quinta-feira, 3 de julho de 2014

Preciso da ajuda do Senhor


Enquanto eu estava orando ao Pai, lamentei as obstruções que tentam impedir o meu trânsito entre minhas orações e minhas ocupações diversas... Porém, logo percebi que esta situação é algo normal, previsível; até porque, não existe caminho fácil para nos conduzir ao lugar de oração. A bem da verdade, não existem meios facilitadores para quem deseja se manter em comunhão com Deus. Antes, pelo contrário, o envolvimento com as coisas de Deus é sempre custoso e penoso. No entanto, me conforta o fato de saber que não existe recompensa maior do que a reservada aos que buscam em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça. Todavia, preciso da ajuda do Senhor para perseverar no caminho estreito.
 
Então, nosso maior desafio é ser perseverantes; pois existem tantas "ofertas" de vida fácil e prazerosa conjugada com atividades espirituais... No começo, o motivo alegado é ajudar os que não conhecem a Jesus; oferecendo-lhes algumas facilidades e diversões mundanas conjugadas com o culto a Deus, para ganhá-los para Cristo. Só que, muitas vezes, se dá o efeito inverso; ou seja: Os crentes, mesmo alguns bem consagrados, começam a ser atraídos para o caminho fácil sob a ingênua ilusão de que se trata apenas de brincadeiras "inocentes"; sem perceber o enfraquecimento de suas defesas espirituais. Isto é parecido como o processo da ceva; que habitua os peixes a um certo lugar, até serem fisgados e fritos.
 
Um dos pontos nem sempre observados neste texto; é quanto a existência de "embaraços" (eles chegam a ser tão perigosos quanto o pecado): "PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus." (Hebreus 12.1-2). Na maioria das vezes, os embaraços nos aprisionam e fragilizam de tal modo; que o pecado consegue romper nossas defesas morais e espirituais.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Preciso andar o suficiente


Madrugada fria em S. João del Rey... Em intercessão, bem distante do raiar do novo dia; sabendo que potestades como as encasteladas nesta e em outras cidades de perfil semelhante, só podem ser detidas mediante oração estratégia e constante. Preguei ontem na IMW de Santa Cruz de Minas (cidade limítrofe), onde pude ver os frutos da dedicação de irmãos firmados e perseverantes na Rocha Eterna, que é Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo! Em ocasiões como esta, não tenho palavras que sejam suficientes para louvar a Deus pela vida e desprendimento de minha querida esposa Maria Célia Calegari. Formamos uma equipe de vencedores, disposta a seguir em frente; mesmo quando as circunstâncias não são as melhores. Mas, não nos inibimos com as dificuldades - naturais ou sobrenaturais; pois temos uma missão. Por isso estamos aqui, em nome de Jesus!
 
Foi muito bom termos estado com o Pastor Iankee Berget, SD do Distrito de Lavras, e com o Est. Anderson Carvalho, pastor da IMW de S. João del Rey. Estivemos também com irmãos desta igreja e da IMW de S. Vicente de Minas e Madre de Deus. Acredito que não estamos longe de criar o Distrito de S. João del Rey; pois, vejo com bons olhos, o avanço da igreja neste setor. Preciso me apressar, pois precisamos percorrer noventa km, nesta manhã, para chegarmos em tempo hábil em Lavras, ao encontro dos irmãos que lá nos esperam. Os mineiros do interior gostam de usar um ditado que diz: "O olho do dono é que engorda o boi". Não me sinto dono de nada, portanto, nada a ver com este ditado; a não ser o fato de que - em minha condição de Superintendente Regional - preciso andar o suficiente, de modo a visitar os trabalhos sob minha responsabilidade direta.
 
