domingo, 8 de julho de 2012

Casamento


 Ao ler ontem uma postagem feita por meu filho, Pastor Sebastião Calegari, em homenagem a sua esposa Simone Calegari - declarando-lhe amor e gratidão - fiquei a refletir sobre o casamento; e sobre o modo como ele se concretiza; sobre aquilo que ele representa... E isso me levou a pensar em meu próprio casamento. Então, cheguei a conclusão que o meu encontro com Maria Célia Calegari não foi simplesmente um encontro entre duas pessoas que se procuravam, em um dia claro ou em uma noite escura. Até porque, nos encontramos em um templo. Foi muito mais do que isso. Na verdade, Deus nos aproximou e nos fez ver, um no outro, a parte que faltava em nós - sendo pelo outro completada.

Sobre a assertiva de que o casamento é uma instituição divina; eu acredito que a grande maioria dos cristãos já está perfeitamente inteirada disso. As Escrituras Sagradas não deixam a menor dúvida quanto ao fato de que Deus mesmo instituiu o casamento, determinando que o mesmo seja uma relação monogâmica, heterossexual e "até que a morte nos separe". Todos aqueles que acompanham pela grande Mídia, os grandes debates que vem sendo travados sobre esta questão, já devem ter percebido que aquilo que hoje se pretende é desconstruir a família nos moldes da Palavra de Deus. 

Freqüentemente vemos pessoas defenderem pontos-de-vista totalmente incompatíveis com o modelo original e único de família. E os que assim fazem, tentam passar, de modo subliminar, a falsa idéia de que a maioria da sociedade deseja isso. Todavia, não é bem assim! O 'Aurélio' define casamento como substantivo masculino; que significa a união solene entre duas pessoas de sexos diferentes, com legitimação civil e/ou religiosa. E, em sua definição, ele não está apenas emitindo opinião baseada na lei. Na verdade, ele está expondo a posição - de direito e de fato - do que é o matrimônio à luz da lei de Deus.
Enfim, ao pensar neste tão importante tema, percebo que os laços do matrimônio não podem ser simplesmente desatados. Por se cristalizarem quando atados, eles se quebram ante a insistência em se tentar desprendê-los. E quando a ruptura é consumada, pode provocar desajustes com conseqüências imprevisíveis... Mas, sempre dolorosas. Ao declarar que não se pode separar o que Deus uniu; a Bíblia não está afirmando que um casamento não pode se acabar. E sim, que duas vidas unidas por Deus não devem se separar; sob pena de grande e prolongado sofrimento. Infelizmente, estamos a assistir isso com freqüência cada vez maior; e com pessoas magoadas e infelizes de ambos os lados.

Cordialmente;
Bispo Calegari

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Andando com Deus


"E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém. E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou" 
(Gênesis 5.21-24)

Durante todos estes anos em que sigo meu Mestre e Senhor, Jesus de Nazaré, tenho descoberto que o mais importante na jornada cristã, não é tão somente andar no caminho de Deus; e, sim, andar com Deus no caminho. Durante o tempo em que percorro este caminho, tenho percebido que muitos cristãos andam por ele, como se estivesse procurando uma direção diferente daquela proposta por Deus. E, ao que tudo indica, sem a menor noção do nível de responsabilidade e de comprometimento que isso implica.

Quando nos contentamos 'apenas' em andar no caminho de Deus - procurando conservar conosco práticas e costumes que não tem nada a ver com a vontade soberana de Deus - corremos o risco de enveredar por bifurcações e atalhos que podem nos desviar do rumo e nos levar a 'lugar nenhum'. É que não há como nos mantermos na vereda da Vida sem a companhia do Senhor. No entanto, esta companhia é condicionada por dois importantes requisitos: afinidade e companheirismo. Não nos esqueçamos disso!

O fato que tornou a pessoa de Enoque um personagem único entre os de sua linhagem; é que ele andou com Deus. O texto da a entender que enoque passou a andar com Deus depois de ter gerado Matusalém. E foram muitos anos andando com Deus; até que Deus para Si o tomou. E tenho plena certeza de que esta é a atitude que Deus espera de cada um de nós: A disposição de seguirmos de mãos dadas com Ele! Também estou plenamente seguro de que este é o "gran finale" para aqueles que persistem em andar com Deus, segurando Sua mão e seguindo Seus passos: Serão tomados pelo próprio Deus!

