sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Profanação e blasfêmia


Tenho percebido em alguns meios declaradamente cristãos, alguns usos e costumes de última geração que me preocupam; e sei que não estou sozinho em minhas preocupações; assim como, também, sei que existem vozes discordantes quanto à minha posição (já dizia um pensador: por mais loucas que sejam as idéias de alguém, sempre haverá pessoas a aplaudí-lo; e, por mais santas que sejam as idéias de alguém, sempre haverá pessoas a censurá-lo). Todavia, o que me aflige não é a reação daqueles que pensam diferente de mim; até porque sempre há tempo para se repensar posições. Afligem-me os fatos em si mesmos - pelas conseqüências previstas nas Escrituras - pois, princípios sagrados estão sendo quebrados.
 
Vejam se não tenho razão: Cresce o número de cristãos que se sentem protegidos pela graça de Deus - antes, durante e depois de uma conjunção carnal promíscua ou adulterina - como se isso fosse compatível com a graça inefável. Cresce o número de crentes que se sentem protegidos pelo amor de Deus - quando olham com paixão carnal para alguém do mesmo sexo - como se o amor de Deus apaniguasse atos que Sua Palavra cataloga como profanos e blasfemos. E cresce o número de cristãos que se sentem "turbinados" pela fé de Deus - sentindo-se detentores de força sobrenatural - em nome da qual podem ter e ser qualquer coisa que quiserem; como se a graça privilegiasse aqueles que assim procedem.
 
Cordialmente;
Bispo Calegari

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