quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Armas da nossa milícia

Foto: Já faz bastante tempo que tenho procurado me refugiar no lugar de oração. Confesso que nem sempre foi assim... Pois, houve dia em minha vida; em que fui tentado a me dar um "descanso" no tocante à necessidade de prostração aos pés do Senhor. Ainda bem que foram surtos rápidos que não modificaram o meu modo de ver a importância do lugar de oração em minha vida (sou um convencido inveterado quando a minha dependência de oração). Mesmo hoje de manhã, enquanto eu orava pela reunião que terei com o CMR, minha mente tentou se desviar do foco da oração - pensando em casos e possíveis decisões - mas, o meu espírito em prontidão se deu conta da sutileza da razão; e tomou as medidas correspondentes ao motivo pelo qual eu estava ali: Orar a Deus sem interferência de espécie alguma.

Existem ações e posturas não aceitáveis no lugar de oração; a dispersão da mente é uma delas. Se é verdade que não podemos evitar certos pensamentos que, de modo sutil, tentam influenciar nossas ações; não é menos verdade que existem meios de contê-los, de modo a não transformá-los em palavras e ações. A Palavra de Deus nos ajuda nesta tarefa, ao nos advertir que "andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo" (2 Coríntios 10:3-5). Este texto indica com clareza, que podemos por o raciocínio sob cativeiro perante o Senhor.

Já faz bastante tempo que tenho procurado me refugiar no lugar de oração. Confesso que nem sempre foi assim... Pois, houve dia em minha vida; em que fui tentado a me dar um "descanso" no tocante à necessidade de prostração aos pés do Senhor. Ainda bem que foram surtos rápidos que não modificaram o meu modo de ver a importância do lugar de oração em minha vida (sou um convencido inveterado quando a minha dependência de oração). Mesmo hoje de manhã, enquanto eu orava pela reunião que terei com o CMR, minha mente tentou se desviar do foco da oração - pensando em casos e possíveis decisões - mas, o meu espírito em prontidão se deu conta da sutileza da razão; e tomou as medidas correspondentes ao motivo pelo qual eu estava ali: Orar a Deus sem interferência de espécie alguma.
 
Existem ações e posturas não aceitáveis no lugar de oração; a dispersão da mente é uma delas. Se é verdade que não podemos evitar certos pensamentos que, de modo sutil, tentam influenciar nossas ações; não é menos verdade que existem meios de conte-los, de modo a não transformá-los em palavras e ações. A Palavra de Deus nos ajuda nesta tarefa, ao nos advertir que "andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo" (2 Coríntios 10:3-5). Observemos que este texto indica com clareza, que podemos manter o nosso raciocínio sob cativeiro perante o Senhor.
 
Neste texto, Jesus nos ensina a orar com eficácia:
 
"Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém."
(Mateus 6:6-13)
 
E a oração do "Pai nosso" é um conjunto de normas para dar legitimidade a nossa oração.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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