"Agora, pois, se tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber o teu caminho, e conhecer-te-ei, para que ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é o teu povo. Disse pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar. Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui. Como, pois, se saberá agora que tenho achado graça aos teus olhos, eu e o teu povo? Acaso não é por andares tu conosco, de modo a sermos separados, eu e o teu povo, de todos os povos que há sobre a face da terra? Então disse o SENHOR a Moisés: Farei também isto, que tens dito; porquanto achaste graça aos meus olhos, e te conheço por nome"
 (Êxodo 33.13-17)

Cordialmente;
Bispo Calegari

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Sobre o Sermão de Jonathan Edwards


"Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo. Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente"
(II Timóteo 2.3-5)

Alguns dias atrás, o Pastor Elizeu Gomes fez a seguinte postagem: "Visitei os locais onde passou JONATHAN EDWARDS o avivalista que abalou os Estados Unidos em 1700. Autor da mensagem: 'Pecadores nas mãos de um Deus irado!' - o sermão que abalou os EUA!". Senti alegria e emoção ao ler o post; pois conheço tanto a história como o famoso sermão de Jonathan Edwards. E fiquei a pensar...

Na altura, ao comentar a postagem do querido Pastor e Cantor Elizeu Gomes, declarei que existem anos-luz de distância entre o sermão pregado por Jonathan Edwards, e muitos dos sermões pregados nos dias de hoje - em tom mercantilista - que negociam com o reino de Deus e os valores espirituais; oferecendo vantagens e conquistas, como se fossem artigos de promoção vendidos em super-mercado.

E nem mesmo os templos escapam desta voracidade comercial. Não quero aqui generalizar... Ou, parecer obtuso em meu modo de ver as atividades sociais de uma igreja. Entretanto, até onde vejo, nem mesmo os templos escapam de uma crescente e voraz atividade comercial que chega a assustar! E assim vemos que os balcões de alguns templos foram, aos poucos, se transformando em balcões de negócios - como se o fim justificasse os meios - onde quase tudo pode ser vendido... Ou, trocado por dinheiro.

No entanto, não sou juiz nem me sinto apto para julgar. Até admito que posso estar exagerando nas afirmações que faço. E as vezes me surpreendo a mim mesmo; procurando sentido quando alguns defendem tais condutas, sob a alegação de que os tempos são outros. Todavia, estou convencido de que os princípios do Evangelho de Cristo são imutáveis. E neles não encontramos bases para esta mudança de rumo de muitos pregadores; nem nada parecido com o que é enfatizado em muitos sermões de hoje.

Infelizmente, cresce no espirito de muitos obreiros cristãos o conceito de que o Reino de Deus é sobretudo um reino de vida abastada e sarada - de opulência e poder temporal - não havendo nele lugar para fracos, pobres e doentes. E, em linha com esta tendência, muitos vão tentando aos poucos transformá-lo em um reino de bons negócios. É como se os "negócios desta vida" estivessem embaraçando muitos pregadores - a ponto de se esquecerem do seu verdadeiro chamado - de tal modo anestesiados com este tempo de 'promessas de riquezas', que nem percebem que já se perderam!

"Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores"
(I Timóteo 6.10)

Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Com Deus e com os homens


Levantei-me agora do lugar de oração. Não consigo descrever o que senti enquanto orava, por mais que eu queira! São aqueles momentos que nos fazem sentir como se estivéssemos na antecâmara do céu. Refleti sobre minha participação no Retiro de Pastores da IV Região - e agradeci a Deus! Fui tomado por um sentimento de profunda gratidão ao Pai, por minha voz ter sido ouvida... Nas duas vezes que falei!

No culto de abertura deste abençoado Retiro de Pastores, sexta-feira a noite, falei com os homens sobre Deus. Falei com eles sobre honra e deserto; sobre os imperativos do chamado... E, sei que fui ouvido. Senti em meu espírito, que a voz de Deus fluía em meus lábios - como a luz refletida em um espelho e projetada sobre as pessoas - sendo ouvida com sede e desejo pelos obreiros e obreiras que ali estavam.

No culto de encerramento - domingo de manhã - após a mensagem do Bispo Elisiário, falei com Deus sobre os homens. Falei com Ele, em minha pequenez, sobre sentimentos e limitações... E, sei que fui ouvido. Senti em meu espírito, que a voz do homem fluía em meus lábios - como luz refletida em um espelho e projetada no Infinito - sendo ouvida com atenção e amor pelo Deus eterno presente entre nós.

Então... Que mais preciso querer da vida? Se tenho o Deus eterno e Seus homens especiais ao meu lado - cercando-me com calor e simpatia - em momentos como aquele? Este precioso instante que passei diante do Senhor, me fez sentir que preciso orar e fazer um pouco mais, a tempo e fora de tempo, em prol daquelas pessoas tão especiais como nós que estão do outro lado - fora da Porta - carentes de Vida.

