domingo, 4 de maio de 2014

Vigilância e combate

Foto: O Deus santo e eterno contempla minha prostração e sinto segurança e paz em Sua gloriosa presença, no lugar de oração. Enquanto eu oro, estou ciente de que não conseguirei dar conta de todos os motivos de oração que trago comigo; e este é um dos motivos pelos quais eu me sinto sempre devedor - tanto ao Deus a Quem sirvo, como aos homens aos quais sou enviado a servir - sem que haja em mim a menor condição de saldar tamanha dívida. Sei que minha origem é o pó, de onde fui formado; e que minha própria natureza trabalha contra o meu bem. Assim como Paulo, sei que em mim não habita bem algum; e que a graça e amor que desfruto, se deve apenas ao que Jesus fez por mim. Enfim, tenho conhecimento de que o escrito das dívidas que me desfavorecem, foi cravado na cruz pelo Senhor que me resgatou. E é com este sentimento que exalto e bendigo ao Deus verdadeiro, que me resgatou em Jesus Cristo; tornando um escravo como eu em um filho a quem tanto amou.

Ainda rendido aos Seus pés, trago comigo centenas de intercessores que se apresentaram ao "I Congresso Geral da Intercessores", em nosso Centro de Convenções John Wesley. Sinto gratidão por poder dizer que Deus falou conosco usando vasos de honra, dentre os quais fui generosamente incluído. Sinto grande necessidade de orar por eles ao Pai; pois, sei por experiência própria o quanto o exército de intercessores precisa de oração em seu favor; para que o Deus bondoso os mantenha firmes em seus postos de vigilância e combate. Deus me fez ver três intercessores do passado - admirável referência para mim - travando lutas em favor de Seu povo: Moisés, intercedendo ante o desvio de Israel; Neemias, intercedendo ante a devastação de Jerusalém; e Daniel, intercedendo ante o exílio a que o povo de Deus fora submetido em seu tempo. Então, mais uma vez, percebo que o pecado é a causa do desvio, devastação e cativeiro daqueles que não perseveram em Deus.

O Deus santo e eterno contempla minha prostração e sinto segurança e paz em Sua gloriosa presença, no lugar de oração. Enquanto eu oro, estou ciente de que não conseguirei dar conta de todos os motivos de oração que trago comigo; e este é um dos motivos pelos quais eu me sinto sempre devedor - tanto ao Deus a Quem sirvo, como aos homens aos quais sou enviado a servir - sem que haja em mim a menor condição de saldar tamanha dívida. Sei que minha origem é o pó, de onde fui formado; e que minha própria natureza trabalha contra o meu bem. Assim como Paulo, sei que em mim não habita bem algum; e que a graça e amor que desfruto, se deve apenas ao que Jesus fez por mim. Enfim, tenho conhecimento de que o escrito das dívidas que me desfavorecem, foi cravado na cruz pelo Senhor que me resgatou. E é com este sentimento que exalto e bendigo ao Deus verdadeiro, que me resgatou em Jesus Cristo; tornando um escravo como eu em um filho a quem tanto amou.
 
Ainda rendido aos Seus pés, trago comigo centenas de intercessores que se apresentaram ao "I Congresso Geral da Intercessores", em nosso Centro de Convenções John Wesley. Sinto gratidão por poder dizer que Deus falou conosco usando vasos de honra, dentre os quais fui generosamente incluído. Sinto grande necessidade de orar por eles ao Pai; pois, sei por experiência própria o quanto o exército de intercessores precisa de oração em seu favor; para que o Deus bondoso os mantenha firmes em seus postos de vigilância e combate. Deus me fez ver três intercessores do passado - admirável referência para mim - travando lutas em favor de Seu povo: Moisés, intercedendo ante o desvio de Israel; Neemias, intercedendo ante a devastação de Jerusalém; e Daniel, intercedendo ante o exílio a que o povo de Deus fora submetido em seu tempo. Então, mais uma vez, percebo que o pecado é a causa do desvio, devastação e cativeiro daqueles que não perseveram em Deus.
 
Este texto da Bíblia é um exemplo clássico da importância da intercessão feita pela igreja:
 
"E POR aquele mesmo tempo o rei Herodes estendeu as mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar; E matou à espada Tiago, irmão de João. E, vendo que isso agradara aos judeus, continuou, mandando prender também a Pedro. E eram os dias dos ázimos. E, havendo-o prendido, o encerrou na prisão, entregando-o a quatro quaternos de soldados, para que o guardassem, querendo apresentá-lo ao povo depois da páscoa. Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus."
(Atos 12.1-5)
 
De fato, não existem males e prisões que consigam resistir a uma intercessão persistente e determinada.

Cordialmente;
Bispo Calegari

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