sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Tempo de absurdos

Foto: Vivemos em um tempo que os que se julgam e se declaram cristãos, precisam definir sua posição em Cristo e sua inconformação com o mundo. Este é um tempo de absurdos vistos e aceitos como algo normal. Tempo de honestidade punida e desonestidade aplaudida; de desonra assumida e de honra apreensiva. Tempo de maus tratos crescentes; tempo em que este texto da bíblia predomina: "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão. E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo." (Mateus 10.21-22). É importante ao crente saber, que os homens serão julgados - mesmo os crentes - não por suas intenções, mas por suas atitudes. Quanto ao mundo em que vivemos; ele jaz no maligno e está em fase terminal, pois já foi julgado e condenado.

Então, é importante ao crente saber que Deus demonstra o Seu amor para com os seres humanos de muitos modos: Ele inunda a terra de luz, que traz calor e conforto a bons e maus; e derrama a chuva que rega a esperança de bons e maus; também deu o Seu amado filho Jesus, para ser Redentor da humanidade; apto para salvar todo aquele que a Ele se rende e que o confessa como Senhor e Salvador. Entretanto, não pense o cristão que a simples confissão do nome de Jesus lhe garante segurança eterna; pois a confissão de fé deve ser precedida por atos de arrependimento e sucedida por frutos de transformação; de tal modo, que amar a Deus exige deixar de amar o mundo; e viver para Deus significa morrer para o mundo. Céu e mundo estão em extremos opostos; de modo, que quando mais nos aproximamos de um deles, mais nos distanciamos do outro.

Vivemos em um tempo que os que se julgam e se declaram cristãos, precisam definir sua posição em Cristo e sua inconformação com o mundo. Este é um tempo de absurdos vistos e aceitos como algo normal. Tempo de honestidade punida e desonestidade aplaudida; de desonra assumida e de honra apreensiva. Tempo de maus tratos crescentes; tempo em que este texto da bíblia predomina: "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão. E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo." (Mateus 10.21-22). É importante ao crente saber, que os homens serão julgados - mesmo os crentes - não por suas intenções, mas por suas atitudes. Quanto ao mundo em que vivemos; ele jaz no maligno e está em fase terminal, pois já foi julgado e condenado.

Então, é importante ao crente saber que Deus demonstra o Seu amor para com os seres humanos de muitos modos: Ele inunda a terra de luz, que traz calor e conforto a bons e maus; e derrama a chuva que rega a esperança de bons e maus; também deu o Seu amado filho Jesus, para ser Redentor da humanidade; apto para salvar todo aquele que a Ele se rende e que o confessa como Senhor e Salvador. Entretanto, não pense o cristão que a simples confissão do nome de Jesus lhe garante segurança eterna; pois a confissão de fé deve ser precedida por atos de arrependimento e sucedida por frutos de transformação; de tal modo, que amar a Deus exige deixar de amar o mundo; e viver para Deus significa morrer para o mundo. Céu e mundo estão em extremos opostos; de modo, que quando mais nos aproximamos de um deles, mais nos distanciamos do outro.

Este texto revela a diferença entre o crente convencido e o crente convertido: "Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade." (Mateus 7.15-23). Assim como os frutos definem a qualidade da árvore, as práticas definem a qualidade do crente.

Cordialmente;
Bispo Calegari

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