sábado, 25 de junho de 2011

Babilônia desperta

Não é necessário ser um expert em escatologia, para perceber o inevitável despertar de Babilônia. Pelo Espírito, tenho notado que - ao longo da história - Babilônia intercala períodos de hibernação e loucura. Cobiçada por Lúcifer; amaldiçoada por Deus; desejada pelos profanos; descartada pelos santos... Babilônia exerce um estranho fascínio sobre a humanidade. Reis e governantes da terra se rendem a seus pés, procurando satisfazer os seus caprichos. Esta é Babilônia: Não uma cidade - mas um sistema iníquo, prestes a se findar; e que não será lembrado na eternidade.

Babilônia desperta! E o seu despertar traz novamente os piores receios daqueles que vivem a esperar pela chegada de dias melhores. E no seu despertar, ela traz à tona todos os estilos de vida submersos na lama em que tem estado adormecida.

Babilônia desperta! E o seu despertar se constitui na realização dos sonhos dos profanos e no pesadelo dos santos. Enquanto aqueles que profanam a terra celebram nas praças e avenidas o seu despertar; aqueles que temperam e iluminam a terra elaboram o seu plano de fuga deste terrível sistema.

Babilônia desperta! E o seu despertar coloca este sistema corrupto e corruptor em evidência. Mas ela não é apenas um sistema iníquo: Babilônia é também uma besta tingida de vermelho - enfurecida e enlouquecida por sua sede de sangue, de poder e de luxúria. Com o seu despertar, ela promove a pornografia, o infanticidio, a pedofilia, e toda a espécie de prazer sexual impuro.

Babilônia desperta! E o seu despertar - tal e qual na Roma antiga - promove a insensatez e persegue o sagrado. Ao despertar do seu sono milenar, retoma o controle do mundo e faz com que os poderes nele dominantes se curvem perante ela, em total submissão. Em sua loucura desmedida, arrasta com sua cauda reis e governantes deste mundo - rumo ao seu eterno destino.

Babilônia desperta! E o seu despertar interfere nas tradições e nos bons costumes da crença, da família e da sociedade - alterando o equilíbrio e a normalidade do existir. Plenamente desperta, ela transforma os legisladores deste mundo em marionete em suas garras. Em sua sagacidade, manipula as mentes e perverte as motivações - usando como pretexto a defesa das minorias, para promover leis absurdas; leis aprovadas por seus súditos fiéis travestidos de legisladores.

Babilônia desperta! Sim - mas para a morte. Ela não subsistirá ao juízo Deus que cairá sobre ela. Tanto ela como seus seguidores e admiradores serão tragados pelo mar de fogo e enxofre - destino final de todos aqueles que se levantam contra Deus; de todos aqueles que amam e praticam a iniquidade e a mentira.

Babilônia tem sobrevivido ao longo da história - mergulhada em um mar de lama e excremento, no qual sobrevive mantendo suas narinas acima da linha de lama em que hiberna; e de onde sai de quando em vez. E o seu despertar em nossos dias, nada mais é do que a derradeira tentativa se se perpetuar - promovendo delinqüência, sadismo, luxúria, idolatria e feitiçaria. Mas o seu fim está previsto nas Escrituras Sagradas. Não há como escapar dele!

Vejamos o que as Escrituras Sagradas dizem sobre o fim de Babilônia:

"Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição"
(Apocalipse 14.8)

"e a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar o cálice do vinho do furor da sua ira"
(Apocalipse 16.19)

"e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra"
(Apocalipse 17.5)

"2 E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável. 10 e, estando de longe por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande cidade, Babilônia, a cidade forte! pois numa só hora veio o teu julgamento. 21 Um forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada"
(Apocalipse 18.2,10,21)

Cordialmente;
Bispo Calegari

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