Este texto deve se constituir em guia seguro para aqueles que desejam ser instrumentos nas mãos de Deus: "E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida. E para estas coisas quem é idôneo? Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus." (II Coríntios 2.14-17). Pois, ele reflete - tal e qual um espelho - a imagem daqueles que fizeram da obra e da vontade de Deus, a razão de ser de sua presença neste mundo.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

terça-feira, 1 de julho de 2014

A oração move os céus


Alguns dias atrás, recebi postagem do irmão Alexandre Barros; a me dizer que tem ouvido muitos comentarem a meu respeito, sobre o crescimento da 2ª Região, e se perguntando como isso acontece? Em resposta, o irmão Alexandre respondeu que a razão é simples: "É um homem que cumpre um dos maiores princípios que se chama ORAÇÃO!" Ao comentar sua postagem, declarei a este amado irmão que ele não disse tudo; mas acertou em tudo o que disse. Na verdade, a oração está na base daquilo que fazemos e alcançamos; não a oração do tipo apelativa, em busca de respostas no âmbito emocional, promovendo momento místico. Portanto, se minhas orações podem ser respondidas e fazer diferença; prefiro usá-las para buscar algo mais objetivo, proveitoso; como, por exemplo, o bem dos que fazem parte de minha vida e a edificação do rebanho a mim confiado.
 
Sei que, pelo conteúdo de meus post's, alguns são convencidos de que sou um homem de oração. Mas já declarei algumas vezes, que não sou um homem de oração; e sim, um homem que ora... Não tanto quanto deveria. Estou ciente de que existem inúmeros cristãos que oram muito mais do que eu; sempre louvo a Deus por estas vidas. Muitas igrejas nem percebem que alguns dos seus mais dedicados membros nem são notados (alguns se assentam nos bancos intermediários e nunca pleiteiam cargos de projeção). São aqueles que mantém vida de oração em favor da igreja, nos bastidores espirituais, intercedendo por sua igreja. Na verdade, aos olhos de Deus, são muito mais intercessores do que alguns líderes de ministério de intercessão. Eles ajudam bastante; muito mais do que eminentes líderes de ministérios de muitas igrejas locais. Eles, sim, são homens e mulheres de oração!
 
Neste texto, aprendemos que a oração move os céus em nosso favor: "E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira, que tu amaldiçoaste, se secou. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus; Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis. E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas." (Marcos 11.21-26). Mas, nele, aprendemos também que a oração perde o efeito, quando brota em uma vida rancorosa, incapaz de perdoar.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Pecado aos olhos de Deus


Mesmo com os crescentes problemas familiares observados em tantos lares cristãos, nestes tempos difíceis, ainda me surpreendo com a pressa de alguns em desfazer sua família, pondo fim ao casamento. Penso que o modo banal a que se reduziu este assunto, tem contribuído para dar aos casais em conflito, a ideia errônea de que a solução dos problemas de desajuste conjugal, está diante de um juiz. Infelizmente, aqueles que optam por este tipo de solução não percebem que, mesmo sendo este o último passo para a dissolução dos laços conjugais; pode ser também o primeiro passo para um nível mais agressivo de problema (mescla de boas e más recordações, filhos convivendo com um drama contagiante, futuro incerto, e por aí vai).
 
Entendo que, em certos casos, dores causadas por agressão verbal e física afetam profundamente o vínculo conjugal; agregando tristeza e angústia a ambas as partes, especialmente o cônjuge ofendido e maltratado pela violência de cônjuge. Em casos assim, o caminho mais indicado é recorrer ao auxílio do pastor ou de irmãos experientes, em busca de oração e aconselhamento. Existem também casos de infidelidade entre casais, quando as partes procuram desafogar suas mágoas em uma aventura extra conjugal. Tal ato não é só loucura; pois a quebra dos votos conjugais é pecado aos olhos de Deus; ainda que justificada por razões de consciência. Em qualquer dos casos, o melhor remédio ainda é o perdão e a reconciliação!
 
Embora o texto em destaque, foque a atitude do esposo; no entanto, ele se aplica também à esposa:
 
"Ainda fazeis isto outra vez, cobrindo o altar do SENHOR de lágrimas, com choro e com gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão. E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança. E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais. Enfadais ao SENHOR com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do SENHOR, e desses é que ele se agrada, ou, onde está o Deus do juízo?"
(Malaquias 2.13-17)
 
