quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como ondas de maldade

Foto: Hoje, enquanto eu orava, pedi ao Senhor que me guarde e guarde o seu povo de sentimentos pagãos, perversos e profanos. Fiz questão de formalizar este pedido, por tudo aquilo que tenho visto e ouvido, sobre o crescimento do paganismo no mundo; afetando até mesmo culturas religiosas conservadoras, outrora blindadas em suas convicções. E coisas piores ainda estão por vir, contaminando pessoas sinceras, mas exageradamente ingênuas; pois o paganismo tem procurado se disfarçar de cristão (como muitos fazem hoje em dia), para cumprir com maior eficácia e abrangência sua missão satânica de roubar, matar e destruir. Precisamos nos apegar ao Deus eterno, orando sempre; e não devemos ter dúvida quanto à fonte de toda esta onda de opressão, pois tem origem nas entranhas do próprio inferno.

Quanto aos sentimentos perversos e profanos; eles se manifestam em todos os lugares e nos mais diversos tipos de pessoas. São como ondas de maldade que correm por toda parte, como um caudal maligno que não pode ser contido por declarações ingênuas ou por um conjunto de ações meramente humanas. Na verdade, paganismo, perversidade e profanação são espíritos que procuram se infiltrar em vidas, para torná-las agentes do mal. Então, em sua forma humana, invertem e corrompem valores morais, distorcem e profanam valores espirituais e brutalizam, torturam e exterminam pessoas de bem, até mesmo crianças. E não basta nos munirmos de códigos morais e espirituais, para resistirmos a toda esta maldade; precisamos nos encher do Espírito e nos revestir de toda a armadura de Deus!

Hoje, enquanto eu orava, pedi ao Senhor que me guarde e guarde o seu povo de sentimentos pagãos, perversos e profanos. Fiz questão de formalizar este pedido, por tudo aquilo que tenho visto e ouvido, sobre o crescimento do paganismo no mundo; afetando até mesmo culturas religiosas conservadoras, outrora blindadas em suas convicções. E coisas piores ainda estão por vir, contaminando pessoas sinceras, mas exageradamente ingênuas; pois o paganismo tem procurado se disfarçar de cristão (como muitos fazem hoje em dia), para cumprir com maior eficácia e abrangência sua missão satânica de roubar, matar e destruir. Precisamos nos apegar ao Deus eterno, orando sempre; e não devemos ter dúvida quanto à fonte de toda esta onda de opressão, pois tem origem nas entranhas do próprio inferno.
 
Quanto aos sentimentos perversos e profanos; eles se manifestam em todos os lugares e nos mais diversos tipos de pessoas. São como ondas de maldade que correm por toda parte, como um caudal maligno que não pode ser contido por declarações ingênuas ou por um conjunto de ações meramente humanas. Na verdade, paganismo, perversidade e profanação são espíritos que procuram se infiltrar em vidas, para torná-las agentes do mal. Então, em sua forma humana, invertem e corrompem valores morais, distorcem e profanam valores espirituais e brutalizam, torturam e exterminam pessoas de bem, até mesmo crianças. E não basta nos munirmos de códigos morais e espirituais, para resistirmos a toda esta maldade; precisamos nos encher do Espírito e nos revestir de toda a armadura de Deus!
 
Quem tem olhos de ver, já deve ter notado que a Bíblia está repleta de sinais de alerta:
 
"MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;" (I Timóteo 4.1-2). "SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te."
(II Timóteo 3.1-5)
 
E é bom que se diga que estes sinais foram postos para aviso nosso.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Deus não me obriga a orar

Foto: Hoje de manhã, em meu momento de oração ao Pai; senti o meu coração se encher de prazer por estar perante a face do Deus eterno. Então, com o meu coração pleno de gratidão, cantei este cântico: "Ó que prazer é descansar na força dos Teus braços; é Te escutar em tudo que eu faço; é perceber que estás comigo aqui. Ó que prazer é ser um templo do Espírito Santo; é Te adorar com salmos e com canto, ouvir Tua voz provar do Teu poder! Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu. Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu." Foi um momento de grande felicidade!

