domingo, 21 de setembro de 2014

Alternância de poderes

Foto: Estamos a alguns dias das eleições; quando os brasileiros, em sua grande maioria, irão até às cabines de votação deixar o seu voto. Eu acredito na democracia representativa; portanto, irei votar. Eu acredito na alternância; portanto, votarei pela mudança. Ao longo de minha vida, aprendi que as pessoas não conseguem ocultar por muito tempo a sua verdadeira natureza; e o governo que temos já demonstrou a sua; o suficiente para que eu perceba que o único projeto que ainda lhe dá alguma credibilidade é o "bolsa família" com o objetivo de chegar ao "fome zero" (não sei se a bolsa chegou às famílias realmente necessitadas, nem se a fome chegou ao marco zero alardeado). Mas... Percebo que precisamos respirar novos ares.

Quando me refiro a novos ares, estou querendo dizer que precisamos de políticas públicas definidas e gerenciadas... Tanto na saúde; que se traduzam em hospitais equipados de profissionais, instrumentos e medicamentos eficientes, para atender as camadas mais humildes; em escolas bem construídas e equipadas, com um corpo docente bem remunerado e qualificado para o cumprimento de sua missão de educar; em segurança pública preparada para lidar com os altos índices de violência, que sempre atinge os mais humildes (é só identificar as maiores vítimas da violência urbana); e no combate à corrupção, em que os condenados sejam exemplarmente punidos, inclusive com a devolução do bem roubado.

Se este governo conseguiu liderar um mutirão que preparou o Brasil para uma esplendorosa Copa, com gastos exagerados e parcos resultados; certamente que teria tido condição de alavancar um mutirão de saúde, educação e segurança pública do mais alto nível, se quisesse de fato fazer isto. Sendo assim, como creio na política de alternância de poderes; nada mais lógico e justo do que - cheio de esperança capaz de vencer o medo - eu optar por votar em um novo governo, no afã de sustentar o meu sonho de ver o Brasil alcançar os patamares a muito perseguidos - conquistados por outras nações deste tão sofrido mundo em que vivemos - e chegar ao nível que governos, até aqui, têm apenas prometido e rapidamente esquecido.

Estamos a alguns dias das eleições; quando os brasileiros, em sua grande maioria, irão até às cabines de votação deixar o seu voto. Eu acredito na democracia representativa; portanto, irei votar. Eu acredito na alternância; portanto, votarei pela mudança. Ao longo de minha vida, aprendi que as pessoas não conseguem ocultar por muito tempo a sua verdadeira natureza; e o governo atual já exibiu a sua; o bastante para que eu veja que o único projeto que ainda lhe dá alguma credibilidade é o "bolsa família" com o objetivo de chegar ao "fome zero" (não sei se a bolsa chegou às famílias realmente necessitadas, nem se a fome chegou ao marco zero alardeado). Mas... Creio que precisamos muito respirar novos ares.
 
Quando me refiro a novos ares, estou querendo dizer que precisamos de políticas públicas definidas e gerenciadas... Tanto na saúde; que se traduzam em hospitais equipados de profissionais, instrumentos e medicamentos eficientes, para atender as camadas mais humildes; em escolas bem construídas e equipadas, com um corpo docente bem remunerado e qualificado para o cumprimento de sua missão de educar; em segurança pública preparada para lidar com os altos índices de violência, que sempre atinge os mais humildes (é só identificar as maiores vítimas da violência urbana); e no combate à corrupção, em que os condenados sejam exemplarmente punidos, inclusive com a devolução do bem roubado do povo.
 
Se este governo conseguiu liderar um mutirão que preparou o Brasil para uma esplendorosa Copa, com gastos exagerados e parcos resultados; certamente que teria tido condição de alavancar um mutirão de saúde, educação e segurança pública do mais alto nível, se quisesse de fato fazer isto. Sendo assim, como creio na política de alternância de poderes; nada mais lógico e justo do que - cheio de esperança capaz de vencer o medo - eu optar por votar em um novo governo, no afã de sustentar o meu sonho de ver o Brasil alcançar os patamares a muito perseguidos - conquistados por outras nações deste tão sofrido mundo em que vivemos - e chegar ao nível que governos, até aqui, têm apenas prometido e rapidamente esquecido.
 