Cordialmente;
Bispo Calegari

terça-feira, 3 de julho de 2012

Bispos e o Conselho Geral em Rondônia


Enfim, retornamos do Sul de Rondônia, para a cidade de Porto Velho. E, iniciamos a contagem regressiva desta nossa visita a IV Região da IMW. Mesmo ante a exiguidade do tempo, conseguimos agendar nossa visita em mais duas igrejas - além daquelas que já havíamos visitado - para pregar a Palavra de Deus.

Deus me concedeu a honra de pregar a palavra de Deus na IMW da Av. Jorge Teixeira, na comemoração do seu terceiro ano de existência. Tivemos também a presença do Bispo Jamir e Mara, nos prestigiando nesta visita. Sentimos grande alegria em poder abraçar o querido Pastor George e sua esposa Selma; além de vários irmãos. Foi um culto marcado por cansaço, devido às longas viagens que fizemos.

Deus nos permitiu pregar também na IMW do Areal (estas duas igrejas foram plantadas na gestão do nosso filho Pastor Calegari, quando esteve à frente da IMW Central de PVH). Rever o querido Pastor Rogério Garbin e sua esposa Shirley nos alegrou muito; ele foi nosso primeiro secretário, quando organizamos a IV Região. Em ambos os cultos - além de poder ministrar a Palavra do Senhor - tivemos a oportunidade de relembrar fatos interessantes, relacionados com nossa missão no norte do Brasil.

Passamos, também, alguns dias no balneário "Três Capelas"; em uma extensa agenda da Liderança Geral da Igreja Metodista Wesleyana. Na reunião do Colégio Episcopal, além de mim, estavam presentes os Bispos: Elisiário Alves dos Santos e sua esposa Lúcia; Sinvaldo Coelho e sua esposa Márcia; José Damião e sua esposa Gleci; Roberto Amaral e sua esposa Márcia; Anderson Caleb; e o nosso anfitrião - Bispo Jamir e sua esposa Mara. Ausente apenas o Bispo Oseias, sem condições de vir de Portugal.

E, na reunião do Conselho Geral - além dos bispos - anotamos também a presença dos seguintes Secretários Gerais: Pastor José Admar, de Finanças; Pastor Geraldo Lúcio, de Educação Cristã; Pastor Amilton Chaves, de Missões; e o Pastor Mafra, de Ação Social. A ausência do Pastor Vitor Claveland, de Administração, foi devido ao fato de estar convalescendo de uma cirurgia feita recentemente.

De sexta-feira a domingo, tivemos o Retiro de Pastores, Esposas e Missionárias - no Acampamento "Rancho de Profetas", da IMW de Nova Floresta. Obreiros do Amazonas, Rondônia e Acre estiveram presentes; exceção feita aos obreiros de Roraima e do Amapá que não puderam vir. Todos os obreiros participantes tiveram um tratamento VIP; tanto em termos de alimentação e atendimento, como no nível das ministrações. E eu não tenho a menor dúvida de que Deus falou com todos nós naqueles dias.

Cordialmente;
Bispo Calegari

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A honra e o deserto

“E logo o Espírito o impeliu para o deserto. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam”
(Marcos 1.12-13)
 
Ontem ministrei no Retiro de Pastores da IV Região. Discorri sobre o deserto e a honra no ministério. Posso garantir que não é tão simples lidar com estes dois opostos. Ao longo dos meus 44 anos de ministério, tenho lidado - tanto com a honra como com o deserto - e tirado lições importantes para minha vida. Nas diversas missões que recebi do Senhor; sempre encontrei tipos variados de deserto pela frente!

Tenho que admitir que fui alvo de honras terrenas no ministério. Eu me refiro às honras concedidas por pessoas. E qualquer um que me perguntasse se fui honrado como servo de Deus, ouviria minha voz a declarar que eu fui; e muito! E não estou me referindo a algum tipo específico de honra. Na verdade, as honras que os homens nos prestam sempre ultrapassam e vão além dos méritos que porventura tenhamos!

Desde a muito, aprendi que administrar o deserto e a honra no ministério é algo extremamente complexo. São provas que precisam ser entendidas; para, só então, serem enfrentadas de modo correto. Desde muito cedo, em meu ministério, tenho aprendido que é muito mais fácil lidar com a honra, do que com o deserto causticante. No entanto, posso garantir, as conseqüências produzidas pelo modo equivocado de lidar com a honra são muito mais perigosas do que as feridas adquiridas no deserto mais assustador.

Tenho plena convicção de que as melhores e mais profundas experiências em minha vida, foram obtidas em meio às areias do deserto; e não em meio às honras.  É verdade! Eu aprendi a reconhecer e valorizar a importância do deserto em minha vida. Sempre amadureci ao percorrer toda a sua extensão; pois, é no deserto que somos trabalhados e aprimorados por Deus. Nestes 45 anos da IMW, fui o obreiro mais vezes transferido em suas fileiras; para os mais diversos lugares. E a maioria dessas nomeações, foi um deserto que precisei percorrer – com dor e lágrimas – até que o mesmo viesse a florescer e frutificar!

