sábado, 30 de maio de 2015

Nos julgamos tão imunes


Nesta semana, tenho sido golpeado por uma gripe ou virose (ou as duas coisas) que tem me levado à lona. Existem ocasiões em que nos sentimos tão bem e nos julgamos tão imunes; que nos surpreendemos, quando algo assim acontece conosco. Nestes dias, meu tempo de oração tem sido marcado por grande sacrifício; hoje inclusive. Todavia, não me deixei seduzir pelos apelos da carne sofrida; e me prostrei aos pés do Senhor, pois este é o lugar onde sempre encontro segurança e paz.
 
Enquanto estou de "molho", aproveitei para acompanhar algumas decisões da Câmara e do Senado... E, ao ouvir o que alguns dizem e decidem, percebo que as decisões tomadas tentam fazer crer que os culpados pelos problemas econômicos que afligem a nação, são os aposentados e pensionistas do regime geral da previdência; pois não vi uma só medida que penalizasse o regime especial, o poder econômico (os bancos e as grandes fortunas), os parlamentares e o governo federal.
 
O Senhor Jesus tem uma palavra de juízo aos opressores deste mundo:
 
"Mas ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda a hortaliça, e desprezais o juízo e o amor de Deus. Importava fazer estas coisas, e não deixar as outras. Ai de vós, fariseus, que amais os primeiros assentos nas sinagogas, e as saudações nas praças. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! que sois como as sepulturas que não aparecem, e os homens que sobre elas andam não o sabem. E, respondendo um dos doutores da lei, disse-lhe: Mestre, quando dizes isso, também nos afrontas a nós. E ele lhe disse: Ai de vós também, doutores da lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais essas cargas."
(Lucas 11:42-46)
 
Penso não estar tão longe o dia em que o juízo eterno irá se manifestar.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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