quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Brilho do primeiro amor

Foto: Desde que me entendo por crente, sinto prazer especial em cantar - não qualquer canção que aparece entre nós - mas, canções que têm o dom de me transportar a um lugar imaginário; no qual, me sinto distante do mundo a próximo de Deus. E nesta manhã, cantarolei o estribilho de um antigo hino: "Quero andar de valor em valor e seguir a Jesus meu Senhor; té que um dia receba no céu, a coroa que me dará Deus". Naturalmente, agradeci a Deus, pelo fato de me sentir guardado, protegido, iluminado pelo Seu Espírito Santo, enquanto sigo caminhando nesse plano invisível aos olhos. Estou entre os que acreditam, que a verdadeira vida - não aquela visível a olho nu - precisa estar baseada em um conjunto de valores, para poder ter sentido e relevância; e isto só é possível estando firmada em Jesus.

Então, senti gratidão por minha família. Já sei! Alguns vão dizer que sempre digo isto. É verdade... Mas continuarei propagando aos quatro ventos este testemunho. Vejam bem: Tenho com minha esposa uma aliança de amor - independente das nossas diferenças e defeitos - que tem resistido ao tempo, sem abrandar o fogo da paixão que sempre permeou nosso relacionamento. Sejamos sensatos! Não vou sacrificar esta riqueza, em prol de caprichos pessoais de natureza controversa. Se necessário for, abro mão de alguns gostos (algumas vezes, até ganho com isso), para manter o brilho do primeiro amor que nos uniu. E temos filhos, que trazem consigo um conjunto de virtudes e defeitos que fazem deles o que são: Plenos de graça, amor, dinamismo, mesmo sendo imperfeitos. Obrigado Senhor!

Desde que me entendo por crente, sinto prazer especial em cantar - não qualquer canção das que aparecem entre nós - mas, canções que têm o dom de me transportar a um lugar imaginário; no qual, me sinto distante do mundo a próximo de Deus. E nesta manhã, cantarolei o estribilho de um antigo hino: "Quero andar de valor em valor e seguir a Jesus meu Senhor; até que um dia receba no céu, a coroa que me dará Deus". Naturalmente, agradeci a Deus, pelo fato de me sentir guardado, protegido, iluminado pelo Seu Espírito Santo enquanto sigo caminhando nesse plano invisível aos olhos. Estou entre os que acreditam, que a verdadeira vida - não aquela visível a olho nu - precisa estar baseada em um conjunto de valores, para poder ter sentido e relevância; e isto só é possível estando firmada em Jesus.
 
Então, senti gratidão por minha família. Já sei! Alguns vão dizer que sempre digo isto. É verdade... Mas continuarei propagando aos quatro ventos este testemunho. Vejam bem: Tenho com minha esposa uma aliança de amor - independente das nossas diferenças e defeitos - que tem resistido ao tempo, sem abrandar o fogo da paixão que sempre permeou nosso relacionamento. Sejamos sensatos! Não vou sacrificar esta riqueza, em prol de caprichos pessoais de natureza controversa. Se necessário for, abro mão de alguns gostos (algumas vezes, até ganho com isso), para manter o brilho do primeiro amor que nos uniu. E temos filhos, que trazem consigo um conjunto de virtudes e defeitos que fazem deles o que são: Plenos de graça, amor, dinamismo, mesmo sendo imperfeitos. Obrigado Senhor!
 
