quinta-feira, 9 de junho de 2016

Tenho pensado na Igreja


Tenho pensado na Igreja - não na IMW ou em outra denominação em particular - mas na Igreja cristã e em sua presença no mundo. Percebo duas tendências que evoluem e me trazem desagradável preocupação. Uma delas, o crescente sentimento de intolerância que se verifica, em diversos governos e outros segmentos, contra o cristianismo bíblico; e a outra, a crescente perda de espiritualidade no procedimento de muitos líderes e membros cristãos (estou me referindo a cristãos bíblicos), E minha avaliação não tem nada a ver com liturgia e práticas comuns nos cultos cristãos (danças, etc).

Preciso explicar: Não creio que o problema de um culto esteja em seu estilo (sua música, suas danças); nem creio que o meu senso crítico seja importante para determinar o que é certo ou errado em um culto oferecido a Deus. Somente Ele pode definir se um culto é ou não do seu agrado; e Ele já o fez (João 4.23). Portanto, segundo o meu entendimento, o que define a relevância e aceitação de um culto é a verdade e espiritualidade com que é prestado. Até porque, na minha ótica; até mesmo uma mensagem bíblica - se despida de espiritualidade ou se mal intencionada - pode matar os seus ouvintes.

Devemos refletir sobre esta mensagem de Jesus à samaritana: "Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (João 4:21-24). Por seu conteúdo, vemos que ela estabelece a essência (não o acessório) do culto a Deus.

Obrigado, Fernandinho e Aline Barros; por esta abençoada canção:
https://youtu.be/7Ifcy-5pKjg

Cordialmente;
Bispo Calegari

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