Na verdade, o cumprimento dos votos de fidelidade, feitos pelos cônjuges, são responsabilidade de ambos.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

domingo, 29 de junho de 2014

Com o passar do tempo


Hoje, madrugada fria em Belo Horizonte... Mas não me deixei desmotivar - nem pelo frio nem pelo cansaço - pois não devo me abster de buscar a face do Senhor, seja a que pretexto for. Não posso deixar de orar, pois nunca sei o que um novo dia me reserva. Percebi, enquanto iniciava o meu momento de oração, que minha mente tentava me conduzir pelo labirinto das preocupações; mas, graças a Deus, já aprendi a lidar com este tipo de jogo. Coloquei diante do Pai este tipo de objeção - algo aparentemente normal - que tem afligido a vida de oração de muitos crentes. E lamentei o fato de ainda apresentar uma certa resistência ao chegar no lugar de oração. Então, o Senhor me acalmou com Sua voz em meu íntimo.
 
Enquanto eu orava, fui lembrado que - por mais que eu insista - algumas respostas que procuro, não serão imediatas. Então, fui orientado a separar minhas questões em três grupos: O grupo de questões que exigem resposta imediata; o grupo daquelas cujas respostas podem ser dadas a curto e médio prazo; e o grupo das questões que se responderão por si mesmas, com o passar do tempo. Então entendi que: Para as questões que as vezes me surpreendem, preciso buscar sabedoria de Deus na véspera, mesmo sem saber o que vou enfrentar (tal e qual fez Salomão, no episódio das duas mães em litígio por causa do filho morto). Já as questões que não exigem rapidez; elas me dão tempo suficiente para orar.
 
Desafio maior é a questão que se responde por si mesma, ao longo do tempo. E não adianta insistir; pois a resposta será sempre um aflitivo silêncio! "Por que sou assim e não consigo mudar? Por que, mesmo em oração, ainda lido crises na família? Por que o meu problema permanece o mesmo a tanto tempo? Por que vejo outros serem curados mediante minhas orações e eu mesmo não sou?". É... Estas e outras indagações, que todos as vezes nós fazemos, serão respondidas com o tempo. Pedi a Deus que me conceda mansidão e paciência; mas a resposta foi que isto virá com o tempo. Então, pedi ao Senhor que me ajude a aceitar o processo que me aprimora; e a aproveitar a passagem do tempo para amadurecer.
 
Este é um dos textos bíblicos que sempre procuro manter diante dos olhos:
 
"E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte; Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos. Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus."
(Filipenses 3.8-12)
 
Ele tem me ajudado muito, nas diversas provações que tenho enfrentado.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

sábado, 28 de junho de 2014

Prazer e dever na oração


Hoje senti necessidade de orar bem mais cedo que de costume. Não sei a razão, mas... Deus sabe! Após orar ao Pai, fui levado a pensar na relação entre dever e prazer - isto no que tange à oração - e a procurar a relação de causa e efeito entre ambos. Então, me dei conta de que a ida ao lugar de oração é sempre um dever a ser cumprido. Ou seja: Eu tenho o dever de orar, ainda que haja indisposição da minha parte. Ainda que gemendo e me arrastando, preciso buscar a face do Senhor; pois, existem muitos inimigos da oração. Portanto, preciso mesmo orar, ainda que sem vontade; até porque, os inimigos da oração, são meus inimigos também. Assim, não posso deixar minha retaguarda ou meus flancos desguarnecidos!
 
Na expansão do raciocínio, eu pude perceber que, na relação entre o prazer e o dever, o dever sempre vem antes da oração - sendo ele o seu elemento propulsor. Já o prazer vem sempre depois da oração; após sabermos que tudo aquilo que nos afligia e incomodava foi depositado em seu devido lugar - aos pés do Senhor. Deste modo, quando nos dirigimos ao lugar de oração, a sensação é de medo e incerteza; quando saímos dele, após plena rendição aos pés do Senhor, a sensação é de alívio e segurança. Sei de muitos crentes só recorrem à oração, quando movidos por prazer e desejo. Isto é desproporcional! Pois, o dever é quem deve nos conduzir à oração; e, depois dela, o prazer se torna o nosso acompanhante.
 
Para algumas coisas na vida, orar é a melhor atitude; no entanto, em certos casos, orar é a única atitude que resta:
 
"E CONTOU-LHES também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer, Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito. E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?"
(Lucas 18.1-8).
 