Sempre acreditei que um dos objetivos da Palavra de Deus é corrigir o nosso modo de pensar, falar e agir. Portanto, creio que este texto é concedido por Deus, para aprimorar o relacionamento familiar: "E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas. Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo." (Colossenses 3:17-21). Falando por mim, jamais poderei negar o quanto a Palavra de Deus tem mudado minha vida. E quanto a este texto em especial, como tenho sido ajudado por ele!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Minha maior contribuição


Querido Pai! Ficam retidas em meus lábios palavras de gratidão que não consigo exprimir. Enquanto eu oro, fico a pensar... E te louvo pelo meu passado! Não sinto vergonha dele, apenas gratidão a ti por tua bondade em me aceitar e transformar. E ainda aprendo lições com meu passado: A lição de saber o que devo evitar é uma delas. Obrigado pelo desfecho deste concílio! Penso ter sido o melhor, dentre os quatro concílios que tive a honra de presidir na 2ª Região. Ter ouvido e manifestado tua voz foi minha maior contribuição! Creio que centenas de homens e mulheres reunidos no CCJW jamais esquecerão aquilo que viram, ouviram e experimentaram ali. Foi sobrenatural! E quem ali esteve, há de concordar comigo.
 
Obrigado Pai! Por todos os que tiveram participação - direta ou indireta no evento - deixando sua parcela de unção e edificação, naquilo que fizeram e falaram. Obrigado por milhares de homens e mulheres que serão edificados por extensão, mediante a bagagem que levam os pastores e obreiros saídos deste concílio. Obrigado, pelo apoio maciço da 2ª Região, com seus delegados e caravanas presentes ao CCJW, empolgados, educados, ordeiros, semeadores de esperança para colher em um novo tempo. Obrigado, pois nossa delegação e caravanas conseguiram lotar o Centro de Convenções o longo de todo o dia de ontem; em uma demonstração de companheirismo e unidade raramente vista em eventos deste porte.
 
Este salmo expressa plenamente tudo o que pretendi dizer nesta oração: "Quando o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o Senhor a estes. Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres. Traze-nos outra vez, ó Senhor, do cativeiro, como as correntes das águas no sul. Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos." (Salmos 126:1-6). Assim afirmo, seguindo tendência de muitos,  que Deus é bom o tempo todo!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Absorção de valores


Nesta manhã, estou a pensar... Presidir seres humanos é aprender continuamente a cuidar com amor, de favoráveis e contrários. E o processo que nos qualifica a exercer com dignidade e respeito esta função, se inicia desde que nos entendemos por gente. Portanto, dignidade e respeito misturado com uma boa pitada de amor e temor de Deus, nos torna aptos a cuidar de pessoas como nós: Difíceis, as vezes contraditórias, nem sempre respeitosas; mas... Sempre carentes de amor, perdão e compaixão. Este tipo de convivência, nós experimentamos na própria família, desde que iniciamos o processo intelectual de absorção de valores; seja através do ensino oral, seja através do exemplo de vida. Portanto, quanto mais ricos em conteúdo forem os mestres de nossa formação, mais capazes e maduros seremos com o passar do tempo.
 
Devo acrescentar que não existe crise de opinião, seja na concordância, seja na discordância, que seja ruim em si mesma; pois, afinal de contas - tanto em família, como em ambiente de trabalho - sempre estaremos concordando ou discordando de alguém. O grande problema surge, quando a crise de opinião se transforma em caso pessoal; a ponto de separar amigos e produzir inimigos. Creio estar em condição de afirmar que a mudança de nível em conflitos de opinião - chegando ao ponto de se transformar em caso pessoal - é a principal causadora da separação traumática de bons amigos, dedicados cônjuges, pais e filhos, bons vizinhos, etc. Então, face aos prejuízos que este tipo de problema sempre causa; precisamos aprender a dosar nossas emoções, crucificando nossa natureza rebelde enquanto é tempo.
 
As ponderações deste texto lança luz sobre aquilo que postei:
 
"Ora, quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o, não em contendas sobre dúvidas. Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come legumes. O que come não despreze o que não come; e o que não come, não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu. Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor."
(Romanos 14:1-8)
 
Ele nos ensina sobre conduta equilibrada e respeito ao fraco.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Halo da unção de Deus


Nestes últimos dias, carregados de diversidade, preciso dar um passo de cada vez... Em meio às atividades impostas pelo XVII Concílio Geral da 2ª Região, marcadas por complexidade. Ontem tivemos avivamento no início e no fim do dia, recheado com atos administrativos no entremeio. Como é bom vermos os atos administrativos e os atos proféticos se interligarem em perfeita sintonia! Glória a Deus! Me fez muito bem - da presidência da Mesa - ver centenas de delegados e visitantes interagirem com o sobrenatural circulante de Deus. Isto é algo indiscutível: Oração aceita por Deus, mais motivação correta com os homens, resulta em explosão de cor e luz no coração do crente envolto no halo da unção de Deus.
 
