quinta-feira, 8 de março de 2012

Amor, confiança e justiça



Este poster que recebi me fez "matutar"... E isso porque tenho percebido que amor, confiança e justiça são termos de complexa definição e aplicação. Não é simples aplicar este conjunto em perfeita consonância com sua finalidade - exercendo-o com equilíbrio e moderação nos diversos relacionamentos que mantemos. Só para exemplificar:

Eu sei que o amor deve ser compartilhado sem discriminação ou preconceito. Isso porque o amor é um sentimento nobre, muito diferente de algumas manifestações emocionais e afetivas que muitos entendem ser expressão de amor. Portanto, o amor verdadeiro exige certa dose de sacrifício e abnegação. Ele não pode ser condicionado por preferências. Que fique bem claro: Estou me referindo ao amor segundo Deus!

Também sei que a confiança é a outorga de alguém para com alguém, mediante procedimento confiável daquele que a recebe. Ela não pode ser exigida ou cobrada, como se dívida fosse. Isso porque a confiança é como um fruto que nasce de um relacionamento estável. Ninguém deve confiança a ninguém! E assim, se alguém deseja obtê-la, deve promover atos que, como sementes, a façam nascer e frutificar!

Quanto a justiça - ela não pode ser condicionada pela vontade ou sentimento. Ela não é um recurso a ser aplicado ao bel prazer daquele que se encontra ou se sente no direito de exerce-la. Sua melhor figura é a de uma mulher com uma venda nos olhos e com uma balança na mão. E assim, devemos ser justos para com todos - sem olhar a quem. Ou, melhor dizendo: Não devemos ser injustos com ninguém!

Cordialmente;
Bispo Calegari

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