sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Instrumento de construção

Foto: Manhã de sol, prenúncio de um dia favorável; mas... Não devo me deixar levar pela aparência. Portanto, como sempre procuro fazer, me curvei em oração diante do Pai. Hoje teremos mais uma reunião aqui em Xerém; e esta é mais uma das muitas razões que tenho para buscar a face do Senhor. Chorei diante do meu Deus, por alguns motivos que sempre temos para chorar; todavia, nossa estrutura emocional não resiste à visitação do Senhor; e isto aconteceu comigo. E em ocasiões assim; chorar ou rir é uma reação espontânea, inevitável. Há muitos anos, aprendi que o espírito humano pode ser treinado a falar a linguagem da fé e a se expressar - tanto diante de Deus como diante dos homens - com as palavras apropriadas, em condição de se comunicar do modo correto. Sempre acreditei que o modo correto de se comunicar, facilita o acesso ao favor de Deus e compreensão dos homens.

Que a oração é uma espécie de chave que abre portas trancadas, eu soube assim que iniciei minha carreira cristã; e me causa admiração, o modo como muitos bons crentes tratam a oração; relegando-a a um segundo, terceiro plano. No entanto, a oração - chorada e gemida - não é apenas chave de acesso à porta do livramento e da solução; ela é também o mais eficiente instrumento de construção de uma vida de temor e quebrantamento; provocando a sensibilidade que nos leva a viver uma vida no Espírito e a entender a Palavra de Deus em toda a esfera de revelação que nos diz respeito. Portanto, não devemos usar outros meios para resolver problemas que não conseguimos resolver por meio da oração. A questão é simples: Se nossas orações não resultaram na solução de certos problemas; ou é porque estamos a pedir mal; ou é porque ainda existe razão para a dor que nos aflige

Manhã de sol, prenúncio de um dia favorável; mas... Não devo me deixar levar pela aparência. Portanto, como sempre procuro fazer, me curvei em oração diante do Pai. Hoje teremos mais uma reunião aqui em Xerém; e esta é mais uma das muitas razões que tenho para buscar a face do Senhor. Chorei diante do meu Deus, por alguns motivos que sempre temos para chorar; todavia, nossa estrutura emocional não resiste à visitação do Senhor; e isto aconteceu comigo. E em ocasiões assim; chorar ou rir é uma reação espontânea, inevitável. Há muitos anos, aprendi que o espírito humano pode ser treinado a falar a linguagem da fé e a se expressar - tanto diante de Deus como diante dos homens - com as palavras apropriadas, em condição de se comunicar do modo correto. Sempre acreditei que o modo correto de se comunicar, facilita o acesso ao favor de Deus e compreensão dos homens.
 
Que a oração é uma espécie de chave que abre portas trancadas, eu soube assim que iniciei minha carreira cristã; e me causa admiração, o modo como muitos bons crentes tratam a oração; relegando-a a um segundo, terceiro plano. No entanto, a oração - chorada e gemida - não é apenas chave de acesso à porta do livramento e da solução; ela é também o mais eficiente instrumento de construção de uma vida de temor e quebrantamento; provocando a sensibilidade que nos leva a viver uma vida no Espírito e a entender a Palavra de Deus em toda a esfera de revelação que nos diz respeito. Portanto, não devemos usar outros meios para resolver problemas que não conseguimos resolver por meio da oração. A questão é simples: Se nossas orações não resultaram na solução de certos problemas; ou é porque estamos a pedir mal; ou é porque ainda existe razão para a dor que nos aflige.
 
Neste texto, Esdras demonstra compromisso com o testemunho que dera sobre o cuidado de Deus. Vivemos dias em que esta atitude de Esdras precisa ser considerada e imitada: "Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens. Porque tive vergonha de pedir ao rei, exército e cavaleiros para nos defenderem do inimigo pelo caminho; porquanto tínhamos falado ao rei, dizendo: A mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas o seu poder e a sua ira contra todos os que o deixam. Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-se pelas nossas orações." (Esdras 8.21-23). Assim como Esdras, nossas atitudes de confiança precisam ser coerentes com nossas declarações de fé no cuidado e proteção de Deus.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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