domingo, 1 de setembro de 2013

Fomos movidos a orar


Hoje, ao me levantar, enquanto eu me dirigia ao lugar de oração, o meu espírito refletia sobre os acontecimentos da noite anterior... Recebemos a visita do meu filho Elizeu Calegari, sua esposa Synara Bastos Calegari e seus filhos - e meus netos - Ana Carolina, Alexandra e Arthur. Enquanto tomávamos um bom lanche juntos, recebi uma palavra da parte do Senhor para ele e sua família; palavra confirmada por uma revelação de Deus à Maria Célia. O meu filho precisava se retirar para repousar; no entanto, todos fomos movidos a orar naquele instante. Então, uma poderosa unção de Deus tomou as nossas vidas - as crianças inclusive. Em meio às orações que estavam sendo feitas, Daniela fez uma oração de guerra naquele instante; Maria Célia recebeu uma unção que percorreu sua coluna; Elizeu foi tomado por um sentimento de renovação; o mover do Espírito foi sentido por todos; e meu filho, minha nora e meus netos foram renovados na presença do Senhor!
 
Todos nós sabemos da importância da oração; no entanto, as barreiras levantadas por Satã para nos impedir de orar têm impedido bons crentes de recorrer a esta fonte de renovo e refrigério; e devido a esta ausência no lugar de oração, muitas famílias se tornam vítimas do adversário; e os prejuízos desta omissão começam a se refletir em diversas áreas de atividade e de relacionamento da família que não ora. A bem da verdade, as vezes os membros da família até oram; mas... A oração se restringe àquela que vem sendo praticada na linha do tempo de uma vida cristã formal; ou seja, oração de gratidão pelo café da manhã; ou, oração a beira da cama, como se fosse um mantra, agradecendo a Deus pelo dia que se findou. Não estou querendo dizer com isso que este tipo de oração seja errado ou inválido (até porque oração nunca é demais). Todavia, se queremos enfrentar e vencer os perigos e desafios que nos rodeiam no dia-a-dia, orar assim pode não ser o bastante.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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