"E num dia designado, vestindo Herodes as vestes reais, estava assentado no tribunal e lhes fez uma prática. E o povo exclamava: Voz de Deus, e não de homem. E no mesmo instante feriu-o o anjo do Senhor, porque não deu glória a Deus e, comido de bichos, expirou" 
(Atos 12.21-23)

Cordialmente;
Bispo Calegari

domingo, 1 de julho de 2012

Retorno do Vale do Guaporé

 

No sábado ao fim da tarde, saimos de S. Francisco do Guaporé para Novo Horizonte. Durante o trajeto, passamos por um trecho da mata, no qual havia uma enorme quantidade de garças pousadas sobre muitas árvores em um local alagado. Calculei que devia haver milhares de garças preparando-se para dormir. Um grandioso espetáculo! Fiquei deslumbrado e glorifiquei a Deus, por Sua graça em distribuir as belezas naturais de modo tão harmonioso - plantas e pássaros; flores e frutos - incluindo aquelas tão belas e simpáticas garças. Já era noite, quando chegamos em Novo Horizonte, onde encontramos irmãos e obreiros wesleyanos. Conversamos bastante, sobre muitas coisas, e depois fomos dormir; após participarmos de um delicioso jantar preparado pela irmã Neuza.

Na manhã de domingo; saí andando a pé, da casa do Presbítero Nadelson até o templo da IMW de Novo Horizonte, a cerca de quatrocentos metros de distância. Cheguei no horário previsto; mas não havia ninguém além da zeladora. Somente alguns minutos depois é que me apercebi que havia chegado quase uma hora antes, devido a diferença de fuso horário. Tive o prazer de participar da Escola Dominical. Após o relatório da secretária Márcia, me foi concedida a palavra e ministrei para os jovens e adultos. Ao final da EBD estive algum tempo, juntamente com o Pastor Cícero, em casa de um querido casal desta querida igreja; do qual tive o prazer de fazer o casamento a alguns anos atrás.

Depois de almoçarmos com Nadelson e Neuza - e de um ligeiro descanso - Célia e eu viajamos para a cidade de Ouro Preto d'Oeste, em viagem gentilmente patrocinada pelo Pastor Leonardo Brito, SD do Distrito de Rolim de Moura; que nos levou de carro, de Novo Horizonte até Ouro Preto d'Oeste. Depois de uma viagem de cerca de cento e quarenta quilômetros, chegamos nesta igreja que já pastoreei com o culto já iniciado. Senti grande prazer em abraçar o seu pastor - Paulo Menezes - SD do Distrito de Ouro Preto, que estava a nossa espera. Percebemos grande alegria entre o povo com a nossa chegada. Após o culto, a liderança da igreja nos surpreendeu, oferecendo um jantar de alto nível, no Restaurante Cota e Costa. Dali, seguimos com o Pastor Paulo, para repousar no Hotel Brasil.

Na manhã de segunda-feira; depois de uma noite bem dormida, seguimos com os pastores Leonardo Brito e Paulo Menezes - no carro do Diácono Elson - para conhecer a nova casa que o Elson está construindo. Dali, fomos em direção à congregação wesleyana do Jardim Tropical; onde o Pastor Agnaldo, responsavel pela mesma, já estava a nossa espera. Depois de nos ter mostrado tudo e de ter falado sobre seus sonhos; cheguei a conclusão de que é uma obra de fé e de muita dedicação. O novo templo fica quase em frente ao salão de cultos em que os irmãos desta congregação se reunem. Sou grato a Deus pelo ministério e pela visão do Pastor Agnaldo e dos membros da IMW de Ouro Preto d'Oeste.

Em seguida, retornamos ao hotel em que estávamos hospedados; para encontrar o Bispo Jamir - que passava por ali, vindo de S. Miguel do Guaporé para Porto Velho. Ele nos levaria em seu carro, em uma viagem de cerca de 330 quilômetros até Porto Velho. No caminho, passamos pela cidade de Jarú; onde visitamos o Pastor João Batista - titular da IMW de Jaru - e sua esposa; que já nos esperavam com um delicioso suco. Senti-me muito feliz por poder abraçar novamente este companheiro que tive o prazer de introduzir na IMW. Então, depois de colocarmos a conversa em dia (como se isto fosse possivel) seguimos para a cidade de Porto Velho - capital do Estado de Rondônia - em plena região amazônica.

Cordialmente;
Bispo Calegari

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