quarta-feira, 9 de julho de 2014

Não preciso ser grande


Nesta manhã, ao me derramar diante do Pai; meu primeiro sentimento foi de adoração. Depois senti necessidade de agradecer... Especialmente pela coleção de milagres que guardo com muito carinho em minha pequena casa (não tenho um membro sequer, de minha família, que não tenha uma história de milagre em sua vida). E minha coleção de milagres não para de crescer! E, deste modo, assim como em cada pedra de carvão eu vejo o DNA do diamante; em cada provação ou luta incomum eu consigo ver o embrião de um milagre. Glória a Deus! Portanto, carrego comigo o sentimento de que - se eu tenho um DEUS tão grande - eu não preciso ser grande em coisa alguma... A não ser na confiança que cresce em mim e NELE eu deposito!
 
Prostrado em adoração perante o Pai; Me assegurei de ter minhas duas colunas - Salmo 23 & Oração do Pai Nosso - uma à minha direita, outra à minha esquerda. Então, rendido em oração, recitei as duas; e, como me senti bem! Como geralmente acontece, as lágrimas vieram me visitar, mas por curto tempo... Enquanto isso, minha oração mudou do estado de gratidão para o estado de intercessão; e se tornou volátil - tal e qual rolinhos de fumaça - subindo à presença do Pai, semelhante ao incenso quando queimado. Consegui citar o nome de todos os pastores do Pará, Tocantins, Goiás e Minas Gerais. Pelos da Bahia e Espírito Santo eu orei "por atacado" (pretendo citá-los amanhã). Obrigado, Senhor, por tudo que me dás ou que me negas!
 
Este texto me ensina que - em determinada situações, a oração deve ser incisiva:
 
"Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto."
(Tiago 5.13-18)
 
E me ensina também que a oração deve estar sempre mesclada com fé, perdão e confissão.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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