Um dos maiores tesouros que carrego comigo, desde os meus primeiros passos no evangelho; é o sentimento de dependência de Deus que tem norteado minha vida e ministério ao longo do tempo. Não sei qual o nível de impacto exercido sobre minha vida, família e ministério pelo fato de eu me apegar a Deus em oração. No entanto, sei muito bem como minha vida certamente seria - com repercussão sobre minha família e ministério - caso minha vida de oração não fosse levada a sério. E o melhor em tudo isto é que, até mesmo minha vida de oração, só tem sido atuante e perseverante devido ao cuidado do Senhor para comigo. Sei que Deus não me obriga a orar; todavia, não é de hoje, Sua voz sempre me conclama à oração.

Hoje de manhã, em meu momento de oração ao Pai - logo no início da minha prostração - senti o meu coração se encher de prazer por poder estar perante a face do Deus eterno. Então, com o meu coração pleno de gratidão, senti inspiração para cantar este cântico: "Ó que prazer é descansar na força dos Teus braços; é Te escutar em tudo que eu faço; é perceber que estás comigo aqui. Ó que prazer é ser um templo do Espírito Santo; é Te adorar com salmos e com canto, ouvir Tua voz provar do Teu poder! Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu. Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu." Nem precisaria dizer que foi um momento de grande felicidade!
 
Um dos maiores tesouros que carrego comigo, desde os meus primeiros passos no evangelho; é o sentimento de dependência de Deus que tem norteado minha vida e ministério ao longo do tempo. Nunca consegui avaliar qual o nível de impacto exercido sobre minha vida, família e ministério resultante do fato de eu me apegar a Deus em oração. No entanto, sei muito bem como minha vida certamente seria - com repercussão sobre minha família e ministério - caso minha vida de oração não fosse levada a sério. E o melhor em tudo isto é que, até mesmo minha vida de oração, eu só consigo ser atuante e perseverante devido ao cuidado do Senhor para comigo e à voz do Espírito Santo soando em meu íntimo. Sei que Deus jamais nos obriga a orar; todavia, não é de hoje, Sua voz sempre me conclama à oração.
 
Quanta beleza e confiança este salmo inspira! "OUVE, ó Deus, o meu clamor; atende à minha oração. Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu. Pois tens sido um refúgio para mim, e uma torre forte contra o inimigo. Habitarei no teu tabernáculo para sempre; abrigar-me-ei no esconderijo das tuas asas. (Selá.) Pois tu, ó Deus, ouviste os meus votos; deste-me a herança dos que temem o teu nome. Prolongarás os dias do rei; e os seus anos serão como muitas gerações. Ele permanecerá diante de Deus para sempre; prepara-lhe misericórdia e verdade que o preservem. Assim cantarei louvores ao teu nome perpetuamente, para pagar os meus votos de dia em dia." (Salmo 61.1-8). Louvo a Deus por ter tão edificante base para sustentar minha esperança!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Dois tipos de morte

Foto: Hoje, após orar, interceder e agradecer a Deus por me permitir contemplar realidades e verdades fora do alcance da visão comum; fiquei a pensar neste momento da história humana... Não me senti confortável com o que vi. Vi dois tipos de morte crescer entre os cristãos: Vi morte física dos que são martirizados por sua fé, em diversos países, onde o ódio recrudesce contra os que adotaram Jesus como seu Senhor e a Bíblia como seu livro. E vi morte espiritual dos que são açodados pelo espírito de engano, em países chamados cristãos; adotando os costumes mundanos anunciados por muitos, como "direitos legítimos" a serem desfrutados "pela fé"; como se o mundo fosse um grande parque de diversões para os "crentes com fé".

