quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Giro episcopal pela II Região

IMW de Nanuque

Nanuque, uma bela cidade do interior de Minas, com cerca de 60 mil habitantes, está situada no Vale do Mucuri. É uma cidade mineira de profundas afinidades com o Estado da Bahia, por estar tão próxima à sua fronteira. Segundo fui informado, seu nome deriva do nome de uma tribo indígena da região - os naque-nuque. Sua economia é diversificada: possui uma expressiva pecuária, incluindo gado leiteiro e de abate; também possui agricultura canavieira, para abastecer suas duas usinas de açucar e alcool; e uma importante floresta de eucalipto,s para abastecimento da industria de celulose. Outro fator importante que alavanca o seu progresso, é o fato de possuir uma importante matriz energética, que abastece aquela micro região. E, graças a Deus, a IMW passa a fazer parte de sua história, tendo comemorado, no dia 4 de julho, o seu primeiro ano de existencia na cidade, com um trabalho dinâmico e próspero, com cara de vencedor.

Celia e eu, saímos de Valadares no sábado pela manhã, rumando para Teófilo Otoni, com o tempo calculado para chegarmos em Teófilo Otoni por volta da hora do almoço, onde o Pastor Carlos, que seria nosso companheiro de viagem até Nanuque, nos aguardava. Chegando, fomos ao seu encontro no Supermercado Araujo, onde ele e sua esposa Marta faziam compras. A irmã Marta, preparou um "peito de frango à parmeggiana", que enriqueceu grandemente o nosso almoço. Após conversarmos um pouco, demos uma "recostadinha", pois teríamos ainda mais de uma hora e meia de viagem até Nanuque.

Chegamos à cidade, com o culto na igreja já iniciado, pois passava das 19h30. Logo em seu início, dava para notar o profundo nivel de espiritualidade da igreja. Um louvor sendo conduzido a Deus, com unção e quebrantamento admiravel. A presença do Senhor podia ser sentida no ar. O Ministério de Louvor da ainda pequena igreja é um dos mais completos e afinados que tenho visto em minhas andanças. O Presbítero Vanderlan Vilela, dirigente do trabalho, passou a palavra ao Pastor Carlos, que responde pela igreja. Este, por sua vez, concedeu-me a palavra para a pregação. Sinto que Deus me usou, mediante as manifestações observadas em todos os presentes.

A familia presbiterial, que está à frente da igreja, é constituída de: Pb. Vanderlan Vilela e sua esposa Maricelma (seus filhos Juma e Guilherme, carecem de orações); Pb. Vanderlan Miranda e sua esposa Leila (Bruna, Fernanda e Camila, que foi batizada no domingo pela manhã, em um local aprazível - uma bela cachoeira, onde os irmãos se reuniram); e Pb. Benedito Barbosa e sua esposa Rute (este irmão tem duas filhas jovens, residindo na Alemanha, uma delas casada, e pede orações por elas).

Após o culto, fomos jantar em casa do Vanderlan Miranda. A irmã Leila preparou uma surpresa muito agradavel: ofereceu uma "entrada", que para nós era uma espécie de sobremesa, que seria suficiente para o nosso deleite. Mas ela estava reservando o melhor para o fim - uma carne de sol tão macia de desmanchar, feita por sua querida mãe, com uma farofa tão deliciosa e, ao mesmo tempo, tão leve, que se jogassemos para o alto, demoraria a cair; veio também, no conjunto, uns pedacinhos de frango frito. Não houve quem não exagerasse na dose.

Em seguida, fomos dormir em casa do Pb. Benedito; a irmã Rute nos acolheu em sua casa com a maior das atenções. Pela manhã, Célia levantou muito bem disposta, depois de um sono reparador. Fomos brindados com um Café da Manhã nota 10, amavelmente preparado pela irmã Rute. Em seguida, rumamos para o culto batismal, ao qual já me referi. Dali, fomos almoçar em um restaurante, onde servem muito bem. Foi um momento de confraternização inesquecível. Ao final, despedimo-nos e partimos para Teófilo Otoni, onde estariamos pregando no Culto da Santa Ceia. Mas isto é assunto para outro post.

Cordialmente;
Bispo Calegari

Um comentário:

  1. Recebê-los aqui em nossa casa foi uma honra.Como fomos edificados.Ah, a carne de sol fui eu mesma quem fez.ah ... ACERTEI!!Mas tava leve mesmo assim/
    Abraços

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