Esta oração de Davi é contextual com nossos dias:
 
"SALVA-NOS, SENHOR, porque faltam os homens bons; porque são poucos os fiéis entre os filhos dos homens. Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobrado. O SENHOR cortará todos os lábios lisonjeiros e a língua que fala soberbamente. Pois dizem: Com a nossa língua prevaleceremos; são nossos os lábios; quem é SENHOR sobre nós? Pela opressão dos pobres, pelo gemido dos necessitados me levantarei agora, diz o SENHOR; porei a salvo aquele para quem eles assopram. As palavras do SENHOR são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes. Tu os guardarás, SENHOR; desta geração os livrarás para sempre. Os ímpios andam por toda parte, quando os mais vis dos filhos dos homens são exaltados."
(Salmo 12.1-8)
 
Que o Senhor nos ajude a eleger governantes íntegros!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

sábado, 20 de setembro de 2014

Vida devocional exemplar

Foto: Nesta manhã, fui levado a pensar na importância de permanecermos no lugar de oração; seja em tempo de guerra, seja em tempo de paz. Pensei em Davi e seu enfraquecimento devocional em tempo de conquista; que ocasionou brecha em sua segurança interior, levando-o a terrível queda moral - manchando sua honra e sua história - produzindo consequências permanentes em sua vida e família. Pensei também em Elias e seu enfraquecimento devocional em tempo de perseguição; que o levou ao desânimo e fuga, afetando profundamente o seu discernimento.

Enquanto eu refletia sobre este assunto, me inspirei no testemunho de dois homens que se mantiveram em oração, independente das circunstâncias. Pensei em Samuel, que em momento algum deixou de orar; cuja vida devocional jamais sofreu alteração em razão das circunstâncias. Também pensei em Daniel, modelo de vida devocional exemplar; mantendo sua rotina de oração, em tempo de guerra e em tempo de paz; estando sob aplausos ou sob cruel perseguição. Então, pensei em todos nós, crentes em Jesus... Que nossas orações jamais sejam impedidas; seja por que motivo for!

Nesta manhã, fui levado a pensar na importância de permanecermos no lugar de oração; seja em tempo de guerra, seja em tempo de paz. Pensei em Davi e seu enfraquecimento devocional em tempo de conquista; que ocasionou brecha em sua segurança interior, levando-o a terrível queda moral - manchando sua honra e sua história - produzindo consequências permanentes em sua vida e família. Pensei também em Elias e seu enfraquecimento devocional em tempo de perseguição; que o levou ao desânimo e fuga, afetando profundamente o seu discernimento.
 
Enquanto eu refletia sobre este assunto, me inspirei no testemunho de dois homens que se mantiveram em oração, independente das circunstâncias. Pensei em Samuel, que em momento algum deixou de orar; cuja vida devocional jamais sofreu alteração em razão das circunstâncias. Também pensei em Daniel, modelo de vida devocional exemplar; mantendo sua rotina de oração, em tempo de guerra e em tempo de paz; estando sob aplausos ou sob cruel perseguição. Então, pensei em todos nós, crentes em Jesus... Que nossas orações jamais sejam impedidas; seja por que motivo for!
 
Sempre me inspiro na leitura do livro do Profeta Daniel.
 
"Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus. Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinaste o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar. Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração."
(Daniel 6.10-13)
 
Com Daniel, aprendemos que orar é sempre a melhor opção.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sequioso por respostas

Foto: Deus eterno; eu sei que me contemplas, enquanto me prostro no lugar de oração, cheio de perguntas, sequioso por respostas. Há tanta coisa que preciso buscar, dar, entender, concluir... Sinto minha pequenez se agigantar, na medida em que me dou conta dos compromissos e responsabilidades que estão sobre minha vida. Percebo que minha natureza rebelde se oferece para resolver "no tranco" os problemas que se manifestam diante de mim, sem que eu os tenha chamado. No entanto, minha razão santificada se pronuncia e sentencia que preciso buscar em Ti as respostas; e esperar em Ti as soluções. Ainda bem que o meu espírito se apegou a Ti com amor.

Enquanto Te busco, sou por Ti levado a pensar naquele pai que acompanha o seu filho, enquanto este ensaia dar os seus primeiros passos... O esforço que faz - o pai sempre próximo - para se por sobre seus pés. Enquanto isso, o pai o vê cair e levantar. As vezes, o toma por uma das mãos para ajudá-lo em seu esforço; outras vezes, o levanta com as duas mãos, levando-o a dar pequenos saltos; mas, nos momentos mais difíceis, o toma no colo e o leva em segurança em meios às crises do seu interior ou ante a rudeza do caminho por onde precisa andar. Então, ficou claro para mim que minha única preocupação deve ser manter meus olhos firmados sempre em Ti.

Deus eterno; eu sei que me contemplas, enquanto me prostro no lugar de oração, cheio de perguntas, sequioso por respostas. Há tanta coisa que preciso buscar, dar, entender, concluir... Sinto minha pequenez se agigantar, na medida em que me dou conta dos compromissos e responsabilidades que estão sobre minha vida. Percebo que minha natureza rebelde se oferece para resolver "no tranco" os problemas que se manifestam diante de mim, sem que eu os tenha chamado. No entanto, minha razão santificada se pronuncia e sentencia que preciso buscar em Ti as respostas; e esperar em Ti as soluções. Ainda bem que o meu espírito se apegou a Ti com amor.
 
Enquanto Te busco, sou por Ti levado a pensar naquele pai que acompanha o seu filho, enquanto este ensaia dar os seus primeiros passos... O esforço que faz - o pai sempre próximo - para se por sobre seus pés. Enquanto isso, o pai o vê cair e levantar. As vezes, o toma por uma das mãos para ajudá-lo em seu esforço; outras vezes, o levanta com as duas mãos, levando-o a dar pequenos saltos; mas, nos momentos mais difíceis, o toma no colo e o leva em segurança em meios às crises do seu interior ou ante a rudeza do caminho por onde precisa andar. Então, ficou claro para mim que minha única preocupação deve ser manter meus olhos firmados sempre em Ti.
 
A Palavra de Deus nos oferece ensino para todas as áreas. Este texto tem o dom de iluminar o nosso entendimento para entender qual a nossa maior necessidade: "PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus." (Hebreus 12.1-2). Nele percebemos que nossa maior necessidade é manter os olhos fitos em Jesus.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como ondas de maldade

Foto: Hoje, enquanto eu orava, pedi ao Senhor que me guarde e guarde o seu povo de sentimentos pagãos, perversos e profanos. Fiz questão de formalizar este pedido, por tudo aquilo que tenho visto e ouvido, sobre o crescimento do paganismo no mundo; afetando até mesmo culturas religiosas conservadoras, outrora blindadas em suas convicções. E coisas piores ainda estão por vir, contaminando pessoas sinceras, mas exageradamente ingênuas; pois o paganismo tem procurado se disfarçar de cristão (como muitos fazem hoje em dia), para cumprir com maior eficácia e abrangência sua missão satânica de roubar, matar e destruir. Precisamos nos apegar ao Deus eterno, orando sempre; e não devemos ter dúvida quanto à fonte de toda esta onda de opressão, pois tem origem nas entranhas do próprio inferno.