Em meio a tudo isso; vejo crescer em nossa nação, os que aplaudem os bebedores de bebida forte cantando "louvores" ao nome de Jesus, em palcos profanos; sob as danças sensuais de moças semi-nuas, o frenesi de uma plateia que vai às raias da loucura e o sorriso consensual de cristãos coniventes e complacentes com tão ousada inversão de valores. Infelizmente, para nosso mal, muitos crentes, outrora piedosos - confundidos que são pelo espírito de engano - chamam este espetáculo, de péssimo gosto, de evangelização contextual; como se a menção do nome de Jesus por pessoas profanas e em ambientes profanos, fosse fórmula para a salvação de perdidos que demonstram querer continuar perdidos. Misericórdia!

Hoje, após orar, interceder e agradecer a Deus por me permitir contemplar realidades e verdades fora do alcance da visão comum; fiquei a pensar neste momento da história humana... Não me senti confortável com o que vi. É que, em minha observação, eu pude ver dois tipos de morte crescer entre os cristãos: Vi a morte física dos que são martirizados por sua fé em diversos países intolerantes, onde o ódio recrudesce contra os que adotaram Jesus como seu Senhor e a Bíblia como seu livro. E vi a morte espiritual dos que são açodados pelo espírito de engano, em países chamados cristãos; adotando os costumes mundanos anunciados por muitos oportunistas, como "direitos legítimos" a serem desfrutados "pela fé"; como se o mundo fosse um parque de diversões para atender os "crentes poderosos".
 
Em meio a tudo isso; vejo crescer em nossa nação, o número de crentes que aplaudem os bebedores de bebida forte cantando "louvores" ao nome de Jesus, em palcos profanos; em meio às danças sensuais de moças em trajes sumários, o frenesi de uma plateia que vai às raias da loucura e o sorriso consensual de cristãos coniventes e complacentes com tão ousada inversão de valores, em sua tentativa de mesclar o santo com o profano. Infelizmente, para nosso mal, muitos crentes, outrora piedosos - confundidos que são pelo espírito de engano - chamam este espetáculo de péssimo gosto, de evangelização contextual; como se a menção do nome de Jesus por pessoas profanas e em ambientes profanos, fosse fórmula para a salvação de perdidos que demonstram querer continuar perdidos. Misericórdia!
 
Este texto bíblico é um incentivo a quem deseja andar com retidão no caminho do Senhor: "PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado." (Hebreus 12.1-4). O texto nos exorta a deixar, não apenas o pecado, mas também os embaraços.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Quão Importante é orar

Foto: Tenho observado que não são poucos os irmãos que me rotulam de "homem de oração". Sempre que ouço algo assim, lamento em meu íntimo por não corresponder ao rótulo. Em resposta a isto já tenho dito, inúmeras vezes, que eu sou simplesmente um homem que ora. Ao longo de minha vida, tenho aprendido o quão importante é orar; pois todos os conflitos que enfrentamos nesta vida, estão afetos a problemas espirituais; como se eles estivessem ligados entre si por um fio invisível. É assim que eu creio; é assim que eu vivo; é assim que eu me resguardo, buscando em Deus o meu socorro.

Não é de hoje, tenho percebido que aquele problema entre marido e esposa, entre pais e filhos, entre vizinhos e outros, têm relação direta ou indireta com a vida espiritual. Enfim; os problemas crônicos em muitos relacionamentos inter-pessoais, não se resolvem apenas com o levantar de uma bandeira branca entre as partes conflitantes; ou mesmo quando conseguem selar um acordo de paz entre si. Tenho aprendido que a oração tem o dom de acalmar os ânimos exaltados; na justa medida em que promove a paz de espírito, rompendo a beligerância e promovendo a harmonia que só Cristo pode dar.

Tenho observado que não são poucos os irmãos que me rotulam de "homem de oração". Sempre que ouço algo assim, lamento em meu íntimo por não corresponder ao rótulo. Em resposta a isto já tenho dito, inúmeras vezes, que eu sou simplesmente um homem que ora. Ao longo de minha vida, tenho aprendido o quão importante é orar; pois todos os conflitos que enfrentamos nesta vida, estão afetos a problemas espirituais; como se eles estivessem ligados entre si por um fio invisível. É assim que eu creio; é assim que eu vivo; é assim que eu me resguardo, buscando em Deus o meu socorro.
 
