre!

Esta canção sobre oração sempre me edifica:
https://youtu.be/gkxrmg7VB5k

Cordialmente;
Bispo Calegari

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

A morte de Jesus


Sempre que penso no sacrifício de Cristo em meu favor, logo me vem à mente este versículo que, na Bíblia, talvez seja o mais significativo texto, sobre o o sacrifício de Jesus por todos nós: "Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados." (1 Pedro 2:24). Na verdade, não havia um outro meio que pudesse nos livrar da maldição da queda; pois, se houvesse, Deus o Pai à ele teria recorrido. Na cruz , o Senhor Jesus - ao assumir minha culpa, tomou meu pecado e morreu minha morte. Jesus é "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." (João 1:29). Glória pra sempre ao Cordeiro de Deus!

A morte de Jesus não foi só para nos livrar da dor da pena; mas também, para restaurar a imagem de Deus em nós que foi impressa no alvorecer da criação. Então, a conversão a Cristo não é algo que nos permite viver pecando - sem culpa e sem castigo; pois, "libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça." (Rom 6:18). Portanto, ao nascermos de novo, devemos nos despir da velha vida (2 Cor 5:17); nos despojando "do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano" (Ef 4:22); e nos vestindo "do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade" (Ef 4:24); para andarmos em "novidade de vida." (Rom 6:4). Enfim, a santidade bíblica é a nossa maior necessidade!

O Senhor Jesus deu Sua vida por nós:

"Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos."
Isaías 53:3-6)

Para que entreguemos nossa vida à Ele.

Aleluia! Cristo levou sobre si, as nossas maldições:
https://youtu.be/8-oBoaH5SEs

Cordialmente;
Bispo Calegari

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