Quanto aos sentimentos perversos e profanos; eles se manifestam em todos os lugares e nos mais diversos tipos de pessoas. São como ondas de maldade que correm por toda parte, como um caudal maligno que não pode ser contido por declarações ingênuas ou por um conjunto de ações meramente humanas. Na verdade, paganismo, perversidade e profanação são espíritos que procuram se infiltrar em vidas, para torná-las agentes do mal. Então, em sua forma humana, invertem e corrompem valores morais, distorcem e profanam valores espirituais e brutalizam, torturam e exterminam pessoas de bem, até mesmo crianças. E não basta nos munirmos de códigos morais e espirituais, para resistirmos a toda esta maldade; precisamos nos encher do Espírito e nos revestir de toda a armadura de Deus!

Hoje, enquanto eu orava, pedi ao Senhor que me guarde e guarde o seu povo de sentimentos pagãos, perversos e profanos. Fiz questão de formalizar este pedido, por tudo aquilo que tenho visto e ouvido, sobre o crescimento do paganismo no mundo; afetando até mesmo culturas religiosas conservadoras, outrora blindadas em suas convicções. E coisas piores ainda estão por vir, contaminando pessoas sinceras, mas exageradamente ingênuas; pois o paganismo tem procurado se disfarçar de cristão (como muitos fazem hoje em dia), para cumprir com maior eficácia e abrangência sua missão satânica de roubar, matar e destruir. Precisamos nos apegar ao Deus eterno, orando sempre; e não devemos ter dúvida quanto à fonte de toda esta onda de opressão, pois tem origem nas entranhas do próprio inferno.
 
Quanto aos sentimentos perversos e profanos; eles se manifestam em todos os lugares e nos mais diversos tipos de pessoas. São como ondas de maldade que correm por toda parte, como um caudal maligno que não pode ser contido por declarações ingênuas ou por um conjunto de ações meramente humanas. Na verdade, paganismo, perversidade e profanação são espíritos que procuram se infiltrar em vidas, para torná-las agentes do mal. Então, em sua forma humana, invertem e corrompem valores morais, distorcem e profanam valores espirituais e brutalizam, torturam e exterminam pessoas de bem, até mesmo crianças. E não basta nos munirmos de códigos morais e espirituais, para resistirmos a toda esta maldade; precisamos nos encher do Espírito e nos revestir de toda a armadura de Deus!
 
Quem tem olhos de ver, já deve ter notado que a Bíblia está repleta de sinais de alerta:
 
"MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;" (I Timóteo 4.1-2). "SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te."
(II Timóteo 3.1-5)
 
E é bom que se diga que estes sinais foram postos para aviso nosso.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Deus não me obriga a orar

Foto: Hoje de manhã, em meu momento de oração ao Pai; senti o meu coração se encher de prazer por estar perante a face do Deus eterno. Então, com o meu coração pleno de gratidão, cantei este cântico: "Ó que prazer é descansar na força dos Teus braços; é Te escutar em tudo que eu faço; é perceber que estás comigo aqui. Ó que prazer é ser um templo do Espírito Santo; é Te adorar com salmos e com canto, ouvir Tua voz provar do Teu poder! Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu. Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu." Foi um momento de grande felicidade!

Um dos maiores tesouros que carrego comigo, desde os meus primeiros passos no evangelho; é o sentimento de dependência de Deus que tem norteado minha vida e ministério ao longo do tempo. Não sei qual o nível de impacto exercido sobre minha vida, família e ministério pelo fato de eu me apegar a Deus em oração. No entanto, sei muito bem como minha vida certamente seria - com repercussão sobre minha família e ministério - caso minha vida de oração não fosse levada a sério. E o melhor em tudo isto é que, até mesmo minha vida de oração, só tem sido atuante e perseverante devido ao cuidado do Senhor para comigo. Sei que Deus não me obriga a orar; todavia, não é de hoje, Sua voz sempre me conclama à oração.

