sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Dever de orar sempre


Posso dizer que uma das mais importantes lições aprendidas em minha vida de cristão, tem sido a de que devo manter minha vida de oração sempre atualizada. Um dos pensamentos mais frequentes em minha mente; é o que aponta para a necessidade de orar com insistência. De quando em vez, sou despertado com a seguinte indagação em minha mente: Por que Jesus orou tanto enquanto humano? Então, me ponho a refletir... Realmente; se Jesus, Deus com o Pai, sentiu necessidade de orar tanto como orou, como posso ignorar este dever? Afinal, foi ele mesmo que nos alertou, quanto ao "dever de orar sempre, e nunca desfalecer" (Lucas 18:1). E em véspera de grandes decisões, Ele chegou a passar a noite inteira em oração. Estou convencido de que nós, os crentes, precisamos ter nossa vida em constante rendição aos pés do Senhor; ainda que vozes ou ocupações tentem nos distrair e nos manter longe do lugar de oração.
 
Tenho consciência dos grandes perigos que sempre rondaram o lar cristão; e que, nestes últimos dias, os ataques contra os fiéis da terra aumentaram muito - tanto em agressividade como em eficácia - pondo em risco a paz mundial e a segurança da humanidade. Estou convencido de que este é o tempo de maior necessidade de intercessores, em toda a história humana. Não devemos nos iludir com a paz aparente aclamada entre os povos; pois a Bíblia denuncia vã tentativa de muitos (mesmo líderes religiosos e cristãos); que "curam superficialmente a ferida da filha do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz." (Jeremias 6:14). Na verdade, a única paz podemos ter é a que vem do Senhor Jesus (João 14.27); pois, "vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto" (Efésios 2:17). Então, pergunto: Por que buscar a paz neste mundo; se o Príncipe da Paz nos recebe de braços abertos?
 
Este texto me traz grande conforto: "Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." (Romanos 5:1-8). Veja como ele põe em alto relevo, os benefícios da justificação pela fé.
 
Em minha juventude (no tempo do disco de acetato, seguido do disco de vinil) me edifiquei muitas vezes, com esta canção entoada por Feliciano Amaral:
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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