quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Como oásis no deserto


Estive orando nesta manhã, em favor de um dia próspero e propício aos filhos de Deus espalhados por este mundo afora. Sei o quanto tem sido difícil ao cristão, conviver com circunstâncias que intercalam dor e prazer, riso e pranto, paz e angústia... Transitando entre a fé e a razão, o espiritual e o material, o dito e o contradito... Enfim, sem a menor condição de lidar por si mesmo - com os aflitos e os conflitos existentes - nesta fogueira de vaidades chamada mundo. Ainda bem que temos nossos oásis, onde podemos parar e refazer as forças.

Tenho como oásis no deserto nosso lar, nossa igreja, nosso local de trabalho (ainda que neles tenhamos que lidar com a imperfeição do ser humano e com a nossa própria imperfeição). Domingo último, Maria Célia e eu estivemos em um desses oásis: Pela manhã, na Central de Petrópolis com os pastores Luiz Leite e Céa; a noite na IMW do Pq Mambucaba, com os pastores Márcio Castro de Souza e Janaína, suas filhas - Isabela e Lívia; e suas ovelhas, João Bosco e Mis. Ana Maria. Em nossos oásis, nossas forças são renovadas e a vida segue seu curso.

Este salmo da Bíblia, nos ensina lições que devem ser estendidas à família e à igreja: "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre." (Salmos 133:1-3). Inúmeras vezes, perdemos a razão e a paz; justamente por não sabermos lidar e conviver com as nossas aflições e contrariedades.

Recomendo ouvir as canções de Mateus Iensen e irmãs Falavinha:
https://youtu.be/wqxir6qhOAg

Cordialmente;
Bispo Calegari

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