terça-feira, 6 de junho de 2017

Nosso nível de oração

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Ao orar ontem de manhã (antes de viajar de volta à casa); agradeci ao Senhor, por ter me permitido falar do Seu amor e em Seu nome. No domingo, preguei na 5ª IMW pela manhã e na IMW do Planalto a noite; em ambas as igrejas, pude sentir o mover do Espírito entre nós (senti calor do fogo em meu coração e gosto do mel em meus lábios). Glória a Deus! Pude rever e abraçar irmãos (antigos e novos); e também abraçar os pastores, Iankee Berget e Adriano Silva - além de Renato Jabor e Marcelo Moraes, em cujas igrejas pregamos. Louvo a Deus por poder ser um servo útil!

Enquanto eu orava; clamei ao Senhor por meus queridos filhos, por minha querida esposa (que ainda descansava da maratona do fim de semana); sem esquecer meus companheiros bispos e meus amigos e irmãos na Causa do Mestre Jesus. Já perdi a conta, das vezes que disse: que orar nunca é demais; é sempre de menos. E, nos dias que vivemos, precisamos melhorar nosso nível de oração; pois percebo, que até os relacionamentos mais conservadores (como família, amizades, etc) por falta de perdão e tolerância; não conseguem mais subsistir como antigamente.

As palavras de Jesus aos discípulos (no episódio da figueira infrutífera) me ajudaram, inúmeras vezes, em meu desejo de crescer na vida espiritual: "Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis. E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas." (Marcos 11:23-26). Faz bastante tempo, pude entender que oração e perdão caminham juntos.

Louvo a Deus, pelo dom do compositor e cantor Sérgio Lopes:
https://youtu.be/S3KB__f4qYI

Cordialmente;
Bispo Calegari

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