segunda-feira, 8 de julho de 2013

Oração e vida conjugal


Somente Deus sabe o quanto eu preciso me estender no lugar de oração; pois, nem eu mesmo sei até onde vai a minha necessidade de orar. Na verdade, sei que não devo deixar de orar por razão alguma. Mas, também sei que por mais que eu me esforce, nunca conseguirei orar o bastante. No entanto, isso não me preocupa tanto; porque, talvez, devido a isso, Deus não tenha definido uma medida mínima de oração; justamente para que todos nós saibamos que o importante mesmo é orar sempre.
 
E hoje, ainda escuro, me rendi aos pés do Senhor... E, mais uma vez, senti necessidade de agradecer, por me ter presenteado com uma tão bela e sábia esposa. Eu sempre acreditei no valor do matrimônio bíblico! Mesmo quando ainda não tinha noção da importância do mesmo. Todavia, desde muito cedo, aprendi que um casamento - para ser bem-sucedido - precisa ser cultivado no dia a dia, nutrido por gentileza e gestos de carinho, em um clima de amizade sincera e verdadeira entre os cônjuges.
 
Quando eu examino mais de perto a vida de grandes homens de Deus - do passado e do presente - não consigo imaginar suas conquistas e vida vitoriosa; sem que houvesse, nos bastidores, atividade intensa de oração. Assim como tenho forte convicção de que o fato de terem abandonado a atividade de oração, foi a causa do fracasso de muitos daqueles que já fizeram grandes coisas para Deus; mas, que acabaram submergindo - a si e aos seus - em dolorosa ruína, por terem deixado de orar.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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