sexta-feira, 29 de agosto de 2014

O devedor sou eu

Foto: Ontem de manha, dia 28 de agosto, prostrado aos pés do Senhor (este dia é o dia real do meu aniversário (não o dia 16 de janeiro, como consta na certidão); agradeci ao Senhor por ter me guardado ao longo de todo este tempo. Em meus 46 anos de ministério, vi homens melhores do que eu; mas, que se diminuíram ao decidir parar à beira do Caminho; queixando-se daqueles que - em seu entender - os abandonaram, ou lhes negaram direitos que julgavam ter. Vi também filhos alegarem falar em "defesa" de seu pai, vociferando rancor por alegadas "injustiças" sofridas pelo mesmo; sem perceberem que sua queixa é em causa própria, por terem se aproveitado de seu pai, sem o devido cuidado de se preparar para uma vida com propósito; enfim... Sem dar nada em troca.

Agradeci ao Senhor por sentir que não tenho o direito de esperar ou exigir retorno humano - seja formal ou pecuniário - por aquilo que porventura tenha feito de bom e proveitoso em favor de alguém. Creio que ninguém me deve nada; pois... O devedor sou eu! Devo aos que Deus pôs sob meus cuidados e não dei o melhor de mim; devo aos que conduzi a Cristo, mas não consegui cuidar como devia; devo aos que, por mais que me esforçasse, não consegui levar ao Senhor... Devo aos obreiros que pude ajudar; devo até mesmo aos que me censuram - justa ou injustamente - pois eles fazem que eu sinta a imperfeição, deles e minha, que me leva buscar mais a Deus; tanto em favor daqueles que assim procedem, como em busca de meu próprio crescimento espiritual.

Ontem de manha, dia 28 de agosto, prostrado aos pés do Senhor; este dia é o dia real do meu aniversário (não o dia 16 de janeiro, como consta na certidão); agradeci ao Senhor por ter me guardado ao longo de todo este tempo. Em meus 46 anos de ministério, vi homens melhores do que eu; mas, que se diminuíram ao decidir parar à beira do Caminho; queixando-se daqueles que - em seu entender - os abandonaram, ou lhes negaram direitos que julgavam ter. Vi também filhos alegarem falar em "defesa" de seu pai, vociferando rancor por alegadas "injustiças" sofridas pelo mesmo; sem perceberem que sua queixa é na verdade em causa própria, por terem se aproveitado de seu pai, sem o devido cuidado de se preparar para uma vida com propósito; enfim... Sem dar nada em troca.
 
Agradeci ao Senhor por sentir que não tenho o direito de esperar ou exigir retorno humano - seja formal ou pecuniário - por aquilo que porventura tenha feito de bom e proveitoso em favor de alguém. Creio que ninguém me deve nada; pois... O devedor sou eu! Devo aos que Deus pôs sob meus cuidados e não dei o melhor de mim; devo aos que conduzi a Cristo, mas não consegui cuidar como devia; devo aos que, por mais que me esforçasse, não consegui levar ao Senhor... Devo aos obreiros que não consegui ajudar; devo até mesmo aos que me censuram - justa ou injustamente - pois eles fazem que eu sinta a imperfeição (deles e minha) que me leva buscar mais a Deus; tanto em favor daqueles que assim procedem, como em busca de meu próprio crescimento espiritual.
 
Trago este texto do Salmo 116, como meu tributo ao Deus da minha vida: "Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do SENHOR. Pagarei os meus votos ao SENHOR, agora, na presença de todo o seu povo. Preciosa é à vista do SENHOR a morte dos seus santos. Ó SENHOR, deveras sou teu servo; sou teu servo, filho da tua serva; soltaste as minhas ataduras. Oferecer-te-ei sacrifícios de louvor, e invocarei o nome do SENHOR. Pagarei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo, Nos átrios da casa do SENHOR, no meio de ti, ó Jerusalém. Louvai ao SENHOR." (Salmo 116.12-19). Pois estou bem certo de que é Ele Quem determina a extensão dos meus dias neste mundo!
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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