Hoje de manhã, em meu momento de oração ao Pai - logo no início da minha prostração - senti o meu coração se encher de prazer por poder estar perante a face do Deus eterno. Então, com o meu coração pleno de gratidão, senti inspiração para cantar este cântico: "Ó que prazer é descansar na força dos Teus braços; é Te escutar em tudo que eu faço; é perceber que estás comigo aqui. Ó que prazer é ser um templo do Espírito Santo; é Te adorar com salmos e com canto, ouvir Tua voz provar do Teu poder! Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu. Ó que prazer é descobrir que andas ao meu lado; sentir Tua mão por toda a caminhada, mostrando sempre a direção do céu." Nem precisaria dizer que foi um momento de grande felicidade!
 
Um dos maiores tesouros que carrego comigo, desde os meus primeiros passos no evangelho; é o sentimento de dependência de Deus que tem norteado minha vida e ministério ao longo do tempo. Nunca consegui avaliar qual o nível de impacto exercido sobre minha vida, família e ministério resultante do fato de eu me apegar a Deus em oração. No entanto, sei muito bem como minha vida certamente seria - com repercussão sobre minha família e ministério - caso minha vida de oração não fosse levada a sério. E o melhor em tudo isto é que, até mesmo minha vida de oração, eu só consigo ser atuante e perseverante devido ao cuidado do Senhor para comigo e à voz do Espírito Santo soando em meu íntimo. Sei que Deus jamais nos obriga a orar; todavia, não é de hoje, Sua voz sempre me conclama à oração.
 
Quanta beleza e confiança este salmo inspira! "OUVE, ó Deus, o meu clamor; atende à minha oração. Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu. Pois tens sido um refúgio para mim, e uma torre forte contra o inimigo. Habitarei no teu tabernáculo para sempre; abrigar-me-ei no esconderijo das tuas asas. (Selá.) Pois tu, ó Deus, ouviste os meus votos; deste-me a herança dos que temem o teu nome. Prolongarás os dias do rei; e os seus anos serão como muitas gerações. Ele permanecerá diante de Deus para sempre; prepara-lhe misericórdia e verdade que o preservem. Assim cantarei louvores ao teu nome perpetuamente, para pagar os meus votos de dia em dia." (Salmo 61.1-8). Louvo a Deus por ter tão edificante base para sustentar minha esperança!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Dois tipos de morte

Foto: Hoje, após orar, interceder e agradecer a Deus por me permitir contemplar realidades e verdades fora do alcance da visão comum; fiquei a pensar neste momento da história humana... Não me senti confortável com o que vi. Vi dois tipos de morte crescer entre os cristãos: Vi morte física dos que são martirizados por sua fé, em diversos países, onde o ódio recrudesce contra os que adotaram Jesus como seu Senhor e a Bíblia como seu livro. E vi morte espiritual dos que são açodados pelo espírito de engano, em países chamados cristãos; adotando os costumes mundanos anunciados por muitos, como "direitos legítimos" a serem desfrutados "pela fé"; como se o mundo fosse um grande parque de diversões para os "crentes com fé".

Em meio a tudo isso; vejo crescer em nossa nação, os que aplaudem os bebedores de bebida forte cantando "louvores" ao nome de Jesus, em palcos profanos; sob as danças sensuais de moças semi-nuas, o frenesi de uma plateia que vai às raias da loucura e o sorriso consensual de cristãos coniventes e complacentes com tão ousada inversão de valores. Infelizmente, para nosso mal, muitos crentes, outrora piedosos - confundidos que são pelo espírito de engano - chamam este espetáculo, de péssimo gosto, de evangelização contextual; como se a menção do nome de Jesus por pessoas profanas e em ambientes profanos, fosse fórmula para a salvação de perdidos que demonstram querer continuar perdidos. Misericórdia!

Hoje, após orar, interceder e agradecer a Deus por me permitir contemplar realidades e verdades fora do alcance da visão comum; fiquei a pensar neste momento da história humana... Não me senti confortável com o que vi. É que, em minha observação, eu pude ver dois tipos de morte crescer entre os cristãos: Vi a morte física dos que são martirizados por sua fé em diversos países intolerantes, onde o ódio recrudesce contra os que adotaram Jesus como seu Senhor e a Bíblia como seu livro. E vi a morte espiritual dos que são açodados pelo espírito de engano, em países chamados cristãos; adotando os costumes mundanos anunciados por muitos oportunistas, como "direitos legítimos" a serem desfrutados "pela fé"; como se o mundo fosse um parque de diversões para atender os "crentes poderosos".
 
