quinta-feira, 16 de março de 2017

Dever de todo crente

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Na terça, Maria Célia e eu precisamos sair mais cedo para a honrosa missão de servir. Glória a Deus! Enquanto eu me preparava para mais uma incumbência; fiquei a pensar no dever de todo crente - que é amar e servir. Na verdade, erramos bastante - quando amamos sem servir ou servimos sem amar (não sei dizer se é possível viver tal contradição). Devemos amar e servir!

É comum usarmos argumentos tais, como: "Não se pode confiar em ninguém". Então, chego à seguinte conclusão: É melhor errar por confiar em alguém que não merece, do que viver a desconfiar de tudo e de todos; pois, dor sentida por confiar é sempre menor, que dor imposta por desconfiar. Ah... Mas nunca deixar de confiar em Deus, que é o nosso socorro sempre presente!

Creio ser bem melhor cultivar minha boa fé, mesmo em solo insalubre; pois a má fé é sempre de natureza imprópria. Descobri que, mesmo que alguns frutos da boa fé sejam amargos; os frutos da má fé podem ser fatais. Boa e má fé é como verdade e mentira: O que distingue a verdade da mentira é sua essência: pois, Deus é a Fonte da verdade; porem a mentira provém do diabo.

Este texto nos faz pensar na conduta de um crente santificado... Ao declarar que "Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados." (Tito 1:15). Enfim; estou convencido, de que ele pode ser fonte de inspiração e ótimo fundamento, para a reflexão que fiz esta manhã.

A cruz é legítimo instrumento de aperfeiçoamento do salvo:
https://youtu.be/Vx3nhjx3Jlk

Cordialmente;
Bispo Calegari

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