terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Deixe o tempo passar

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Existe um adágio - por sinal, bem comum - que nos lembra sobre o inevitável "um dia após o outro" (para consolar os que sofrem algum tipo de decepção) como se o mesmo nos dissesse: "Deixe o tempo passar". O seu significado é que a passagem do tempo revelará a realidade dos fatos, sobre aquilo que nos fazem ou dizem de nós. Porém, eu prefiro interceder por aqueles que me afligem; pois sei que - assim como quem semeia vento colhe tempestade - a semeadura do mal tem colheita correspondente. Portanto, não devo desejar mal a quem me odeia e aflige; ainda que isto me faça sofrer e chorar.

Tenho aprendido com a Palavra, que não devo me entristecer com as provações (ela me diz que "alegria do Senhor é a nossa força." (Neemias 8:10). E, também, não devo me intimidar com as ameaças de Satã, pois a Bíblia diz que "somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou." (Romanos 8:37). Meu Deus! É tão comum encontrarmos cristãos irritados e desanimados, com os problemas que enfrentam e as injustiças que sofrem... Como se a sua vida não tivesse um "pingo" de esperança e fé bíblica. Quando vamos entender que o Caminho da Vida, além de flores, também possui espinhos?

Este salmo sempre nos traz um grande conforto: "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.) Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã." (Salmos 46:1-5). Como não esperar nele? Como não louva-lo por tudo? Aleluia!

Conheço Vitorino Silva, desde seus dias com LP's debaixo do braço. Louvo a Deus por sua vida: https://youtu.be/9e-JxfuQxm4

Cordialmente;
Bispo Calegari

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O modo certo de orar

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Como é importante buscar a Deus cada manhã - não como pecador renitente; mas, como pecador penitente. E foi assim que hoje me prostrei perante o Pai... Glória a Deus! Como não estremecer cheio de emoção em Sua presença? Aleluia! Como precisamos expressar diante dele o nosso louvor e gratidão! Como é bom descobrir na prática esta atitude de Samuel: "Então tomou Samuel uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e chamou-lhe Ebenézer; e disse: Até aqui nos ajudou o Senhor." (1 Samuel 7:12). Louvado seja o Senhor nosso Deus!

Não há um dia, que não tenhamos assuntos a tratar e problemas a resolver diante do Senhor. No entanto, o que define a eficácia de nossas orações, é o modo como nos apresentamos ante Sua face. A Bíblia diz que "Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano." (Lucas 18:10). Todavia, o modo como ambos se comportaram na oração, provocou atitudes diferenciadas de Deus em relação a ambos - um contemplado e o outro ignorado.  E, nesta história, Jesus nos ensina o modo certo de orarmos ao Pai celeste.

Este texto, ao longo de toda a história da Igreja, tem inspirado inúmeros pregadores: "Se eu fechar os céus, e não houver chuva; ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra; ou se enviar a peste entre o meu povo; E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2 Crônicas 7:13,14). Na verdade, ele apresenta a fórmula ideal para fazermos uma oração aceitável e bem sucedida. 

Sempre sinto segurança ouvindo esta canção da Família Kerr:
https://youtu.be/sjqWaaUKjgA

Cordialmente;
Bispo Calegari

sábado, 28 de janeiro de 2017

Não devemos julgar

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Hoje, meu espirito foi levado a refletir sobre o juízo humano... E me assustei com sua frieza e impiedade. E não me refiro ao julgamento de causa e efeito, em uma atitude; e, sim, ao juízo crítico focado em alguém que escolhemos como alvo de nossa censura (tomo como base o juízo dos homens sobre a mulher pega em adultério). Eu exemplifico: Neste episódio, o adultério é a causa e a condenação é o efeito. E a pobre mulher, prisioneira de um ato reprovável. Não sei se me fiz entender... Mas, quero focar o modo como Jesus nos julga, cheio de compaixão; pois, antes de nos condenar por nossos pecados, ele aponta a necessidade que temos, de arrependimento e de perdão. 

Infelizmente, é tão comum vermos um tipo de cristão convencido de sua própria justiça, fazendo o papel de fariseu moderno; e sempre se comparando aos publicanos deste tempo (até que não é tão difícil encontrá-los, pois estão em toda parte). Na verdade, toda vez que, com olhar de censura, nos compararmos às pessoas que estão a nossa volta; nos acharemos pessoas muito boas e muito santas. E quanto mais insensível for nosso juízo; mais cruéis nos tornaremos. No entanto, o que precisamos mesmo é olhar para aqueles que nos ultrapassaram em amor e santidade; para, então, procurarmos nos aprimorar no amor e na santidade de Jesus, que é o nosso modelo.

Este texto é firme denúncia à frieza do juízo humano: "... E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu testificas de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro. Respondeu Jesus, e disse-lhes: Ainda que eu testifico de mim mesmo, meu testemunho é verdadeiro, porque sei de onde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis de onde venho, nem para onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo." (João 8:10-15). Pois, o julgamento humano é via de regra carnal, sem piedade.

A canção "Livres para adorar" me impressionou desde o início:
https://youtu.be/6zLq9MKOyms

Cordialmente;
Bispo Calegari

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Coisas que são de cima

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Hoje de manhã, enquanto eu orava, fui levado a pensar nas coisas que são do alto... Geralmente, são as coisas da terra que nos levam à oração (saúde, família, negócios, amigos, etc.). Então, procurei o sentido desta súbita inspiração. E logo me lembrei do texto que nos insta a pensar nas coisas que são de cima (Colossenses 3.2). Em seguida, cantei suavemente o antigo hino: "Quão glorioso cristão é pensares, na cidade que não tem igual..." E senti doce e profunda paz ao cantarolar esta canção. Assim... Precisamos pensar naquelas coisas que são de cima.

