segunda-feira, 6 de março de 2017

Saúde espiritual das famílias

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Creio que não passa despercebido a crente algum, que o tempo presente é caracterizado por engano, sedução e traição. E sobre este tripé forjado no inferno, se assentam paixões momentâneas e articulações profanas - tudo isto, com o objetivo de solapar alianças construídas entre amigos, cônjuges, nações e instituições. Nesta manhã, quero focar a família como objeto de minha preocupação, pois ela é o setor mais atacado, nestes dias infernais que vivemos; em especial, a aliança existente entre cônjuges - hoje em dia tão solapada.

Até onde percebo; vejo os problemas conjugais se avolumarem em boas famílias, que tinham tudo pra viver bem. Creio que os pastores têm como seu maior desafio: Cuidar da saúde espiritual das famílias que pastoreiam, mantendo constante contato com os casais; em especial, os seus assessores diretos (oficiais de primeiro escalão e líderes de ministérios). A onda de desenlace cresce tanto entre os crentes, que começa a assustar - especialmente, quando avaliamos os motivos (fúteis em sua maioria). Não ignoremos os ardis de Satã!

Para a mulher samaritana, o encontro com Jesus representou o fim de sua troca continuada de cônjuge: "Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade." (João 4:16-18). Então... Ou alguns cônjuges cristãos nunca tiveram um encontro real com Jesus; ou então, por razão profana, optaram por desonrar e macular a sua aliança conjugal.

Esta canção do Grupo Logos (Paulo Cezar e esposa) é um bálsamo para o espírito:
https://youtu.be/9TBMnW4Vtiw

Cordialmente;
Bispo Calegari

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