quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A vida do crente que ora


Sábado, durante toda a manhã, acompanhei o trabalho da Comissão Ministerial em seu atendimento à segunda turma de aspirantes ao pastorado da IMW 2ª Região Eclesiástica. Realmente, um trabalho do mais alto nível; o qual entregará à Igreja, pastores devidamente provados e aprovados. À noite, tive a oportunidade de estar no culto do Congresso Inter distrital de Adolescentes, que reuniu congressistas de Belo Horizonte, Betim e Contagem. Estiveram comigo - além de minha querida esposa Maria Célia Calegari - o Pastor Renato Jabor Campos e sua esposa Ducilea Jabor. Foi evidente o agir de Deus em nosso meio. Ante o modo como Deus agiu enquanto a Palavra era ministrada, fiquei a pensar na eficácia da oração em sua prerrogativa de regar com unção a vida do crente que ora.
 
Em dado momento, o Espírito me fez lembrar a diferença entre as diversas vezes em que me rendi aos Seus pés, em profunda contrição; e as vezes em que tão somente fiz meditação consoante o culto em que pregaria, sem ter procurado demonstrar plena dependência do Pai. Realmente... Não há como comparar! Como a obra de Deus seria diferente, caso todos aqueles que estão nela envolvidos, se dessem ao trabalho de buscar Sua face com verdadeiro temor e profundo fervor. Sob tais condições, não precisaríamos ficar "inventando" nada, na tentativa de dar ao povo a impressão de que o culto é marcado pelo sobrenatural de Deus. É verdade! no culto prestado ao Deus eterno; quanto mais Deus se revela, menos o homem precisa aparecer. E quando Deus se revela, as marcas são permanentes.
 
Este texto revela o momento pós descida do Espírito sobre os discípulos, no Pentecostes: "E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas, E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos." (Atos 2:38-43). Como aqueles discípulos poderiam imaginar os efeitos que isto causaria?
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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