Não há um dia, que não sejamos assediados por satã; que, para o efeito, se utiliza dos acenos do mundo e conta com a conivência de nossa própria carne. No entanto, jamais devemos esquecer que o mundo sempre intercala afagos e pancadaria; de modo que, se em certo momento ele nos oferece prazeres; em outro, ele nos impõe tormentos. Então, como lidar com um mundo assim? Buscando as coisas que são de cima e nos ocultando em Deus! Enfim... Face à gravidade deste tempo de loucura e insensatez; urge que vigiemos sempre... E oremos sem cessar.

Este é um tempo para mantermos este texto (e outros correlatos) sempre diante dos olhos: "Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória." (Colossenses 3:1-4). Na verdade, este tempo do fim se encurta rapidamente... E aquele Dia se aproxima.

Vale a pena ouvir este hino, na voz do saudoso Elon Cavalcante:
https://youtu.be/rulFzYrkvUc

Cordialmente;
Bispo Calegari

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Adorador ou murmurador

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Estou convencido que qualquer cristão, ou pode se transformar em um adorador, ou num murmurador; a depender do modo como reage diante das tentações, desigualdades (sociais e morais) e provações da vida. Todos nós somos tendentes a fazer juízo temerário, em meio aos conflitos; e a nos apressar em julgar e falar (de acordo com uma lógica simplista e genérica) que não é justo, uns sofrerem mais e outros menos; uns terem mais e outros menos. Enfim... Este modo de agir pode nos mergulhar e nos afogar no poço da murmuração.

Nesta vida, precisamos entender duas coisas: A primeira; é que as grandes questões da vida, não se definem com um simples "sim" ou "não". Na verdade, o pecado perverte culturas, corrompe sistemas e condena o ser humano ao tormento presente e futuro. A segunda; é que, mesmo as coisas ruins, quando transformadas pelo amor de Deus revelado em Cristo, podem se tornar coisas boas. Pois, tanto a riqueza como a pobreza podem ser algo bom ou ruim, dependendo do estado espiritual em que vivem os que por elas foram abrangidos.

Tudo na vida é visto sob outro prisma, por aquele que pode viver como viveu Paulo: "Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece." (Filipenses 4:11-13). Esta atitude, além de ser referencial de santidade, pode transformar um murmurador em fervoroso adorador.

Louvo a Deus pela vida de Eyshila e de seus pais:
https://youtu.be/cCm17rNLGtM

Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Devocional costumeira

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Algumas vezes, nossa devocional costumeira sofre alterações não previstas (as vezes, pra melhor; as vezes, pra pior). Hoje mesmo, o meu momento de oração foi alterado sem que eu sequer me desse conta. Todavia, importa que nossa vida de oração seja preservada, pois disto vai depender o resto do nosso dia; ou mesmo, o restante de nossa vida. Enquanto eu orava, senti que minha mente tentava desenvolver atividade paralela; mas, não aceitei e reagi no espírito; então, consegui focar o alvo de minha súplica. Glorificado seja Deus!

Tenho me esforçado para perseverar em oração; embora isto seja sempre dificultado por nossa natural tendência à abstração. Porém, não devemos esmorecer; pois orar revitaliza nosso homem interior, abrindo horizontes a serem explorados pelo mesmo. De quando em vez, me surpreendo ao ver bons crentes "ciscando" na superfície do terreno em que vive, tentando encontrar algo interessante no lixo existente a sua volta. E, assim agindo, nem percebem que devem é garimpar; pois nosso real tesouro está nas profundezas do Senhor.

Ao lermos este texto, vemos que ele dá a ideia daquilo que eu quis dizer: "Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém." (Romanos 11:33-36). Pois é nas profundezas de Deus que está nossa riqueza.

Glória a Deus! Louvo ao Senhor por esta canção:
https://youtu.be/KzvR1sG1YmY

Cordialmente;
Bispo Calegari

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Temos o santo evangelho

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Qualquer observador mais atento, logo percebe que nosso mundo está na contra-mão do propósito de Deus, em rota de colisão com a vontade de Deus. O caos espiritual, moral e social se expande sem o menor sinal de contenção. E como resultado da desordem que foi instalada em todo planeta, as boas e nobres tradições que regeram e regularam as relações humanas, ao longo de milênios, vão sendo desmanteladas sob a égide de diversas bandeiras: modernidade, direitos das minorias, democracia, enfim... Caos a perder de vista.

Graças a Deus, temos o santo evangelho acenando com libertação e salvação à todo aquele que crê. E esta é a razão de ainda vermos famílias normais e valores morais atuantes no mundo. Na verdade, sempre que vemos a transformação de um profano em santo, de um pecador em pregador, de um agitador em adorador, os frutos do evangelho de Cristo podem ser vistos e comprovados. E os que são alcançados e transformados pela graça do evangelho se tornam sal e luz, temperando e iluminando um mundo sem graça, sem brilho e sem sabor.

Eis o crente: "Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus." (Mateus 5:13-16). Louvado seja Deus!

Esta música nos desafia ao genuíno testemunho cristão:
https://youtu.be/XQDlHggp5wQ

Cordialmente;
Bispo Calegari

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