Não é de hoje, tenho percebido que aquele problema entre marido e esposa, entre pais e filhos, entre vizinhos e outros, têm relação direta ou indireta com a vida espiritual. Enfim; os problemas crônicos em muitos relacionamentos interpessoais, não se resolvem apenas com o levantar de uma bandeira branca entre as partes conflitantes; ou mesmo quando conseguem selar um acordo de paz entre si. Tenho aprendido que a oração tem o dom de acalmar os ânimos exaltados; na justa medida em que promove a paz de espírito, rompendo a beligerância e promovendo a harmonia que só Cristo pode dar.
 
Todos nós devemos atentar para este importante ensinamento de Jesus:
 
"Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus."
(Mateus 5.43-48)
 
Nele aprendemos que amor e bondade precedem a oração bem sucedida.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

domingo, 14 de setembro de 2014

Cativos da maledicência

Foto: Algumas vezes, fico a pensar nas inúmeras ocasiões em que me deparei com pessoas que são cativas do espírito de maledicência. E não estou aqui me referindo àqueles que foram injuriados ou difamados por alguém e que - marcados pela agressão - resolvem "dar o troco". Embora isto seja também uma prisão espiritual em que o ofendido se "amarra" ao seu ofensor, na justa medida em que revida ao golpe sofrido, usando a mesma "arma" com que foi ferido; tal procedimento ainda não é o mal maior, ainda que cause estrago. Ao fazer menção dos cativos da maledicência, estou pensando naqueles que não têm uma aparente razão - objetiva ou subjetiva - para criticar ou difamar alguém; mas vive a fazer isto em sua rotina de vida, mantendo-se em cativeiro; como se este fosse um destino do qual não conseguem se livrar.

Tenho percebido que em todo lugar existem pessoas assim (igrejas, empresas, instituições, famílias). É como se vivessem um tipo de escravidão; sendo torturadas pelo aguilhão do espírito de maledicência, na justa medida em que injuriam até mesmo as pessoas que amam; acutiladas que são pelo ferrão da difamação. Me preocupo com pessoas assim... Que não conseguem conversar com uma pessoa sem falar mal de outra. É como se carregassem uma bolsa de absinto a tiracolo; sem conseguirem se desvencilhar dela. Sendo incômodas e temidas até mesmo por aqueles com quem convivem, seguem o seu curso - tal e qual um daqueles zumbis de alguns filmes - buscando morder alguém sem olhar a quem. Porém, nem tudo está perdido! Pois Jesus veio ao mundo para nos livrar de todo tipo de prisão.

Algumas vezes, fico a pensar nas inúmeras ocasiões em que me deparei com pessoas que são cativas do espírito de maledicência. E não estou aqui me referindo àqueles que foram injuriados ou difamados por alguém; e que - marcados pela agressão - resolvem "dar o troco". Embora isto seja também uma prisão espiritual em que o ofendido se "amarra" ao seu ofensor, na justa medida em que revida ao golpe sofrido, usando a mesma "arma" com que foi ferido; tal procedimento ainda não é o mal maior, ainda que cause estrago. Ao fazer menção dos cativos da maledicência, estou pensando naqueles que não têm uma razão - objetiva ou subjetiva - para criticar ou difamar alguém; mas vive a fazer isto em sua rotina de vida, mantendo-se em cativeiro; como se este fosse um destino do qual não conseguem se livrar.
 
Tenho percebido que em todo lugar existem pessoas assim (igrejas, empresas, instituições, famílias). É como se vivessem um tipo de escravidão; sendo torturadas pelo aguilhão do espírito de maledicência, na justa medida em que injuriam até mesmo as pessoas que amam; acutiladas que são pelo ferrão da difamação. Me preocupo com pessoas assim... Que não conseguem conversar com uma pessoa sem falar mal de outra. É como se carregassem uma bolsa de absinto a tiracolo; sem conseguirem se desvencilhar dela. Sendo incômodas e temidas até mesmo por aqueles com quem convivem, seguem o seu curso - tal e qual um daqueles zumbis de alguns filmes - buscando morder alguém sem olhar a quem. Porém, nem tudo está perdido! Pois Jesus veio ao mundo para nos livrar deste e de outros tipos de prisão.
 