Em meio a tudo isso; vejo crescer em nossa nação, o número de crentes que aplaudem os bebedores de bebida forte cantando "louvores" ao nome de Jesus, em palcos profanos; em meio às danças sensuais de moças em trajes sumários, o frenesi de uma plateia que vai às raias da loucura e o sorriso consensual de cristãos coniventes e complacentes com tão ousada inversão de valores, em sua tentativa de mesclar o santo com o profano. Infelizmente, para nosso mal, muitos crentes, outrora piedosos - confundidos que são pelo espírito de engano - chamam este espetáculo de péssimo gosto, de evangelização contextual; como se a menção do nome de Jesus por pessoas profanas e em ambientes profanos, fosse fórmula para a salvação de perdidos que demonstram querer continuar perdidos. Misericórdia!
 
Este texto bíblico é um incentivo a quem deseja andar com retidão no caminho do Senhor: "PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado." (Hebreus 12.1-4). O texto nos exorta a deixar, não apenas o pecado, mas também os embaraços.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Quão Importante é orar

Foto: Tenho observado que não são poucos os irmãos que me rotulam de "homem de oração". Sempre que ouço algo assim, lamento em meu íntimo por não corresponder ao rótulo. Em resposta a isto já tenho dito, inúmeras vezes, que eu sou simplesmente um homem que ora. Ao longo de minha vida, tenho aprendido o quão importante é orar; pois todos os conflitos que enfrentamos nesta vida, estão afetos a problemas espirituais; como se eles estivessem ligados entre si por um fio invisível. É assim que eu creio; é assim que eu vivo; é assim que eu me resguardo, buscando em Deus o meu socorro.

Não é de hoje, tenho percebido que aquele problema entre marido e esposa, entre pais e filhos, entre vizinhos e outros, têm relação direta ou indireta com a vida espiritual. Enfim; os problemas crônicos em muitos relacionamentos inter-pessoais, não se resolvem apenas com o levantar de uma bandeira branca entre as partes conflitantes; ou mesmo quando conseguem selar um acordo de paz entre si. Tenho aprendido que a oração tem o dom de acalmar os ânimos exaltados; na justa medida em que promove a paz de espírito, rompendo a beligerância e promovendo a harmonia que só Cristo pode dar.

Tenho observado que não são poucos os irmãos que me rotulam de "homem de oração". Sempre que ouço algo assim, lamento em meu íntimo por não corresponder ao rótulo. Em resposta a isto já tenho dito, inúmeras vezes, que eu sou simplesmente um homem que ora. Ao longo de minha vida, tenho aprendido o quão importante é orar; pois todos os conflitos que enfrentamos nesta vida, estão afetos a problemas espirituais; como se eles estivessem ligados entre si por um fio invisível. É assim que eu creio; é assim que eu vivo; é assim que eu me resguardo, buscando em Deus o meu socorro.
 
Não é de hoje, tenho percebido que aquele problema entre marido e esposa, entre pais e filhos, entre vizinhos e outros, têm relação direta ou indireta com a vida espiritual. Enfim; os problemas crônicos em muitos relacionamentos interpessoais, não se resolvem apenas com o levantar de uma bandeira branca entre as partes conflitantes; ou mesmo quando conseguem selar um acordo de paz entre si. Tenho aprendido que a oração tem o dom de acalmar os ânimos exaltados; na justa medida em que promove a paz de espírito, rompendo a beligerância e promovendo a harmonia que só Cristo pode dar.
 
Todos nós devemos atentar para este importante ensinamento de Jesus:
 
"Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus."
(Mateus 5.43-48)
 
Nele aprendemos que amor e bondade precedem a oração bem sucedida.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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