Em meio a tudo isso, pedi a Deus que me guarde em Sua presença, preservado no óleo da unção do Espírito; de modo que eu saiba conviver com os favoráveis e os contrários, amando e respeitando a todos igualmente; e que não me deixe seduzir pelo ver dos meus olhos, nem pelo ouvir dos meus ouvidos; e que jamais me torne cativo da minha emoção ou razão; pois assim não corro o risco de trazer lampejo de ira em meus olhos, nem gosto de sangue em meus lábios. Então, para o bem de todos, devo cuidar que minha razão não seja movida pela especulação, nem minha emoção pelo estímulo, nem minha espiritualidade por cultura ocultista. Mas, para tanto, preciso mantê-las atreladas ao vento do Espírito.
 
A leitura e observação de todo este capítulo, revela sua incomparável grandeza: "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo." (Filipenses 3:13-16). Todavia, para o que pretendo demonstrar, este texto é suficiente para promover choque de transformação em qualquer cristão.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

domingo, 14 de dezembro de 2014

Canções e orações


Ao longo de minha vida, já perdi a conta das canções cristãs que nos motivam à oração; são inúmeras, voltadas para o testemunho e exortação quanto à necessidade de orarmos. Algumas delas são tão incisivas, que mal conseguimos conter as lágrimas ao cantá-las. Hoje, manhã bem cedo, com o sol ainda fora do alcance da visão, a terra coberta com o manto negro de um tipo de escuridão nem tão escura; senti paz ao me dobrar diante do Pai. Me senti pequeno e frágil; porém, ao mesmo tempo, fortalecido pela força motriz interior que tem me mantido de pé ao longo do tempo. Tem sido assim... Cantamos orações; oramos canções; mesclamos canções e orações... Enfim; buscamos a presença do Pai.
 
E não posso esquecer um momento sequer, que hoje precisamos concluir os itens da agenda do CMR; pois já estamos em contagem regressiva para o culto de abertura da XVII Concílio Regional. Portanto, parafraseando um antigo adágio, devo ter em mente que "oração e caldo de galinha não faz mal a ninguém". Nem sempre temos o saboroso e nutritivo caldo de galinha; porém, temos a oração como fonte de suprimento de paz e segurança, para sabermos como lidar com o bem e com o mal. Na verdade, seja na vida espiritual ou material, na vida familiar ou profissional; enfim, qualquer assunto em que estejamos envolvidos ou comprometidos, somente o socorro de Deus em Cristo pode nos preservar.
 
O texto apontado indica que devemos guardar o bom depósito:
 
"Portanto, não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro seu; antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus, Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; E que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho; Para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios. Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia. Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus. Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós."
(2 Timóteo 1:8-14)
 
Isto mesmo! O Espírito Santo é a força motriz que nos mantém de pé e no caminho.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Não há como não clamar


Temos estado, desde a tarde de segunda-feira, no Centro de Convenções John Wesley, com o Conselho Ministerial Regional; reunidos e empenhados em buscar direção e sabedoria do Pai. Os desafios a ser enfrentados e superados são de grandeza diversa. Em meio a uma vasta gama de questões e assuntos ligados à obra de Deus sob nossa responsabilidade; não há como não clamar e prantear um pouco mais aos pés do Senhor. O que nos vale é que buscar a presença do Pai abre um leque de opções e possibilidades que não se esgota. Deus é fiel! Louvo a Deus por Sua graça e cuidado sobre aqueles que O buscam, em espírito em verdade, com profundo temor diante do Deus vivo e eterno!
 
