sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Desafios comuns e incomuns


Nós cristãos confessos, fazemos parte de uma geração provada por lutas e tentações que nossos ancestrais nem sequer sonharam. Nossos dias são marcados por desafios comuns e incomuns; de tal modo que, ao amanhecer, carecemos da misericórdia de Deus para suportar os embates; e, ao anoitecer, precisamos da graça de Deus para repousar de toda a pressão sofrida. É mais ou menos como estar em um combate; no qual, o dia é o round e a noite o intervalo. Estou convencido que não há como vencer hostilidades crescentes; sem praticar oração devocional. Para mim, o cristão que não ora é apenas sobrevivente; já o cristão que ora... É mais que vencedor.

Todos nós cristãos professos, vivemos um tempo de engano que se difere de tudo o que antes se viu. Na verdade, uma onda maligna tem contagiado milhões, transformando as pessoas em vítimas ou vetores deste mal. E por conta disto; vemos hoje, que são poucos os pais que conseguem ter um papel decisivo - seja nas atitudes, ou nas escolhas de seus próprios filhos. Algumas palavras (desamor e desapego estão entre elas) vem sendo bastante utilizadas, para definir a conduta da grande maioria das pessoas, e o modo como tratam valores milenares, afetivos e sagrados. E hoje a desordem é tão grande, que as palavras disciplina e controle já não dizem nada.

Este texto da Bíblia nos ajuda a entender os dias difíceis que vivemos: "Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te." (2 Timóteo 3.1-5). E este tempo de engano que vivemos, exige vida de oração e estado de atenção da nossa parte.

Esta é uma canção antiga; todavia, bem atual e contextual:
https://youtu.be/D2BbfOsGdKU

Cordialmente;
Bispo Calegari

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