domingo, 31 de janeiro de 2016

Me senti fortalecido


Hoje acordei pensando, no quão vulneráveis somos... Pois, o ser humano se engana ao pensar que, simplesmente ignorando as ameaças que o rodeiam no dia a dia, estará livre delas. Será ele tão ingênuo, ao ponto de não perceber que tanto pode ser vítima das ameaças gigantescas que pairam sobre ele; como pode ser afligido por várias ameaças microscópicas, invisíveis aos olhos? Afinal, estando em áreas infestadas ou afetadas; como pode alguém ter certeza de escapar de um terremoto, de um tsunami; ou... De uma carga de radiação ou de um vírus letal? Portanto, ai do homem que confia em si mesmo; ou, que confia nos seus amigos e nos bens que possui. A Palavra de Deus nos assevera que a carne é fraca. Como, então, podemos confiar nela?

Enquanto assim pensava; fui confortado com a presença e a promessa do Senhor... E me senti fortalecido. Afinal, se a Bíblia diz que maldito é o homem que confia no homem; ela também diz que bendito é o homem que confia no Senhor! Aleluia! Então, não devo perder a fé nos homens; mesmo ciente de que são frágeis, imperfeitos. Todavia, minha confiança deve ser posta inteiramente no Senhor; pois dele vem o meu socorro e provisão. E não digo isto por pressentir algo mal ou perverso da parte daqueles que me rodeiam. Não mesmo! O que senti foi o desejo de aqui expressar a minha plena convicção, de que devo amar às pessoas sem ignorar seus defeitos; porém, confiança plena, devo depositar somente no Senhor Jesus que me amou e salvou.

Gosto muito de meditar em textos, como este; para entender a real importância da confiança no Senhor: "Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor! Porque será como a tamargueira no deserto, e não verá quando vem o bem; antes morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto." (Jeremias 17:5-8). E o salmo primeiro nos oferece um conteúdo bem similar a este.

Ouço, nesta canção do Anderson Freire, o clamor por socorro - pleno de carência e contradição - do ser humano, vulnerável e incapaz:
https://youtu.be/Y8QWKwo5Vw8

Cordialmente;
Bispo Calegari

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