domingo, 4 de setembro de 2016

Os sons da natureza


Acordei com o canto dos inúmeros sabiás que circundam a nossa casa... Canto ininterrupto (daqui a pouco, os canários vão se unir aos sabiás e saíras, aumentando o volume desta bela melodia). E me dou conta que a primavera se aproxima; e com ela, suas cores, perfumes e canções. Glória a Deus! Então, resolvi me unir à bela sinfonia que vem de fora; e também entoei o meu canto de louvor que está lá dentro. Aleluia! Como me sinto bem, em contracenar com a criação e reconhecer a grandeza do Deus e Senhor de toda a terra. Me alegro por saber que, melhor ainda está por vir!

Na verdade, os sons da natureza têm seus acidentes musicais... E assim; enquanto, em alguns lugares, uns se alegram (assim como eu neste instante); noutros lugares... Angústia dos povos, ante os gemidos da natureza regurgitando sua dor, sob a forma de vulcões e furacões, maremotos, terremotos; até que tudo se transforme em desastre; para, depois, tudo se transformar em canção. Enfim... Os belos sons da natureza destoam com a rebeldia dos homens torpes e profanos, pecadores inconfessos. Então  eu louvo a Deus; por ter me aceitado - impuro como sou - e me restaurado em Cristo Jesus!

Este texto bíblico explica este estado da criação: "Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo." (Romanos 8:20-23). Ele sinaliza para a redenção da criação.

Esta foi minha canção desta manhã, ao me unir ao canto das aves:
https://youtu.be/ZOy15M8_zYU

Cordialmente;
Bispo Calegari

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