domingo, 19 de fevereiro de 2012

Extrema corrupção nos últimos tempos

1 SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. 2 Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, 3 Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, 4 Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, 5 Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. 6 Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; 7 Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. 8 E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé. 9 Não irão, porém, avante; porque a todos será manifesto o seu desvario, como também o foi o daqueles" (II Timóteo 3.1-9).

A alguns dias atrás, recebi um comentário feito em uma das reflexões que costumo postar em minha página no facebook. Nele, a irmã Kelly Cristina Barbosa expôs sua preocupação com as contradições existentes entre o que alguns líderes pregam e a vida que vivem.

Tenho percebido que este tipo de conduta não é algo novo no cenário evangélico. Os  próprios apóstolos denunciaram este desvio de conduta em seus dias. O que realmente preocupa é o modo como isso vem sendo tratado por muitos segmentos evangélicos em nossos dias. Muitos olham a tentativa de se conciliar "dois pesos duas medidas" no procedimento dos cristãos como algo normal.

Portanto, estou de pleno acordo com Kelly Cristina Barbosa , quando ela taxa estas contradições de famigeradas. No entanto, ante o caminho escolhido por muitos cristãos, em linha com as práticas deste mundo, reconheço que não é um problema de fácil discussão; e, muito menos de fácil solução. Até porque, já na igreja primitiva, este tipo de desvio era denunciado pelos apóstolos.

Entretanto, aquilo que deveras me incomoda é ver este tipo de contradição se tornar cada dia mais comum na vida de muitos líderes; os quais - mesmo pregando em sua tribuna sobre "santidade como estilo de vida" - não conseguem trazer a essência de sua pregação para a sua própria vida e a de sua família; vivendo eles mesmos, juntamente com esposas e filhos, uma outra realidade...

E assim, vemos líderes em perigoso contrassenso, exibindo aos que os rodeiam um gritante conflito entre o seu "modus vivendi" e o seu "modus operandi"... E, com isso, contribuindo de modo triste para o enfraquecimento do rebanho do Senhor sob seus cuidados pastorais... Como se um dia não houvessem de prestar contas ao Supremo Pastor por este lamentável desvio!

E deste modo, à semelhança de muitos mestres e governantes dos nossos dias, não conseguem entender que, no tocante as coisas de Deus, a prédica e a prática precisam estar em sintonia - para que o bom nome do Evangelho seja preservado. Que o Senhor tenha misericórdia de todos nós!!

Cordialmente;
Bispo Calegari

Um comentário:

  1. A PAZ DO SENHOR, das coisas rrui, tiramos coisas boa pela mizericordia di DEUStem momentos que DEUS nos leva ao dezerto para nos provar a nossa fe e aprender mas DI DEUS pudi prezenciar esse fato bem di perto,estol horando e esperando em JESUS como firara essa cituaçao,muitos enocenti sofrendo por pecadores enganando a si propio,diante de JESUS nao!!!!

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