No entanto, não há como não pensar nos diversos pontos de interesse de nossa vida pessoal - família sempre em primeiro lugar - nas preocupações de qualquer pessoa que ama e valoriza este tesouro. Mas... Existem inúmeras áreas de comprometimento em nossa vida (ocupação profissional, estudos, compromissos financeiros, enfim...) que "caminham" ao nosso lado e "dormem" conosco; e tais áreas não podem ficar de fora, no momento em que nos quedamos diante do Pai em oração. Tenho aprendido que se conseguirmos convencer a Deus, quanto à justeza e seriedade da nossa causa, o céu enviará direção e reposta de paz para as ações que precisamos empreender e decisões a serem tomadas.
 
É sempre salutar recorrermos aos salmos:
 
"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.) Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã. Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.) Vinde, contemplai as obras do Senhor; que desolações tem feito na terra! Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo. Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)"
(Salmos 46:1-11)
 
E este salmo traz maravilhosa segurança interior.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Armas da nossa milícia

Foto: Já faz bastante tempo que tenho procurado me refugiar no lugar de oração. Confesso que nem sempre foi assim... Pois, houve dia em minha vida; em que fui tentado a me dar um "descanso" no tocante à necessidade de prostração aos pés do Senhor. Ainda bem que foram surtos rápidos que não modificaram o meu modo de ver a importância do lugar de oração em minha vida (sou um convencido inveterado quando a minha dependência de oração). Mesmo hoje de manhã, enquanto eu orava pela reunião que terei com o CMR, minha mente tentou se desviar do foco da oração - pensando em casos e possíveis decisões - mas, o meu espírito em prontidão se deu conta da sutileza da razão; e tomou as medidas correspondentes ao motivo pelo qual eu estava ali: Orar a Deus sem interferência de espécie alguma.

Existem ações e posturas não aceitáveis no lugar de oração; a dispersão da mente é uma delas. Se é verdade que não podemos evitar certos pensamentos que, de modo sutil, tentam influenciar nossas ações; não é menos verdade que existem meios de contê-los, de modo a não transformá-los em palavras e ações. A Palavra de Deus nos ajuda nesta tarefa, ao nos advertir que "andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo" (2 Coríntios 10:3-5). Este texto indica com clareza, que podemos por o raciocínio sob cativeiro perante o Senhor.

Já faz bastante tempo que tenho procurado me refugiar no lugar de oração. Confesso que nem sempre foi assim... Pois, houve dia em minha vida; em que fui tentado a me dar um "descanso" no tocante à necessidade de prostração aos pés do Senhor. Ainda bem que foram surtos rápidos que não modificaram o meu modo de ver a importância do lugar de oração em minha vida (sou um convencido inveterado quando a minha dependência de oração). Mesmo hoje de manhã, enquanto eu orava pela reunião que terei com o CMR, minha mente tentou se desviar do foco da oração - pensando em casos e possíveis decisões - mas, o meu espírito em prontidão se deu conta da sutileza da razão; e tomou as medidas correspondentes ao motivo pelo qual eu estava ali: Orar a Deus sem interferência de espécie alguma.
 
Existem ações e posturas não aceitáveis no lugar de oração; a dispersão da mente é uma delas. Se é verdade que não podemos evitar certos pensamentos que, de modo sutil, tentam influenciar nossas ações; não é menos verdade que existem meios de conte-los, de modo a não transformá-los em palavras e ações. A Palavra de Deus nos ajuda nesta tarefa, ao nos advertir que "andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo" (2 Coríntios 10:3-5). Observemos que este texto indica com clareza, que podemos manter o nosso raciocínio sob cativeiro perante o Senhor.
 
Neste texto, Jesus nos ensina a orar com eficácia:
 
"Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém."
(Mateus 6:6-13)
 
E a oração do "Pai nosso" é um conjunto de normas para dar legitimidade a nossa oração.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari