quinta-feira, 10 de março de 2016

Coisas boas que acontecem


Por mais que uma viagem seja edificante e abençoada; é sempre bom poder retornar à casa. E dobrar os joelhos, para orar, no costumeiro lugar de oração é uma agradável rotina. Na verdade, eu me recuso a deixar de orar; seja qual for o motivo que tente me impedir! Obrigado Senhor, por não permitir que os meus sentimentos falem mais alto que tua voz; quando tentam me convencer a orar em outra hora. Eu me recuso a a protelar a oração; mesmo quando a razão aponta um rumo diferente, ainda que lícito. Sei que o Senhor me salvou e separou para o ministério da Palavra. No entanto, este ou qualquer outro ministério no reino de Deus, só tem sentido se for sobrepujado pelo dom de servir (servir de exemplo, de referência, de motivação, ou... Simplesmente, servir).

Uma das coisas boas que acontecem, sempre que me curvo em oração, é o fortalecimento de minha convicção; de que nada sei, tenho ou posso, fora do contexto da graça que me foi concedida em Cristo Jesus. Bem sei o quanto preciso orar; mesmo quando as circunstâncias indicam um rumo diferente. A grande verdade é que a oração pode nos encher do Espírito; ao passo que, a falta de oração nos enche de nós mesmos. E quando isto acontece, nos julgamos melhores do que os outros; ou mais importantes; ou mais sábios; enfim... Uma vida vazia de Deus logo se enche de si mesma e de outras coisas fúteis, todas ligadas à terra e não ao céu. A vida de oração marca o sentido real e prático da Palavra de Deus em nós, por ser um canal aberto ao Espírito Santo.

Os opositores de Daniel forjaram uma lei de ocasião, para pega-lo por orar: "Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar. Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição. Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus." (Daniel 6:7-11). No entanto, Daniel sabia que um homem que ora, não será vencido pelo mal lançado contra ele.

Como me cai bem esta canção, nesta linda manhã:
https://youtu.be/Ur4G-HqFONo

Cordialmente;
Bispo Calegari

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