Portanto, seja em meio a situações favoráveis ou desfavoráveis, devemos orar sempre!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vida presente e vida futura

Foto: Realmente... Não exagero ao afirmar que o Congresso de Jovens da 2ª Região excedeu todas as expectativas! Vimos o agir sobrenatural de Deus em toda a programação, trazendo alegria e edificação a cerca de setecentos jovens e diversos obreiros que lá estavam. Louvei a Deus; pois, em meio aos jogos da Copa do mundo, considero de grande significado ter um número tão expressivo de jovens no Congresso. Me impressionou sobremodo o nível de comunhão e participação das diversas caravanas. Quero parabenizar a Direção Regional da JUWES 2ª Região, na pessoa do Diretor Vinicius Regiani, que cumpriu com grande eficiência o seu mandato; e desejar à nova Direção Regional, na pessoa da nova Diretora Mariana - de Uberlândia - o exercício de um mandato bem sucedido no Senhor Jesus. No mais, só tenho que louvar a Deus por tudo!

Após uma despedida entre calorosa e triste (desejando que o congresso não terminasse); Maria Célia e eu retornamos à casa. após o tempo gasto entre o "vai e vem" das arrumações (colocando as coisas em seu devido lugar); paramos para tomar um café, ainda no clima do congresso. No entanto, horas depois, Maria Célia e eu ficamos sabendo que a querida e inesquecível irmã Áida Peralta - da IMW de Aveiro/Portugal - partiu ao encontro do Senhor. Ao sermos atingidos pela notícia, Maria Célia e eu ficamos relembrando o carinho e ternura com que ela, seu esposo (também falecido) e sua filha Gloria Peralta sempre nos assistiram. Agora ela descansa nos braços do Pai, com Quem também estaremos no já dia definido em Sua agenda! que o Senhor conforte a família. Glória a Deus, pelos que vivem e pelos que morrem no Senhor!

Realmente... Não exagero ao afirmar que o Congresso de Jovens da 2ª Região excedeu todas as expectativas! Vimos o agir sobrenatural de Deus em toda a programação, trazendo alegria e edificação a cerca de setecentos jovens e diversos obreiros que lá estavam. Louvei a Deus; pois, em meio aos jogos da Copa do mundo, considero de grande significado ter um número tão expressivo de jovens no Congresso. Me impressionou sobremodo o nível de comunhão e participação das diversas caravanas. Quero parabenizar a Direção Regional da JUWES 2ª Região, na pessoa do Diretor Vinícius Regiani, que cumpriu com grande eficiência o seu mandato; e desejar à nova Direção Regional, na pessoa da nova Diretora Mariane - de Uberlândia - o exercício de um mandato bem sucedido no Senhor Jesus. No mais, só tenho que louvar a Deus por tudo!
 
Após uma despedida entre calorosa e triste (desejando que o congresso não terminasse); Maria Célia e eu retornamos à casa. Após o tempo gasto entre o "vai e vem" das arrumações (colocando as coisas em seu devido lugar); paramos para tomar um café, ainda no clima do congresso. No entanto, horas depois, Maria Célia e eu ficamos sabendo que a querida e inesquecível irmã Áida Peralta - da IMW de Aveiro/Portugal - partiu ao encontro do Senhor. Ao sermos atingidos pela notícia, Maria Célia e eu ficamos relembrando o carinho e ternura com que ela, seu esposo (também falecido) e sua filha Gloria Peralta sempre nos assistiram. Agora ela descansa nos braços do Pai, com Quem também estaremos no já dia definido em Sua agenda! Que o Senhor conforte a família. Glória a Deus, pelos que vivem e pelos que morrem no Senhor!
 
Ao longos dos anos, aprendi a acreditar que o maior conforto para um cristão, ante o falecimento de um de seus entes queridos, é aquele que vem pela consolação do Espírito Santo. Como conhecedor da Bíblia, sei que a Palavra de Deus oferece encorajamento e instruções que abrangem todas as circunstâncias e etapas da vida humana - seja alegria ou tristeza; seja vida presente ou vida futura - inclusive a morte: "Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos." (Romanos 14.7-9). E sempre bom saber que somos consolados e confortados por ela. Aleluia!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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