Neste texto da Bíblia, percebemos que o foco maior é a sujeição a Deus; e a advertência maior é quanto ao pecado da maledicência: "Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará. Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?" (Tiago 4.7-12). É bom refletirmos sobre isto, antes de falarmos mal de alguém.
 
Cordialmente
Bispo Calegari

sábado, 13 de setembro de 2014

Dever imperioso dos pais

Foto: Hoje, ao me levantar, senti forte desejo de orar por meus filhos; não apenas oração de intercessão por suas vidas (coisa que sempre faço); mas, sobretudo, um forte sentimento de gratidão a Deus, pela vida de cada um deles. Acredito que todos os pais que sevem a Deus, fazem isto quase que instintivamente (aqueles que não fazem, deveriam fazer; pois os filhos dependem muito das orações dos pais). Sei que, assim como em todas as famílias, meus quatro filhos são diferentes entre si (penso que nem mesmos os gêmeos idênticos conseguem ser iguais). No entanto, mesmo em seu modo diferente de ser, são amados igualmente; pois esta vocação para amar os filhos nós herdamos do próprio Deus, que nos ama indistintamente. Portanto, gratidão a Deus pelos filhos é dever imperioso dos pais.

Obrigado, Senhor, pela vida dos meus quatro filhos - Sebastiao Calegari, Elizeu Calegari, Missionário Ezequiel e Daniela Calegari. Sou grato a Ti pelas noras, Simone Calegari e Synara Bastos Calegari; e pelo genro Alessandro Rosendo, que me deste através deles. Também sou grato, Senhor, por minhas cinco netas e dois netos, frutos deles. Sei que eles enfrentam lutas e que nem sempre posso ajuda-los em seus momentos difíceis; mas... Ainda bem que posso orar em favor deles, ciente de que minhas orações podem turbinar a graça e a unção que os tornarão mais hábeis e eficazes em suas lutas e desafios. Digo isto, querido Pai, pois sei que uma oração gemida feita por pais aliançados contigo, podem fazer a diferença entre o fracasso e a vitória de seus filhos, quando são ameaçados e provados neste mundo.

Hoje, ao me levantar, senti forte desejo de orar por meus filhos; não apenas oração de intercessão por suas vidas (coisa que sempre faço); mas, sobretudo, um forte sentimento de gratidão a Deus, pela vida de cada um deles. Acredito que todos os pais que sevem a Deus, fazem isto quase que instintivamente (aqueles que não fazem, deveriam fazer; pois os filhos dependem muito das orações dos pais). Sei que, assim como em todas as famílias, meus quatro filhos são diferentes entre si (penso que nem mesmos os gêmeos idênticos conseguem ser iguais). No entanto, mesmo em seu modo diferente de ser, são amados igualmente; pois esta vocação para amar os filhos nós herdamos do próprio Deus, que nos ama indistintamente. Portanto, gratidão a Deus pelos filhos é dever imperioso dos pais.
 
Obrigado, Senhor, pela vida dos meus quatro filhos - Sebastião Calegari, Elizeu Calegari, Missionário Ezequiel e Daniela Calegari. Sou grato a Ti pelas noras, Simone Calegari e Synara Bastos Calegari; e pelo genro Alessandro Rosendo, que me deste através deles. Também sou grato, Senhor, por minhas cinco netas e dois netos, frutos deles. Sei que eles enfrentam lutas e que nem sempre posso ajuda-los em seus momentos difíceis; mas... Ainda bem que posso orar em favor deles, ciente de que minhas orações podem turbinar a graça e a unção que os tornarão mais hábeis e eficazes em suas lutas e desafios. Digo isto, querido Pai, pois sei que uma oração gemida feita por pais aliançados contigo, podem fazer a diferença entre o fracasso e a vitória de seus filhos, quando são ameaçados e provados neste mundo.
 
