sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Surto de rendição

Foto: Hoje pela manhã; enquanto eu procurava me ajeitar no lugar de oração, senti um peso de quebrantamento muito grande, daqueles que não sabemos como definir ou explicar. Sabia que o Senhor estava comigo, me trazendo conforto e me aliviando dos fardos temporais que de quando em vez todos nós carregamos. A unção foi tão densa, que não resisti e cantei a estrofe desta linda canção de louvor: "Tu és fiel, Senhor; eu sei que tu és fiel! Tu és fiel, Senhor; eu sei que Tu és fiel! E ainda que eu não mereça, permaneces assim: Fiel, Senhor meu Deus, fiel a mim! Fiel, Senhor meu Deus, fiel a mim". Que prazer e paz pude então sentir!

Enquanto eu cantava, oferecendo adoração regada a lágrimas; não pude deixar de pensar nos cristãos privados da sensibilidade capaz de quebrantar (aqueles que se contentam com o trivial da vida cristã), que caminham olhando pra baixo; e apenas ocasionalmente erguem os olhos para cima, em uma espécie de surto de rendição. Eles nem imaginam o quanto precisamos cultivar esta experiência, para que nossa esperança e nossa vida de fé tenha coerência e relevância. Então, pude entender um pouco mais, o quanto preciso estar ao pé da Fonte. E no instante em que o céu baixou um pouco mais, decidi orar por eles e por mim.

Hoje pela manhã; enquanto eu procurava me ajeitar no lugar de oração, senti um peso de quebrantamento muito grande; daqueles que nos levam a grande comoção, sem que saibamos como definir ou explicar. Sabia que o Senhor estava comigo, me trazendo conforto e me aliviando dos fardos temporais que, de quando em vez, todos nós carregamos. A unção foi tão densa, que não resisti e cantei a estrofe desta linda canção de louvor: "Tu és fiel, Senhor; eu sei que tu és fiel! Tu és fiel, Senhor; eu sei que Tu és fiel! E ainda que eu não mereça, permaneces assim: Fiel, Senhor meu Deus, fiel a mim! Fiel, Senhor meu Deus, fiel a mim". Não há como descrever o prazer e paz que eu senti!
 
Enquanto eu cantava, oferecendo adoração regada a lágrimas; não pude deixar de pensar naqueles cristãos privados da sensibilidade capaz de quebrantar (e não são poucos os que se contentam com o trivial da vida cristã); os que seguem no caminho olhando pra baixo e apenas ocasionalmente erguem os olhos para cima, tomados por uma espécie de surto de rendição. Eles nem sequer imaginam o quanto precisamos cultivar esta experiência, para que nossa esperança e nossa vida de fé tenha coerência e relevância. Então, pude entender mais um pouco o quanto preciso estar ao pé da Fonte. E no instante em que o céu baixou um pouco mais, decidi orar por eles e por mim.
 
Vida com Deus é um avançar constante:
 
"E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte; Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos. Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus."
(Filipenses 3:8-14)
 
É buscar conhecer e viver Seu propósito.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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