segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Conduta ética de um Pastor

Foto: Hoje, antes mesmo de me curvar aos pés do Senhor em oração, pensei nos inúmeros casamentos que - ao longo de minha vida - procurei ajudar. São tantos, que perdi a conta... Houve caso, tive a porta fechada em minha cara; e precisei negociar meu ingresso na casa. Lembro-me de um, em que a esposa ferida se dirigiu a mim dizendo: "Vocês dois são farinha do mesmo saco". Houve também um caso, em que precisei convencer o esposo ferido que "divórcio dá despesa"; após tentar, sem sucesso, outros meios de dissuasão. Houveram casos , em que precisei primeiro expulsar o demônio de cônjuges possessos, para então tentar reaproxima-los pelo aconselhamento e oração. Lembro-me de maus tratos a mim infligidos; sem que eu levasse em conta as ofensas. Na grande maioria dos casos, obtive sucesso, mas não me glorio por isso; pois sei quem me conduziu ao bom resultado. Vez ou outra, encontro alguns desses casais, com seus filhos, e me pergunto: "Será que ainda se lembram do que passamos juntos?"

Sou grato a Deus, por me ter dado discernimento para manter os casais em crise longe dos holofotes; na grande maioria das vezes, sem levá-los ao Presbitério ou CMR. Afinal, não se tratava apenas de um simples caso disciplinar; mas, da salvação de uma família. Sei que, embora tenha ajudado a grande maioria, não obtive sucesso em todos os casos; mas não me preocupo com isso, pois nos raros casos de ruptura, a relação desfeita não se constituiu em inimizade crônica. Antes de atribuir à mim mesmo qualquer mérito; penso ser este o dever de um pastor ciente de sua missão e vocação: Trabalhar pela restauração de vidas e famílias, promovendo a reconciliação entre os homens e o Deus eterno através de Jesus. Creio que, na base das regras de conduta ética de um pastor, está o dever de manter sigilo sobre os casos especiais que precisa atender. Tenho visto estragos causados, em pessoas e famílias, por pastores indiscretos, imprudentes. Ah... Se tais pastores soubessem o preço que pagarão por sua indiscrição!

Hoje, antes mesmo de me curvar aos pés do Senhor em oração, pensei nos inúmeros casamentos que - ao longo de minha vida - procurei ajudar. São tantos, que perdi a conta... Houve caso, em que tive a porta fechada em minha cara; e precisei negociar meu ingresso na casa. Lembro-me de um, em que a esposa ferida se dirigiu a mim dizendo: "Vocês dois são farinha do mesmo saco". Houve também um caso, em que precisei convencer o esposo ferido que "divórcio dá despesa"; após tentar, sem sucesso, outros meios de dissuasão. Houveram casos , em que precisei primeiro expulsar o demônio de cônjuges possessos, para então tentar reaproxima-los pelo aconselhamento e oração. Lembro-me de maus tratos a mim infligidos; sem que eu levasse em conta as ofensas. Na grande maioria dos casos, obtive sucesso, mas não me glorio por isso; pois sei quem me conduziu ao bom resultado. Vez ou outra, encontro alguns desses casais, com seus filhos, e me pergunto: "Será que ainda se lembram do que passamos juntos?"
 
Sou grato a Deus, por me ter dado discernimento para manter os casais em crise longe dos holofotes; na grande maioria das vezes, sem levá-los ao Presbitério ou CMR. Afinal, não se tratava apenas de um simples caso disciplinar; mas, da salvação de uma família. Sei que, embora tenha ajudado a grande maioria, não obtive sucesso em todos os casos; mas não me preocupo com isso, pois nos raros casos de ruptura, a relação desfeita não se constituiu em inimizade crônica. Antes de atribuir à mim mesmo qualquer mérito; penso ser este o dever de um pastor ciente de sua missão e vocação: Trabalhar pela restauração de vidas e famílias, promovendo a reconciliação entre os homens e o Deus eterno através de Jesus. Creio que, na base das regras de conduta ética de um pastor, está o dever de manter sigilo sobre os casos especiais que precisa atender. Tenho visto estragos causados, em pessoas e famílias, por pastores indiscretos, imprudentes. Ah... Se tais pastores soubessem o preço que pagarão por sua indiscrição!
 
O livro do profeta Daniel - tanto pelo seu testemunho, como pelo nível de revelação que recebeu - faz deste homem o mais importante referencial bíblico do Antigo Testamento, para minha vida e ministério. E o versículo terceiro deste texto postado tem sido lembrado por mim, sempre que penso na grandeza da missão que me foi confiada: "E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente." (Daniel 12:1-3). Creio poder afirmar que este último verso do texto anexado, tem tudo a ver com a mensagem que postei nesta manhã.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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