Estou pensar em minha condição de devedor... Está escrito que "Eu sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes." (Rm 1:14); Logo, eu entendo a extensão e os limites desta minha dívida; porém, face ao limite que me foi imposto (pela idade e função) não me sinto em condição de a pagar integralmente... Todos nós estamos em dívida impagável com Jesus.
Ao longo da vida, não há quem não deva algo a alguém... Todos, de algum modo, são devedores... Os filhos aos seus pais, os cônjuges entre si, os ajudados aos ajudadores... Então, nesta longa conta, o mais importante não é o pagamento integral daquilo que devemos; mas sim, o reconhecimento e a gratidão demonstrada aos que sem esperar nada em troca, nos prestaram socorro. Amém.
Na verdade, penso até que esta dívida pode ir sendo amortizada - tanto pela intercessão, e também, por esta obrigação: "Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho" (1 Co 9:16). Então, a nossa eterna dívida, que foi quitada por Jesus, pela perseverança na fé, vai sendo amortizada, Aleluia Senhor!
Temos o testemunho da Bíblia a nos lembrar que "somos devedores, não à carne para viver segundo a carne, porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis." (Rm 8:10-14). Enfim, nossa dívida com Jesus é amortizada pela crucificação do velho homem (Rm 6:6). Amém. https://youtu.be/CFsHAvZNDlI?list=RDCFsHAvZNDlI
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Cordialmente;
Bispo Calegari

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