terça-feira, 16 de setembro de 2014

Dois tipos de morte

Foto: Hoje, após orar, interceder e agradecer a Deus por me permitir contemplar realidades e verdades fora do alcance da visão comum; fiquei a pensar neste momento da história humana... Não me senti confortável com o que vi. Vi dois tipos de morte crescer entre os cristãos: Vi morte física dos que são martirizados por sua fé, em diversos países, onde o ódio recrudesce contra os que adotaram Jesus como seu Senhor e a Bíblia como seu livro. E vi morte espiritual dos que são açodados pelo espírito de engano, em países chamados cristãos; adotando os costumes mundanos anunciados por muitos, como "direitos legítimos" a serem desfrutados "pela fé"; como se o mundo fosse um grande parque de diversões para os "crentes com fé".

Em meio a tudo isso; vejo crescer em nossa nação, os que aplaudem os bebedores de bebida forte cantando "louvores" ao nome de Jesus, em palcos profanos; sob as danças sensuais de moças semi-nuas, o frenesi de uma plateia que vai às raias da loucura e o sorriso consensual de cristãos coniventes e complacentes com tão ousada inversão de valores. Infelizmente, para nosso mal, muitos crentes, outrora piedosos - confundidos que são pelo espírito de engano - chamam este espetáculo, de péssimo gosto, de evangelização contextual; como se a menção do nome de Jesus por pessoas profanas e em ambientes profanos, fosse fórmula para a salvação de perdidos que demonstram querer continuar perdidos. Misericórdia!

Hoje, após orar, interceder e agradecer a Deus por me permitir contemplar realidades e verdades fora do alcance da visão comum; fiquei a pensar neste momento da história humana... Não me senti confortável com o que vi. É que, em minha observação, eu pude ver dois tipos de morte crescer entre os cristãos: Vi a morte física dos que são martirizados por sua fé em diversos países intolerantes, onde o ódio recrudesce contra os que adotaram Jesus como seu Senhor e a Bíblia como seu livro. E vi a morte espiritual dos que são açodados pelo espírito de engano, em países chamados cristãos; adotando os costumes mundanos anunciados por muitos oportunistas, como "direitos legítimos" a serem desfrutados "pela fé"; como se o mundo fosse um parque de diversões para atender os "crentes poderosos".
 
Em meio a tudo isso; vejo crescer em nossa nação, o número de crentes que aplaudem os bebedores de bebida forte cantando "louvores" ao nome de Jesus, em palcos profanos; em meio às danças sensuais de moças em trajes sumários, o frenesi de uma plateia que vai às raias da loucura e o sorriso consensual de cristãos coniventes e complacentes com tão ousada inversão de valores, em sua tentativa de mesclar o santo com o profano. Infelizmente, para nosso mal, muitos crentes, outrora piedosos - confundidos que são pelo espírito de engano - chamam este espetáculo de péssimo gosto, de evangelização contextual; como se a menção do nome de Jesus por pessoas profanas e em ambientes profanos, fosse fórmula para a salvação de perdidos que demonstram querer continuar perdidos. Misericórdia!
 
Este texto bíblico é um incentivo a quem deseja andar com retidão no caminho do Senhor: "PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado." (Hebreus 12.1-4). O texto nos exorta a deixar, não apenas o pecado, mas também os embaraços.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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