Todos os pais cristãos deveriam meditar na oração de Ana: "E disse ela: Ah, meu senhor, viva a tua alma, meu SENHOR; eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, para orar ao SENHOR. Por este menino orava eu; e o SENHOR atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito. Por isso também ao SENHOR eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao SENHOR foi pedido. E adorou ali ao SENHOR. ENTÃO orou Ana, e disse: O meu coração exulta ao SENHOR, o meu poder está exaltado no SENHOR; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. Não há santo como o SENHOR; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus." (I Samuel 1.26-28; 2.1-2). Ela mal podia imaginar que sua fervente oração iria gerar o grande profeta Samuel.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Retalhos e lembranças

Foto: Existem dias em que, em oramos; mal conseguimos formular uma frase, face ao pranto inevitável. Hoje foi assim comigo. No entanto, sempre aprendemos algo em ocasiões assim. E hoje, como se uma janela panorâmica se abrisse, pude ver e aprender algumas coisas. Na verdade, qualquer lágrima derramada e esforço feito - quando se traduz em revelação e conhecimento - se torna altamente compensador ao coração que se deixa quebrantar e invadir pelo agir de Deus. Aleluia! Estou certo de que a eternidade será de algum modo marcada pelos retalhos e lembranças que levamos conosco, de momentos de profunda comunhão com Deus quando fazemos como Maria de Betânia; nos quedando, mansos e contritos, aos pés do Senhor.

Hoje, assim posicionado, percebi algo em que ainda não havia sequer pensado. E pude entender melhor a dor causada por traumas e lembranças do passado. Isso mesmo! A mágoa que se apega ao coração humano, assim como as cracas ao calado de um barco, vive a atualizar as dores causadas por fatos que não mais existem; a não ser na lembrança de quem teima em mante-los em vivos. Ao refletir sobre isto, o Espírito Santo me mostrou que as dores causadas por agressões e injustiças são dores pontuais, circunscritas ao momento em que se manifestaram. Então, aprendi que elas devem ser deixadas lá atrás, sem nos acompanhar ao longo da vida. Enfim, devem ser varridas com firmeza para o espaço exterior do nosso ser.

Existem dias em que, ao começarmos a orar, mal conseguimos formular uma frase; embargados que somos face ao pranto inevitável. Hoje foi assim comigo. No entanto, sempre aprendemos algo em ocasiões assim. E hoje foi como se uma janela panorâmica se abrisse; então, pude ver e aprender algumas lições importantes. Na verdade, qualquer lágrima derramada ou esforço feito - quando se traduz em revelação e conhecimento - se torna altamente compensador ao coração que se deixa quebrantar e invadir pelo agir de Deus. Aleluia! Estou certo de que a eternidade será de algum modo marcada pelos retalhos e lembranças que levamos conosco, de momentos de profunda comunhão com Deus; quando fazemos como Maria em Betânia; nos quedando, mansos e contritos, aos pés do Senhor.
 
Hoje, assim posicionado, percebi algo em que eu ainda não havia sequer pensado. Então, pude entender melhor a dor causada por traumas e lembranças de um passado conturbado. Isso mesmo! Aquela mágoa que se apega ao coração humano - assim como as cracas ao calado de um barco - vive sempre a atualizar as dores causadas por fatos que não mais existem, a não ser na lembrança de quem insiste em conservar os mesmos vivos em seu íntimo. Ao refletir sobre isto, o Espírito Santo me mostrou que as dores causadas por agressões e injustiças são dores pontuais, circunscritas ao momento em que se manifestaram. Então, aprendi que elas devem ser deixadas lá atrás, sem nos acompanhar ao longo da vida. Enfim, devem ser varridas com firmeza para o espaço exterior do nosso ser.
 
Portanto, este deve ser o modo de um filho de Deus proceder: "Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o SENHOR. Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." (Filipenses 4.4-8). Enfim, uma vida cheia destes valores, não terá lugar para ressentimento e mágoa em seu interior.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari